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A ARTE RENOVA O OLHAR!

domingo, 1 de abril de 2012

Já temos a mais nova campeã do desafio TRIBARTE LVIII, e o seu nome é Cristiane!

Parabéns com louvor Cristiane!
Você acertou!
Quem fez a obra foi ...

Albert Eckhout

1610, Gröningen, Holanda
1666, Gröningen, Holanda
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
[creditofoto]
Pintor e desenhista, Albert Eckhout veio com Frans Post para Pernambuco, a chamada Nova Holanda na época, na comitiva do governador-general Johan Maurits, conde de Nassau-Siegen, conhecido em nossa história como Maurício de Nassau. O plano era retratar o Brasil holandês para os investidores europeus saberem a importância das terras ocupadas.

Sobrinho do pintor Gheert Roeleffs, Eckhout trabalhava em Amsterdã (Holanda) como ilustrador, aos 26 anos, quando foi convidado para a missão artística de Nassau. De 1637 a 1644, documentou frutas, flores, animais e pessoas do Nordeste brasileiro com desenhos e telas. Ficou fascinado pelo que encontrou no Brasil. A maioria das telas tinha mais de dois metros de altura. Foram pintadas para o Palácio de Friburgo, a residência de Nassau no Recife e foram levadas pelo governador quando os holandeses foram expulsos.

Mesmo após voltar à Europa, continuou a elaborar imagens sobre material recolhido, ainda patrocinado por Nassau. O príncipe presenteava com obras de Eckhout a nobreza europeia. Seu primo Frederico III, rei da Dinamarca, recebeu oito representações de índios brasileiros em tamanho natural e uma série de 12 naturezas-mortas com frutas tropicais. Essa coleção pertence ao Museu Nacional da Dinamarca e só foi exposta no Brasil no final do século 20.

Para o rei da França Luís XIV foi enviada uma coleção de oito pinturas, levadas para a manufatura de tapeçarias dos Gobelins onde foram reproduzidas na série chamada "Tapeçarias das Índias". Elas tornaram-se muito conhecidas e foram tão copiadas que os cartões originais que serviam de matriz para produzir novas tapeçarias se estragaram. O Museu de Arte de São Paulo (Masp) possui cinco da primeira série, a Petites Indes (Pequenas Índias).

Em 1876, D. Pedro II, imperador do Brasil, encomendou cópias de seus quadros, feitas pelo pintor Niels Aagaard Lutzen, que estão hoje no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro. A "Dança dos Tapuias" é considerada a obra-prima de Eckhout. O número de telas produzidas por ele na Nova Holanda pode ser bem maior do que se sabe.

Algumas de suas obras talvez tenham sido destruídas em incêndios. É provável que o próprio Eckhout conservasse alguma coisa para si, pois seus quadros apareceram em coleções particulares muito depois de sua morte. Embora alguns se perdessem durante a Segunda Guerra Mundial, ainda existem 80 telas de pássaros brasileiros, produzidas nos dez anos em que o artista esteve em Dresden, na Alemanha.

Depois do Brasil, Eckhout mudou-se para Amersfoort (1648), cidade onde batizou seus três filhos. Morou em Sachsen, Dresden (1653-1663), contratado por João Jorge II como pintor de sua corte. Mas, vitimado pela malária adquirida em sua estadia na América, voltou para sua cidade natal onde morreu no ano seguinte.

Pouco se sabe sobre a vida pessoal de Eckhout. Ele não recebeu o mesmo reconhecimento que o colega Frans Post no mundo das artes e ficou esquecido durante séculos. Ainda hoje historiadores contestam o valor artístico de sua obra, exaltando apenas o documental.
Segue a música da campeã!

Muito, muito obrigada por sua participação!
Excelente semana!
Beijos!

Eba! Eba! Hoje tem desafio TRIBARTE LVIII, quem fez esta obra?


"As obras de arte retratam o meio ambiente e as relações sociais de uma determinada época. O olhar geográfico em uma obra é bastante provocador no sentido de despertar o imaginário do geógrafo em relação ao espaço que ele não vivenciou e nem esteve presente. Essa suposição nos remete à afirmação de que a melhor forma de se compreender a geografia histórica e a formação social brasileira é através da arte."

