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quarta-feira, 30 de julho de 2014

O TRIBARTE homenageia Conceição de Maria Rezende, orgulho itaperunense!


Mulher generosa de grande valor!
Sua música excede ao som de todas as notas,
pois nela encontra-se o seu coração,
essência que vai além da razão.

Seu canto o mais belo entoado por erguer a voz dos excluídos,
e também daqueles que sem forças são carregados ao tom do amor.

Nunca ficou sem estender as mãos ao rico, pobre ou ao desestabilizado,
e nesta data querida junto ao povo itaperunense erguemos nossas vozes minha amiga
para dizer-lhe parabéns e muitas bênçãos infindas!

Que Nosso Senhor Jesus a proteja por todos os dias da sua trajetória de vida!

Com amor, Aline Carla Rodrigues.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Em homenagem ao TRIBARTE Bernardo Gonzalez conta sua história!


 Cresci ouvindo histórias. 
Lembro-me de que quando era criança meu pai contava histórias para mim algumas vezes antes de dormir, histórias que ele inventava ao pé da cama. Outras vezes ele lia histórias de algum livro que eu havia ganhado e de alguns que ele mesmo me presenteava. 
Contudo não era só nesses momentos em que ouvia histórias.


 Cresci na biblioteca infantil Maria Mazzetti (BIMM) situada nos jardins da Fundação Casa de Rui Barbosa, onde meu pai trabalhava. Nesta biblioteca tinha as estantes na minha altura e toda a liberdade para escolher livros e me encantar com muitas e muitas histórias. 


Delícia maior era a “hora do conto”, nome que tinha a atividade de “contação” de histórias que acontecia no jardim da fundação. 
Minha relação com a leitura se estendia da sala da BIMM aos jardins da casa. 
Ali fiz amigos, brinquei na terra, brinquei de piques, cacei girinos num dos laguinhos (e depois os devolvia porque sabia que era proibido), fiz algumas travessuras. Enfim, parte das relações que estabeleci com o mundo na minha infância se davam naquele espaço onde o meu imaginário reinava solto.


Hoje quando vou lá, vejo de certo modo nos pequenos leitores que frequentam a BIMM e os demais espaços da fundação, essa relação se repetindo.


A memória mais forte que tenho das minhas primeiras relações com o livro se deu nesse espaço. Quantas vezes levei para casa emprestado o livro “Rente que nem pão quente” de Maria Mazzetti... Ele me acompanhou durante um longo tempo... Durante um longo tempo o tive como o preferido e o levava sempre emprestado. 
“Você conhece Manuela? Não?” A história começa assim e eu não me cansava de responder (como se fosse a primeira vez) para minha mãe que o lia em voz alta: -“Nãããooo!!!!”. A ratinha Manuela se tornou uma verdadeira e irresistível paixão! Eu roía que roía a sua história... enquanto isso, imagino que minha mãe devia se roer de cansaço por lê-lo tantas vezes... Mas sem dúvida os esforços dela e de meu pai foram compensados, apesar de ser filho único acabei adotando como irmão, o livro.







Hoje quando vou lá, vejo de certo modo nos pequenos leitores que freqüentam a BIMM e os demais espaços da fundação, essa relação se repetindo.
A memória mais forte que tenho das minhas primeiras relações com o livro se deu nesse espaço. 

É arte? É Tribarte! COMEMORE! Pedro Poubel sua arte deixou um brilho intenso no TRIBARTE!

MUITO OBRIGADA QUERIDO PEDRO POUBEL!
ATRAVÉS DA SUA ARTE O TRIBARTE REVERENCIA  SUA ALMA!
"O espelho serve para ver o rosto e a arte para olhar a alma!"
Amo você!
Seja muito feliz!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

