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terça-feira, 23 de maio de 2017

Seguindo o olhar




Faça do seu ambiente a extensão da sua percepção!

domingo, 15 de janeiro de 2017

Makoto Azuma transforma plantas naturais em obras de arte


Queridinho dos fashionistas e dos green lovers, artista japonês veio ao Brasil para falar sobre suas esculturas e performances com plantas naturais na Casa Vogue Experience


“Quando você toma uma flor em sua mão e realmente olha para ela, é o seu mundo por um momento. Quero mostrar esse mundo a alguém. Mas a maioria das pessoas vive nas cidades grandes correndo e não tem tempo de olhar para uma flor. Eu decidi, então, pintar aquela flor em grande escala para que sua beleza não fosse ignorada”, disse Georgia O’Keeffe, pintora conhecida como a “mãe do modernismo americano”. Agora pegue essa vontade de abrir os olhos do mundo para as formas e cores da flora e adicione um solo de guitarra e algumas viradas na bateria: este é Makoto Azuma, que se mudou para Tóquio sonhando com a vida de rock star e acabou se apaixonando pelas flores do Ota Market.

Para o artista japonês, a vida das plantas é mais transcendental do que a nossa – assim como as experiências musicais. Não à toa, ele fez parcerias com a banda americana experimental Algiers para criar uma série de performances em instalações botânicas. “Os japoneses acreditam que os deuses existem na natureza e a adoram. Temos medo e respeito pelas coisas que estão ocultas, elas possuem um poder esmagador. Nesse sentido, a performance é um tipo de oração”, explicou o escultor-botânico, que falou sobre o assunto no Casa Vogue Experience 2016.

Ready-made botânicos
Apesar do objetivo em comum com Georgia, Azuma pensa de maneira oposta. Não quer eternizar os momentos mais belos das plantas e, sim, realçar as pequenas diferenças no florescer e murchar. Sua obra é, portanto, sobre o instante do encontro entre homem e natureza. “Procuro novas formas de expor as espécies. Eu as embalo a vácuo, queimo e congelo – estas ações são tentativas de fazer um recorte de sua beleza.” Os trabalhos que mais atraem o público são como ready-made botânicos: Azuma tira suas espécies preferidas de contexto – onde elas não poderiam sobreviver – para ressaltar sua vitalidade. Ele levou, assim, um bonsai preso num cubo metálico para uma torre abandonada na Bélgica e mandou literalmente outra pequena árvore para o espaço. Próximo destino? Alguma parte profunda do oceano.


Floricultura itinerante
Mas não só de experimentos físicos e químicos ele vive. Flower Shop KIBOU (“esperança” em japonês) é uma floricultura itinerante que dura um dia e cujo objetivo é entregar buquês para pessoas em vilas que estão sofrendo com a pobreza, os conflitos e os problemas ambientais. Em agosto último, o japonês passou por Congo, Argélia e Alemanha para fazer testes, mas o projeto começa em 2017 e percorrerá Sibéria, Chernobyl, Qinghai e Tibete. Considerado um dos artistas mais radicais do mundo, Azuma não tem maiores pretensões ao realizar as suas obras: são gestos que chamam a atenção para sutilezas a serem eternizadas na mente dos que podem ver os trabalhos.

Moda Florida
Foi comentário de todos que passaram pela mais recente semana de moda de Paris: as cem plantas raras reunidas em 23 buquês congelados por Makoto Azuma decoravam a passarela de Dries Van Noten. De fato, flores e o radicalismo de Azuma combinam com vestidos, saias e bolsas e a parceria entre estilista e artista começou em 2014 quando belga convidou o japonês para fazer a cenografia de sua exposição no Musée des Arts Décoratifs. Ele, no entanto, não foi o primeiro a propor o mix entre arte, botânica e moda. Azuma Makoto já desenhou uma coleção de acessórios com Helmut Lang em 2011; fez uma bolsa-musgo para a Dior e montou vitrines para a Hermès no ano seguinte; e montou floriculturas móveis em lojas da Fendi em abril deste ano. A Japan House, que abre em maio de 2017, não podia ter escolhido lugar mais apropriado, então, para fazer um preview da programação nipônica que tomará conta de São Paulo com a abertura do centro cultural: o Shopping Iguatemi, reduto dos fashionistas da cidade, vai receber uma instalação com flores japonesas assinada Makoto em março do ano que vem iniciando a contagem regressiva para a abertura da Japan House.

O artista japonês Makoto Azuma, que participará do Casa Vogue Experience  (Foto: Divulgação)

Casa Vogue

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Que alcance toda expansão que busca, todo voo que vislumbra, e possa sempre se lembrar de que é capaz de vencer os mais assustadores e impermanentes limites.



Que ele saiba que, invariavelmente, pode contar comigo, nos tempos de celebração e na travessia das longas noites escuras. É dele também a minha mão. É dele também o meu abraço. É dele também a minha escuta. É dele também o meu olhar amoroso. É dele também os meus melhores sorrisos. Que ele entenda que eu não me desapontarei com a sua humanidade, com as suas dificuldades, com os seus territórios feridos, como, com o mesmo acolhimento, não me desaponto com os meus. Que tenha certeza de que eu quero muito que seja livre, saudável, contente; que seja. Que tudo aquilo que o preocupa, o desassossega, o faz sofrer, por Deus, seja logo transformado, assim como tudo o que o torna feliz seja mais e mais abençoado. Que alcance toda expansão que busca, todo voo que vislumbra, e possa sempre se lembrar de que é capaz de vencer os mais assustadores e impermanentes limites.

