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A ARTE RENOVA O OLHAR!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Amor de mãe


O seu amor renasce todos os dia em meu coração!
Sua garra e coragem norteiam meu ser!
Obrigada minha melhor amiga por estar sempre comigo!
Beijos, Aline Carla Rodrigues.

Quadro 'O Grito' arrecada valor recorde em leilão



A única das quatro versões de "O Grito", de Edvard Munch, que permanecia na mão de colecionadores particulares, foi vendida nesta quarta-feira (2), em Nova York, por US$ 119,9 milhões (cerca de R$ 230,5 milhões). Esse valor é recorde e supera os US$ 106,5 milhões (R$ 204,8 milhões) de "Nu, folhas verdes e busto" de Pablo Picasso, o .

Simon Shaw, diretor do leilão organizado pela Sotheby's, afirmou que a obra do pintor norueguês "define a modernidade e é instantaneamente reconhecível, porque é uma das poucas imagens que transcendem a história da arte e que têm um alcance global, superado apenas pela Mona Lisa".

"Mulher sentada em uma poltrona", quadro de Picasso no qual o pintor espanhol representou sua musa e amante Dora Maar, foi adquirido no mesmo leilão por US$ 29,2 milhões.

Segundo Shaw, que nesta obra "vibrante e enérgica", realizada no contexto da Segunda Guerra Mundial, Dora Maar representa para Picasso "a personificação do conflito bélico e transmite a ansiedade extrema e a dor que o pintor sentia naquela época quando ambos viviam juntos em Paris".

Durante o leilão também foram adquiridas outras obras de Picasso, como "Banhista em Tamborete Vermelho", que alcançou US$ 2,7 milhões, e "Duas Mulheres", por US$ 2 milhões.

O surrealismo também teve sua representação na venda, através do quadro "Cabeça humana", de Joan Miró, pelo qual um comprador anônimo pagou US$ 14,8 milhões, e no qual o artista espanhol criou, segundo Shaw, "uma linguagem visual única".
Fonte: Estadão

Acadêmicos dizem ter identificado co-autor de peça de Shakespeare



Peça teria diferenças de estilo bem claras, que indicariam presença de segundo autor

A peça Tudo Vai Bem Quando Termina Bem, cuja autoria vinha sendo atribuída a William Shakespeare, teria na verdade um co-autor, segundo acadêmicos da Universidade de Oxford.

O provável parceiro literário de Shakespeare seria o dramaturgo Thomas Middleton, contemporâneo do autor de Hamlet e Macbethe que, assim como ele, assinou várias peças de diferentes estilos. Os acadêmicos chegaram à essa conclusão analisando o vocabulário, as rimas, o estilo e a gramática do texto.

Na opinião dos acadêmicos, a possível parceria entre Shakespeare e Middleton seria o motivo pelo qual haveria diferenças de estilo e inconsistências no texto de Tudo Vai Bem Quando Termina Bem, publicado pela primeira vez em 1623.De acordo com a professora Laurie Maguire, a descoberta sinalizaria que Shakespeare teria contado não apenas com um, mas com outros colaboradores. ''O retrato que está surgindo é de que havia muito mais colaboração do que se pensava. É como se fosse um estúdio de cinema, com uma equipe de escritores'', afirma.

Peça recebeu várias adaptações, como esta da BBC, para o rádio, de 1952

A professora Maguire diz que a maior parte das peças escritas na época tinham mais de um autor, mas que o status icônico de Shakespeare faz com que muitos tivessem resistência à ideia de que o lendário dramaturgo possa ter contado com parceiros artísticos.

Ela afirma estar ''muito confiante'' de que há ''uma segunda mão'' na autoria da peça e que a pesquisa, realizada por ela e por Emma Smith, ambas professoras da faculdade de Inglês da Universidade de Oxford, indicaria que o mais provável colaborador de Shakespeare seria Middleton.

Uma possível prova disso seria o uso de um termo incomum, ''ruttish'' (lascivo ou libidinoso), que consta da peça. Na mesma época, o termo também surgiu em uma obra de Middleton.

As peculiares instruções para os atores também estão mais próximas do estilo de Middleton do que do de Shakespeare, afirmam as autoras em seu estudo.