O TRIBARTE HOMENAGEIA O MENINO JOÃO FELIPE POR MAIS UM ANO DE VIDA


Na Arte do encontro a vida me presenteou você.
Com seu sorriso maroto, e a alegria de um menino,
o céu estende a sua plenitude sob a forma de João.
João que é também Felipe duas dádivas num só coração.
Que o nosso Redentor, forte e poderoso erga as suas mãos sobre o seu rosto,
e lhe dê a Paz que excede todo entendimento.
Meu príncipe é tão bom saber que a sua felicidade me faz bem,
que o seu olhar incide luz,
e que o seu nascer a cada dia é raro em nossos dias,
 e mesmo assim decide que vai além do que lhe foi oferecido pelo bom Deus.
Amigo querido, anjo em forma de gente que a vida lhe seja sempre presente!
Beijos, Aline Carla Rodrigues.

sábado, 12 de maio de 2012

"COMO AS NOSSAS MÃES"


Maria Rita criou um show para homenagear Elis Regina. De quebra, ensinou a não ter vergonha ou receio de dizer “eu te amo, mãe”.
Muito se tem dito a respeito da série de shows que Maria Rita tem feito com repertório criado somente com músicas gravadas por Elis Regina. Muito se tem mencionado sobre a emoção que toma os olhos da cantora e do público. Também se tem falado acerca das semelhanças – para alguns, agora mais evidentes – entre mãe e filha. E até sobre o macacão branco da cantora se tem discutido. Mas já aviso aos navegantes: esse não é um texto de alguém que já assistiu ao show. O propósito é refletir sobre esse momento vivido por Maria Rita.
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Desde que começou sua carreira musical, Maria Rita era cobrada por não cantar músicas já interpretadas por sua mãe. Talvez fosse uma tentativa de evitar comparações. Ou por respeito frente à grandiosidade de Elis Regina na música brasileira. Quem sabe, algum constrangimento, vergonha. Enfim, ideias que só passam de hipóteses, mas que muito tem a dizer sobre nós e nossas mães. Quem nunca se sentiu inibido frente à mãe que quebre agora a sua caixa de som.
Poderia agora dizer que o coração de Maria Rita aperta quando sobe ao palco nessa turnê. Também poderia dizer que a cantora, desde que começou esse show, tem sonhado frequentemente com a mãe. Eu até poderia afirmar que ela sempre chora quando canta a música preferida de Elis. Poderia, mas não vou. Por quê? Porque só quem sabe da nossa relação mãe e filho(a) é a gente mesmo.
Dizem que seguir os passos dos pais – ainda mais quando esses são ícones – não é uma tarefa fácil, pois o(a) filho(a) sempre levará desvantagem nas comparações. E essa não parece ser uma preocupação atual de Maria Rita. A impressão que se tem é que nesses 9 anos desde o lançamento do álbum “Maria Rita”, a cantora procurou trilhar seu próprio caminho, longe da sombra da monstra Elis. Agora, com tudo mais consolidado, ela se permitiu e se preparou – com um repertório fabuloso – para homenagear publicamente a cantora Elis. Maria Rita tornou público um “eu te amo” para a genitora Elis, que mesmo com toda a genialidade, é tão mãe como as nossas mães.


Leia mais: http://lounge.obviousmag.org/radiofome/2012/05/como-as-nossas-maes.html#ixzz1ueM0mQKP

terça-feira, 24 de abril de 2012

Fascinante a homenagem realizada a Gideon Sundback pelo doodle do Google.



Gideon Sundback  nasceu em 24 de abril de 1880 e faleceu em 21 de junho de 1954 na Suécia, ele era um engenheiro sueco-americano elétrica. Gideon Sundback é mais comumente associado com o seu trabalho no desenvolvimento do zíper. Conseguiu sua patente em 1917. O nome zíper foi criado por BF Googrch em 1923.

O que ele fez?

Simplesmente ele colocou as covinhas no lado de baixo de cada dente e um bico na parte superior que se sentar de forma segura no interior da ondulação do dente acima dela e pronto!
Com esse dispositivo maravilhoso, todos puderam utilizar em bolsas, botas, carteiras e etc. A partir de 1940 o Zíper teve uma grande aceitação nas tendências da moda, até que...até que... foi utilizada na calça jeans. Por isso Gideon Sundback merece o reconhecimento por ter inventado algo fabuloso, utilizado nos dias atuais.


