SEJA BEM-VINDO!
A ARTE RENOVA O OLHAR!
Mostrando postagens com marcador Sigmund Freud. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sigmund Freud. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 18 de março de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 19 de maio de 2011
"Eu quero assassinar a pintura"
Camponês catalão ao luar, 1968
Contexto histórico
Joan Miró dizia que seu maior desejo era "assassinar a pintura" tal qual o mundo a conhecia. Se não conseguiu seu intento, chegou bem perto. Ele impôs uma mitologia pessoal e uma inovação até então sem precedentes no terreno da abstração. Seus quadros são compostos por figuras que por vezes lembram garatujas infantis ou rabiscos pré-históricos.
A obra de Miró é povoada por símbolos, alguns bastante recorrentes e figurativos, como as estrelas, os pássaros e a escada. Por meio deles, procura representar um universo que não pode ser decodificado pela lógica e pela razão, mas apenas apreendido pela sensibilidade do observador. Daí seu parentesco e seu envolvimento com o movimento surrealista, que propunha uma arte não-racional e intuitiva. A leitura da teoria psicanalítica de Sigmund Freud, com suas reflexões a respeito do inconsciente e da natureza dos sonhos, foi determinante para o surrealismo.
Embora tenha sido considerado por André Breton como o "mais surrealista entre todos os surrealistas", a obra de Joan Miró não pode ser enquadrada em um movimento específico. Desde o primeiro momento, Miró espelhou-se nas experiências de outras vanguardas do início do século, a exemplo do dadaísmo, do cubismo e do fauvismo. Mas permaneceu acima de todas elas, com sua linguagem original e particular.
A obra de Miró é povoada por símbolos, alguns bastante recorrentes e figurativos, como as estrelas, os pássaros e a escada. Por meio deles, procura representar um universo que não pode ser decodificado pela lógica e pela razão, mas apenas apreendido pela sensibilidade do observador. Daí seu parentesco e seu envolvimento com o movimento surrealista, que propunha uma arte não-racional e intuitiva. A leitura da teoria psicanalítica de Sigmund Freud, com suas reflexões a respeito do inconsciente e da natureza dos sonhos, foi determinante para o surrealismo.
Embora tenha sido considerado por André Breton como o "mais surrealista entre todos os surrealistas", a obra de Joan Miró não pode ser enquadrada em um movimento específico. Desde o primeiro momento, Miró espelhou-se nas experiências de outras vanguardas do início do século, a exemplo do dadaísmo, do cubismo e do fauvismo. Mas permaneceu acima de todas elas, com sua linguagem original e particular.
O afastamento definitivo de Miró em relação aos surrealistas se deu a partir da década de 1930, quando Breton e outros companheiros aproximaram-se da doutrina marxista.
Fonte: Folha
Marcadores:
1930,
Breton,
cubismo,
DADAÍSMO,
doutrina marxista,
escada,
ESTRELAS,
FAUVISMO,
figurativos,
linguagem original e particular,
lógica,
obra de Joan Miró,
pássaros,
razão,
Sigmund Freud,
símbolos
Assinar:
Postagens (Atom)
LinkWithin
.post-body img{
-webkit-transition: all 1s ease;
-moz-transition: all 1s ease;
-o-transition: all 1s ease;
}
.post-body img:hover {
-o-transition: all 0.6s;
-moz-transition: all 0.6s;
-webkit-transition: all 0.6s; -moz-transform: scale(1.4);
-o-transform: scale(1.4); -webkit-transform: scale(1.4);
}


.jpg)