Não é possível se chegar a uma conclusão definitiva neste tipo de pesquisa literária detetivesca - e as próprias acadêmicas afirmam que há outros possíveis candidatos a parceiros de Shakespare, como John Fletcher - mas Laurie Maguire afirma que a peça oferece uma ''impressionante'' coincidência de estilos com Middleton.

THOMAS MIDDLETON


Nasceu e viveu em Londres - 1580 a 1627
É considerado o único outro dramaturgo de sua época, além de Shakespeare, que teria assinado obras-primas em gêneros diversos, como comédia, tragédia e história.
Lembrado por peças como A Criança Trocadae A Rapariga Turbulenta
Suas obras não foram publicadas até 1840

Fonte: Oxford Middleton Project

Middleton só foi se tornar um autor conceituado vários anos após sua morte. Ele é conhecido por ter abraçado diversos estilos, em peças como A Criança Trocada e A Rapariga Turbulenta. Ele era um londrino, mais jovem do que Shakespeare, o que, segundo Laurie Maguire, explica o uso de uma linguagem mais moderna no texto de Tudo Vai Bem Quando Termina Bem.

A co-autora do estudo, Emma Smith, diz que a colaboração entre os dois teria se dado em 1607, e a comparou à de um músico consagrado atuando ao lado de um artista em ascensão.

A autoria das peças atribuídas a Shakespeare vem sendo, há muito, tema de especulações. Laurie Maguire diz que nenhum acadêmico sério duvida que Shakespeare seja de fato autor dos textos atribuídos a ele. Mas sua pesquisa sugere que haveria uma cultura de colaboração na dramaturgia da época muito maior do que se imaginava.

Muitas peças eram escritas com rapidez e eram voltadas para o grande público, afirma a pesquisadora. Muitas vezes havia grupos de escritores que se associavam para produzir uma peça.

Alguns autores dentro dessas esquipes se especializavam em criar determinados tipos de personagem, enquanto outros eram bons em criar tramas.

Laurie Maguire diz que a reverência cultural por Shakespeare - a chamada bardolatria - ajudou a firmar a ideia de que o dramaturgo era um gênio criativo, que produzia suas peças isoladamente.

Mas apesar de acreditar que Shakespeare teria criado sozinho a maior parte de suas obras, todos os elementos em Tudo Vai Bem Quando Termina Bem sugerem a presença de um co-autor, tanto assim, afirma, que em determinadas passagens parece que um autor passou o texto para o outro.
Fonte: BBC

PENSAMENTO PARA O DIA


quarta-feira, 2 de maio de 2012

INVEJA MATA


Existem certas pessoas que desejam obter a alegria de outras, não por querer gozá-la, 
mas por invejá-la.
Se cada um de nós soubesse verdadeiramente o seu real valor a vida seria menos egoísta.
Vivemos tempos modernos, mas a mesma tecnologia que nos une também nos separa.
Creio na diferença de cada ser formado no cosmo e é por isso que luto todos os dias para ser diferente,
mas como isto incomoda aos outros!
"Dizem que sou louca por eu ser assim...
Mas louco é quem me diz que não é feliz.
Eu sou feliz!"
É tão fácil viver em paz e harmonia, sem guerras e egoísmos,
mas é preciso pagar um preço chamado escolha.
Pois toda ação tem uma reação;
e quem planta desamor com certeza acabará colhendo.
Antes de criticar procure saber o porquê da ação daquele ser,
não seja imediatista...
Atrás de cada obra existe uma história.
Beijos, Aline Carla Rodrigues.

Imagem: Obra de Matisse.

JON SHEER: FOTOGRAFAR AS TRADIÇÕES JAPONESAS


É norte-americano, mas vive há dezasseis anos no Japão. Durante este tempo, o fotógrafo produziu um extenso portefólio sobre a cultural oriental e, em especial, sobre as suas tradições e lugares espirituais. Com a intenção de captar as sensações que cada paisagem desperta, Jon Sheer utilizou técnicas de alta definição para revelar os seus mais ínfimos detalhes.

