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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mãos talentosas - Um filme, tantas lições!



Acabei assistindo por acaso esse filme, que é baseado em fatos reais e mostra a trajetória do Dr. Ben Carson.

"Ben Carson era um menino pobre de Detroit, desmotivado, que tirava más notas na escola. Entretanto, aos 33 anos, ele se tornou o diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore, Estados Unidos. Em 1987, o Dr. Carson alcançou renome mundial por seu desempenho na bem-sucedida separação de dois gêmeos siameses unidos pela parte posterior da cabeça – uma operação complexa e delicada que exigiu cinco meses de preparativos e 22 horas de cirurgia. Sua história, profundamente humana, descreve o papel vital que a mãe, uma senhora de pouca cultura, mas muito inteligente, desempenhou na metamorfose do filho, ajudando a transformar um menino sem perspectivas em um dos mais respeitados neurocirurgiões do mundo."


Resolvi compartilhar os vídeos, pois a história nos mostra lições valiosas:

O poder que tem uma palavra. 
A força, a sabedoria e o poder de influência de uma mulher
A busca e a dependência de Deus. 
Humildade. 
Determinação. 
Não se deixar abater pelas circunstâncias. 
Não ser perfeito (a), mas buscar a cada dia se aperfeiçoar. 
Vencer limitações. 
Vencer preconceitos. 
Vencer os próprios sentimentos. 
Manter o foco. 
Ser usado (a) por Deus para fazer a diferença na vida de alguém. 
Ser usado (a) para a glória de Deus. 

 Vale a pena assistir !



Fonte:http://www.tatianaumsimplesvaso.com/

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A história da ex-modelo somali Waris Dirie, 44, mutilada aos 5 anos, virou livro, filme, rendeu-lhe o título de embaixadora das Nações Unidas e ainda resultou numa fundação.



MUTILAÇÃO GENITAL

Waris Dirie, a flor do deserto


A verdadeira Waris

Waris Dirie é uma mulher corajosa, dona de uma daquelas histórias que parecem ter sido escritas para virar livro ou filme. E a história de Waris virou livro e virou filme, feitos dos quais ela própria fez parte, como autora de sua autobiografia e atuando na produção do filme que conta sua saga. 


Talvez você não esteja associando o nome à pessoa, ou à história, mas certamente já ouviu falar da vida dessa mulher. Waris é aquela modelo somali que foi descoberta ao acaso na Europa e acabou chamando atenção do mundo ao denunciar o sofrimento vivido durante séculos por mulheres africanas sujeitas a um controverso costume local que consiste na mutilação da genitália feminina. 


Por conta de uma crença sexista que subjuga a mulher e lhe confere uma condição inferior, como ocorre em tantas culturas até os dias de hoje, essas meninas ainda muito jovens têm seus clitóris e lábios vaginais retirados como forma de garantir sua "pureza"; o que sobra é costurado, deixando-se um orifício muito pequeno que só é depois ampliado à navalha pelo "marido" na "noite de núpcias'. Revoltante, por mais relativistas que tentemos ser diante de tamanha brutalidade.

Liya Kebede interpreta Waris
Trago a história de Waris porque, apesar de já ter lido e ouvido falar dela há alguns anos, ontem assisti ao filme A Flor do Deserto (2010), baseado na autobiografia da menina mutilada que fugiu pelo deserto sozinha na noite anterior ao seu casamento arranjado com um homem de 60 anos, que "pagou muito bem por ela", foi viver como doméstica na Europa, virou modelo e depois ativista e embaixadora da ONU. 


Fiquei muito tocada, emocionada mesmo. O filme é bem feito, é delicado e cru ao mesmo tempo. A atuação do elenco e o roteiro conferem ao filme ares de documentário, em alguns momentos. É como se fôssemos testemunhas daquela história de coragem, força, pureza, humanidade e um tanto de sorte.


O que me tocou tanto nessa história é que a mutilação daquelas meninas é o sinal mais evidente do que o machismo é capaz de fazer com a mulher, tornando-se naturalizado, por mais sofrimento que cause a suas vítimas. 

A atriz e a Waris "de verdade"
A cena em que Waris descobre que, fora de sua aldeia, as mulheres são inteiras e, nem por isso, menos mulheres, e podem ter prazer com seus corpos, é fascinante. Mostra o choque cultural dos dois lados, nós na pele da amiga ocidental de uma Waris que vai se descobrindo um ser inteiro, que então se dá conta da dor sofrida aos 5 anos de idade, quando a mãe a leva até a mulher que dilacera sua vulva e sua vagina, que em pedaços viram comida de pássaros. 