Ana Jácomo

Obs.: Arte de JoAnn Peralta.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Colégio Padrão apresenta LITERARTE com a artista Adriana Gentil e nossos protagonistas, um show de cultura!



É com imenso prazer que apresentamos nossa LITERARTE, realizada no Colégio Padrão de Natividade com a presença da professora de Artes Luciana, de Literatura Aline Carla Rodrigues, da renomada artista Adriana Gentil, de nossa Diretora Virgínea Tinoco, gestora Dayse, os protagonistas do Ensino Médio e convidados.

Os alunos realizaram inúmeras releituras de obras de Arte, utilizando materiais diversificados.

Apresentaram trabalhos sobre o Modernismo brasileiro e suas influências.


A ideia foi transformar as principais obras literárias em arte, sobretudo, aquelas indispensáveis ao Ensino Médio, aplicando-as na prática, em experiências vivenciadas na própria sala de aula.


Outra referência foi desenvolver a criatividade e ampliar o conhecimento dos alunos, impulsionando o nível de leitura, além de proporcionar interação, maximizar o entendimento, interpretação e análise das obras selecionadas.

Júlia inovou o olhar ao recitar palavras de reflexão sobre o mundo, e também o preconceito que tão de perto nos norteia.

O evento também abriu espaço para homenagear Adriana Gentil, mulher de destaque na cidade de Natividade e Itaperuna,e que tem várias contribuições para a Arte, através de criações sobre bijuterias conceituais, obras que relacionam também a Literatura vinculada à imagem de quem as usa.
E ainda obtivemos a presença ilustre de Lúcia Maria Sobreira Lopes, que nos deu uma oportunidade única de ouvir sobre suas experiências como pintora e sua trajetória humanística dentro da Educação.

Lúcia e seu discurso que nos emocionou!


Adriana Gentil, muito obrigada por sua linda participação.
É uma honra tê-la em nosso evento!

Virgínea Tinoco a agradeceu com sábias palavras.

Andreia, mãe de Anderson nosso aluno, ajudou-nos com a exposição de uma bijuteria conceitual de Frida.

Muita criatividade realizada por alunos do terceiro ano,pois através de letras e técnicas teatrais nos levaram a emoção de um ser pensante, sem estereótipos.

Do teto ao chão tudo fazia menção à LITERARTE.

 E a igualdade, em que lugar habita?
Somos capazes?

De convivermos com as diferenças?

Somos se quisermos.

"É preciso amor para poder pulsar!"


"É preciso PAZ para poder florir!"

E as Vanguardas europeias?

Elas estavam presentes na interlocução de nossos educandos.

Nina e Júlia foram brilhantes!

Todos deixaram-nos marcas culturais com esmero.


Gustavo e Filipe fizeram uma linda obra, inovadora dentro do Dadaísmo.

Dialogaram com o público , e ainda nos deram o prazer de reconhecer a criatividade exercida por eles.

A alegria execrou a tristeza através das releituras.

As peças de Adriana Gentil abrilhantaram nosso evento.

Houve também um momento histórico sobre a Atenas do Noroeste, Natividade.


Carmem Miranda foi homenageada pelas peças de Adriana Gentil.

A artista proporcionou um bate-papo com todos os alunos e convidados para explicar o momento de sua criação, e também o porquê de seu valor conceitual.


Lígia Clark foi homenageada com esculturas de papel.
Um luxo!

E a poesia do Arcadismo estava nas árvores ,
e nos móbiles para lermos.

Pausa para o café com muita Literatura e Arte.

Eu e professora Luciana falamos em conjunto sobre a LITERARTE!

As peças de Adriana Gentil alegram o olhar,
mas nos vestem de conceitos culturais.
Lindo trabalho!


Hora de música, com flauta, piano eletrônico e muitas vozes uníssonas.


Leitura e explanações sobre o Arcadismo e a Inconfidência Mineira.

Eu canto porque esse instante existiu em nossas vidas!

Muito obrigada a todos que participaram deste evento!
Somos um time!


Pais, vocês caminham conosco na trajetória de vida de seus filhos!
Somos gratos a Deus!

Salve a música!


Parabéns Professora Luciana, 
você faz o nosso mundo melhor!

"Aquilo que sou é o que me faz viver!"

E não dá para existir sem LITERARTE, 
não é Pietra?

O trio acima revolucionou com empatia o desenvolver do trabalho.
"Tudo vale a pena, se a alma não for pequena."

Querida Adriana Gentil, mais uma vez agradecemos sua presença em nossa LITERARTE!





“Se eu pudesse lhe dar alguma coisa na vida, 
eu lhe daria a capacidade de ver a si mesmo através dos meus olhos. 
Só então você perceberia como é especial para mim. ”

Frida Kahlo

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