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© Jon Sheer, "Temple Of The Risen Sun".
“Don’t shoot what it looks like. Shoot what it feels like” –a frase é de David Alan Harvey, mas caracteriza na perfeição o trabalho de Jon Sheer. O fotógrafo norte-americano nascido em Nova Iorque e criado em São Francisco tem 37 anos e vive há dezasseis no Japão. Durante este tempo, Jon registou vários elementos da cultura oriental, em especial as suas tradições e lugares espirituais, captando cada paisagem com um impressionante detalhe.
As imagens focam templos budistas, santuários xintoístas, construções arquitectónicas e outros símbolos enraizados na cultura do país. Utilizando técnicas fotográficas de alta definição (HDR –High Dynamic Range Rendering), Jon consegue transmitir não só a sua beleza, mas também os sentimentos e o significado destas tradições. Para ainda reforçar o traço hiperrealista que pretende dar-lhes, termina por imprimi-las em painéis acrílicos, com cinco centímetros de espessura, e usar jactos de tinta UV – que recriam tons de cor extremamente realistas e de grande qualidade. Jon limita todas as imagens a apenas vinte exemplares; porém, faz questão de os personalizar.
Uma parte do seu trabalho encontra-se exposta na “Toast Gallery” em Paris. Em 2009,foi escolhido para representar o Japão na edição anual da “Relais et Chateaux Asia guidebook”, uma colecção exclusiva de imagens que apresenta pormenores de hotéis de luxo e restaurantes gourmets em mais de cinquenta países. Actualmente, a par dos projectos pessoais, Jon está a colaborar com outros fotógrafos japoneses na montagem de um documentário fotográfico sobre a catástrofe de 11 de Março.
Para conhecer mais sobre o autor, visite o site oficial ou consulte a sua página no Getty Images.
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© Jon Sheer.
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© Jon Sheer.
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© Jon Sheer.
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© Jon Sheer, "Gateway To Heavens".
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© Jon Sheer, "Haunted Temple of Hellish Nightmares".
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© Jon Sheer, "Eye Of The Sky".
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© Jon Sheer, "Blade Runner Bouquet".
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© Jon Sheer, "Belly Of The Beast".


Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2012/04/oriente_ao_pormenor.html#ixzz1tk6Py1ZP

A música não pode parar!


No último sábado, num dia que era para ser de festa, num concerto que reuniu mais de 1,5 mil pessoas no ginásio do Sesc, o maestro Jony William Villela, diretor da ONG Orquestrando a Vida, mantenedora da Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino, deu uma péssima notícia para o público. Ele anunciou o fim da atividade da organização, que ganhou fama internacional e que atende a aproximadamente 750 crianças, grande parte delas vindas de escolas públicas. Segundo Villela ele, a decisão foi tomada depois de uma reunião entre maestros e diretores da entidade, que alegam falta de recursos para levar o projeto adiante. Segundo o maestro, faltam recursos para pagamento de professores, maestros e para a manutenção dos gastos da organização. O fim das atividades da ONG está marcado para o dia 9 de maio, na Praça São Salvador, às 17h, com um ensaio aberto de todas as orquestras e bandas, com a presença das famílias dos integrantes do projeto e amigos da iniciativa.

Com quase 16 anos de existência, a ONG Orquestrando a Vida foi criada através de uma parceria entre o Centro Cultura Musical de Campos e a Fundação Musical Simon Bolívar (“El Sistema”, da Venezuela). O maestro defende a sensibilidade das pessoas que podem ajudar o projeto e solicita o auxílio de empresários e do poder público, para que continue ensinando música a crianças e jovens através de suas seis orquestras sinfônicas e duas bandas.
Na última segunda-feira, o maestro falou sobre o fim das orquestras e bandas no programa Folha no Ar, da PlenaTV. De acordo com Villela, todas as orquestras e bandas encerrarão suas atividades e apenas a Orquestra Mariuccia Iacovino cumprirá sua agenda de concertos de maio. “Em respeito ao público e aos artistas convidados que se apresentarão com a orquestra. Sexta(04), a Mariuccia Iacovino tem uma apresentação marcada para as 20h30, na Igreja de São Francisco, com o barítono Lício Bruno, considerado um dos grandes nomes do canto erudito no Brasil. E no dia 17 de maio, a orquestra participa de uma apresentação na Uenf, com a cantora Leila Pinheiro.