Uma das cenas da infância de Waris, pouco antes da fuga
De imediato enxerguei aquela cena como uma metáfora de tantas mutilações que as mulheres dos lugares mais diversos do mundo ainda sofrem todos os dias. O que me alenta é saber que existem outras Waris por aí, erguendo-se contra seus algozes, denunciando a mutilação, superando a dor e transformando o mundo em um lugar melhor.

Fonte: Olhar de Inquietude.


domingo, 22 de maio de 2011

Já temos as novas campeãs do desafio TRIBARTE XV, e elas são: Jenifer e Mirely. Parabéns com muito louvor!

Vocês acertaram! Quem fez a linda obra foi Giorgio de Chirico,
 "The archaeologists", 1968.

Segue a música das campeãs:

Vídeo sobre a vida de Giorgio de Chirico;
e ClipArt

E outras obras do mesmo autor para apreciarem.




Espero que tenham gostado!
Grande abraço.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Poesia sobre a vida e a morte, dirigida pelo "tímido" Terrence Malick, é o primeiro grande filme da competição em Cannes

"A Árvore da Vida" é candidato sério à Palma de Ouro


Foi um ano de espera – o Festival de Cannes aguardava contar com “A Árvore da Vida” na competição de 2010. Mas valeu a pena. O filme de Terrence Malick acabou com o marasmo desta 64ª edição, que até agora tinha exibido alguns poucos filmes de destaque, mas nada fora de série. O longa-metragem confirmou seu favoritismo na manhã desta segunda-feira (16), em sessão de imprensa lotada, que teve filas formadas na porta uma hora antes.

“A Árvore da Vida” é daqueles filmes cuja trama é o de menos. O longa-metragem é uma poesia sobre a vida e a morte. A partir da morte de um dos três filhos do casal formado por Brad Pitt e Jessica Chastain, com o mais velho, já adulto (e interpretado por Sean Penn), relembrando a vida familiar, o filme relaciona a origem e a magia da vida, o amor, a beleza da natureza e a presença de Deus – ou, pelo menos, de alguma força superior. Malick, com a ajuda do fotógrafo Grant Hill, confecciona imagens belíssimas, que captam a vida como quase nunca se vê no cinema.A expectativa gerada era tanta que a chance de decepção era grande – “A Árvore da Vida”, que estreia dia 23 de junho no Brasil, é o filme de autor mais aguardado dos últimos tempos. Malick começou sua carreira no final da década de 1960 e tem apenas outros quatro longas-metragens lançados. Levou anos para completar este. Alguns espectadores se decepcionaram, como mostraram algumas vaias. Mas é exagero que faz parte da cultura de Cannes.
Na entrevista coletiva que se seguiu à sessão, a produtora Sarah Green teve de começar explicando a ausência do diretor. “O senhor Malick é muito tímido. E eu acrescentaria que seu trabalho fala por si.” Brad Pitt contou um pouco sobre o processo de trabalho com o cineasta. “Eu poderia falar sobre isso muito longamente. Foi muito interessante. Nossa história se passa nos anos 1950. Tínhamos de nos vestir com roupas nos anos 1950. Sua ideia era pegar o que acontecia no dia. As crianças não tinham roteiro. Elas tinham um guarda-roupa, escolhiam suas roupas, e rodávamos em dois takes. Quase todo dia, ele dava três, quatro páginas e desenvolvíamos coisas a partir daí. Só havia uma luz na casa, o resto era natural”, disse. “Foi uma experiência incrível. Não acho que poderia fazer novamente porque é exaustivo”, completou o ator.
Como o cineasta é “tímido”, Pitt foi convidado a falar um pouco sobre ele. “Ele até vai ao banheiro”, brincou o ator. “Ele é jovial, ri a maior parte do dia. Ele realmente ama seus personagens, essa é a diferença dos grandes cineastas.” Indagado sobre suas atitudes como pai, ele preferiu a ironia. “Eu bato regularmente nos meus filhos e funciona. E deixo-os sem comer também.”
O ator também disse por que prefere projetos desse tipo e não blockbusters. “Não conte que estarei fora de ‘Missão Impossível’, porque eu farei um dia!”, brincou. E depois, falando sério: “Eu gosto de descobrir, de achar algo novo. Eu gosto das coisas menos comerciais ou realmente engraçadas, comédias com caras como Jonah Hill e Zach Galifianakis. Quero fazer uma dessas”.
Fonte: IG
Imagens: Getty

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