Veja aqui o desenho inical do zíper de Gideon Sundback para conseguir fechar os entrelaços e fixar.






Fonte:  http://www.midiainteressante.com/2012/04/gideon-sundback-e-homenageado-pelo.html 


Quanta arte em um zíper midiático feito pelo Google!
Fascinante!
Amei o  doodle!
Lindíssimo!



quinta-feira, 7 de julho de 2011

Festa Literária de Paraty presta homenagem a Oswald de Andrade



Nascido em 1890, ele é responsável pelo Manifesto Antropófago. Também participou da Semana de Arte Moderna de 1922, que escandalizou a conservadora sociedade da época.



A Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, deste ano homenageia um dos responsáveis por um movimento que produziu impacto profundo na cultura brasileira.
Em uma ponta charmosa do Litoral Fluminense, bem perto do estado de São Paulo, pela primeira vez, um autor paulista é o grande homenageado da Flip.
O escritor Oswald de Andrade nasceu em 1890. Nos anos 20, quando o movimento cultural no Brasil ainda era muito ligado ao que se produzia na Europa, Oswald percebeu que a nossa riqueza de culturas, a mistura de povos era uma vantagem a ser explorada na renovação das artes.
Na busca criativa e bem humorada de uma identidade brasileira criou o Manifesto Antropófago. Oswald acreditava que a cultura europeia deveria ser comida, digerida e devolvida com tempero brasileiro.
“Oswald de Andrade era uma personalidade poderosa, além de ser um grande escrito, de modo que impôs de certa maneira, certas coisas do modernismo”.

Na São Paulo de 1922, Oswald, com amigos como os poetas Mário de Andrade e Manuel Bandeira e o pintor Di Cavalcanti participaram da Semana de Arte Moderna.

Oswald de Andrade morreu em 1954, sem receber o reconhecimento que merecia. Mas depois, foi considerado um homem que estava à frente do seu tempo, dono de uma antena capaz de captar ideias que hoje fazem parte da nossa realidade.
Deixou herdeiros no teatro. O tropicalismo também é considerado consequência destas ideias que transformaram a cultura brasileira: “O que ele estava falando era para o século XXI. Se ele ainda está por ai, a energia cósmica, quântica, os átomos de Oswald estiverem por ai, eu espero que eles estejam em cada um desses meninos que estão aqui vendo a obra dele”, afirma a filha do escritor, Marília Andrade.
 Fonte: Globo.com

segunda-feira, 25 de abril de 2011

"8º Encontro dos Primos" - Parte III -



 Este é o nosso lema: 
"Os sonhos não envelhecem."
 Galera unida jamais será vencida, ainda que o cansaço surja.
 "Um tocador de violão, não pode cantar prosseguir...
quer virá pássaro e voar, voar, voar..."
 Reunião de agradecimento a Deus pela vida da família
 Todos os anos homenageamos uma pessoa especial, e neste ano a homenageada foi tia Nadyr.
Parabéns com louvor tia querida!!!
 Várias gerações em um só encontro.
 A alegria de estarmos juntos é visível, não é?
 Hora do caldo verde à noite, porque ninguém é de ferro.
 Despedida depois de nossa reunião.

"Até aqui nos ajudou o Senhor!"

 "A alegria no Senhor é a nossa força!"

"Trio parada dura" que não parou nem um minuto.
 Dança da maçã em noite de viola.
 Cabo de guerra com uma das equipes femininas.

 Esta goleira deu trabalho, não foi?
 Diretoria e a homenageada do "8º  Encontro dos Primos" - 2011
O que seria do encontro sem esta diretoria?
Vocês são espetaculares!!!
Que Deus muito os abençoe!!!
 Palestrante Wantuil com o tema:
"Nenhum sucesso na vida, compensa o fracasso de uma família."
Foi maravilhosa a palestra!!!
 Minha mãe, tias e primos.
 Quarteto Jerusalém, encantando a todos com suas vozes maviosas!


E para terminar a Parte III fica a lembrança desta foto que nos trouxe muita alegria.
Beijo no coração primos.
Saudades, saudades, muitas saudades...

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