Depois destes concertos, a agenda será encerrada. Na nossa agenda, tínhamos apresentações no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, concertos em cinco festivais de inverno, duas turnês internacionais e concertos com Margareth Menezes, Neti Szpilman, corais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre outros”, comentou Villela.
Para o maestro, a solução por chegar por meio de patrocínios, se possível imediato, para que o pagamento das despesas possa ser feito. “Temos corrido, batido de porta em porta, mas, embora tenhamos uma intensa agenda de concertos em Campos e no exterior, me parece que somos ignorados e esquecidos. Durante 16 anos, somos responsáveis por 98% da agenda de concertos em Campos, além de participar de concertos no Brasil e no exterior. Não consigo entender o porquê do descaso com um trabalho sério, de qualidade e comprometido com a sociedade”, comenta Villela.

O maestro lembra que esta não é a primeira vez que a ONG apresenta dificuldades. “A tristeza de poder ver sempre o trabalho ameaçado, o pouco caso e a lentidão é que nos dei-xam indignados. Somos um patrimônio vivo de nossa cidade. Levamos nossa cultura a muitos palcos de renome e lutamos todos os dias com a realidade difícil de nossas crianças e jovens, que vêm de vidas difíceis e se encontram em uma ONG que traz esperanças de um futuro melhor. A missão da ONG Orquestrando a Vida é grande, mas precisa da sociedade, do poder público e de empresários para poder continuar a existir”, disse indignado o maestro.

A Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino, já se apresentou em países como Argentina, Bolívia, Paraguai e Estados Unidos. O maestro Jony William Villela lembra que a Mariuccia Iacovino encerrou sua turnê nos Estados Unidos, em novembro de 2011, no famoso Carnegie Hall, em Nova York. A turnê nos EUA foi destaque em vários programas de televisão, como “Ação Global”, da InterTV Planície.

Para 2012, a Orquestra Mariuccia Iacovino tem convites para voltar a Nova York, Bogotá, na Colômbia; Madrid e Barcelona, na Espanha; Porto, em Portugal; e Paris, na França.

Projeto ganhou fama e renome internacional.


Para o maestro Jony William, o fim das atividades pode provocar descrédito.


Na avaliação do maestro Jony William Villela, o fim das atividades da ONG Orquestrando a Vida vai provocar descrença das famílias e das crianças e jovens do projeto. "As famílias estão chorando desde já a possibilidade do encerramento das atividades. Eles se deslocam todos os dias para as aulas da ONG de todas as partes do município, distritos e bairros e enfrentam todos os tipos de adversidades para verem seus filhos encaminhados, pois na ONG, além da música, trabalhamos a disciplina, amor ao próximo, respeito e muitos outros conceitos importantes para formação do carácter", definiu


Para Villela, a paralisação do projeto de educação orquestral também é vista como caótica em termos mais amplos. "Na cultura de nossa cidade, será um caos, pois nestes dezesseis anos de ONG e vinte e um anos do Centro Cultura Musical, temos mantido a duras penas a cultura musical erudita da cidade. Será uma perda imensurável! Não falo de um trabalho de alguns anos e sabemos muito bem os bastidores difíceis que enfrentamos em nosso dia-a-dia", comentou o maestro.

O diretor geral da ONG Orquestrando a Vida também levantou outras questões. "Para a sociedade, ficam as perguntas. O que fazer com estas crianças e jovens que hoje empunham seus instrumentos e largam outras armas para lutar por um idealismo digno? O que fazer? Temos algum plano? Qual é o plano? Mais presídios, abrigos e policias? Para as famílias, restam a desesperança e a tristeza de ver seus planos de uma vida melhor para seus filhos indo embora. Para nós, fundadores, professores, monitores e diretoria, a tristeza de ver um dos maiores projetos do mundo indo embora, dentro de uma cidade de tanta riqueza e prosperidade. Sonho com um dia em que nossas crianças e jovens campistas possam empunhar instrumentos musicais, longe das mazelas da vida. Qie viva a oportunidade, educação e a esperança", apontou Villela bem emocionado (T.T)

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