Crítica: 'Heleno - O príncipe maldito'


A vida do jogador de futebol Heleno de Freitas possui elementos necessários para uma boa trama: glória, mulheres, dinheiro, vícios e tragédias. Utilizando-se deles, José Henrique Fonseca dirigiu seu mais novo longa,Heleno.


No filme, o genial e problemático ídolo tem seus escândalos e glórias muito explorados, o que garante o tom bastante dramático em certos momentos. Já no início da produção, manchetes de jornais expõem a fama do primeiro “jogador problema” dentro e fora dos campos, o que reitera seu dom para o futebol, mas também para o autoboicote.

Rodrigo Santoro encarga o jogador de futebol Helene de Freitas, no longa 'Heleno'




Profissionalmente, Heleno é uma figura ambígua ao se mostrar talentoso e extremamente determinado - chegando a, no fim de sua carreira, insistir em jogar bastante debilitado -, porém convencido a ponto de achar um suplício pedir desculpas e polêmico o suficiente para apontar uma arma para o então técnico do Vasco, Flávio Costa.


Não menos intensa, sua vida pessoal é acompanhada de muita bebida, cigarros duplos e de um conturbado, e nada discreto, triângulo amoroso com Silvia (Alinne Moraes) e a cantora Diamantina (Angie Cepeda), rendendo belas cenas e o "quê" novelístico do filme. Mesmo em meio a esse turbilhão dramático que por vezes enfraquece o filme, a força do ídolo alvinegro é perfeitamente resgatada e marcada em nossa época através da impactante atuação de Rodrigo Santoro.




Intensamente amado e odiado, Heleno é retratado fielmente e não decepciona.


Cotação: ** (Bom)

Fonte: Jornal do Brasil

O encontro de Tomie e Mitsunashi


Tomie e Mitsunashi.

Caiaque de Mitsunashi.

Obra sem título de Tomie.

Na ativa aos 98 anos - e sem parada -, a artista Tomie Ohtake exibe, na Galeria Deco, uma série de seis telas inéditas, criadas em 2012. São todas azuis, com uma variação sutil de formas entre cada uma. 'O azul é uma cor profunda e, por outro lado, muito transparente', diz a pintora e escultora. 'Lembra muito o mar e o mar foi uma imagem muito presente um ano atrás no Japão', continua Tomie, que sempre, em poucas palavras, agora se refere à força trágica dos tsunamis que atingiram seu país natal.
As telas de Tomie Ohtake integram uma das exposições que a Galeria Deco acaba de inaugurar como parte das comemorações de seus 30 anos de atividade em São Paulo. No sobrado no bairro da Bela Vista, o visitante ainda encontrará uma instalação nova do artista japonês Nobuo Mitsunashi, um barco de cerca de cinco metros construído com materiais como chumbo, madeira, argila, papel e fibras. São criações de diálogo, de encontro de referências, naturalmente, à água.
Tomie Ohtake, nascida em Kyoto, em 1913, chegou ao Brasil com 22 anos. Uma das mais importantes criadoras no País, ela é representada, na verdade, pela Galeria Nara Roesler. Mas ao ser convidada para participar das comemorações da Deco, criada, em 1981, por Hideko Suzuki Taguchi e René Sadayuki Taguchi como espaço dedicado à arte contemporânea japonesa (tendo como destaque, por exemplo, a exibição de trabalhos de Yayoi Kusama) e nipo-brasileira, a artista resolveu emprestar uma série de suas mais recentes pinturas. O movimento de formas diferentes, como círculos ou trechos de losangos sobre azul e claros e escuros, só pode ser percebido aos poucos, em lenta vibração.
Já Mitsunashi, nascido em 1960 em Tóquio, é um criador de presença em São Paulo. Basta lembrar de suas belas pirâmides de pedra sobre água instaladas, permanentemente no jardim da Luz, na Pinacoteca do Estado; de sua participação na 21.ª Bienal de São Paulo, em 1991; e de suas mostras como Hanazumi, exibida em 2005 no Instituto Tomie Ohtake - um painel com rosas, frutas e legumes carbonizados que remetia a uma técnica antiga e simbólica japonesa.
Ainda dentro da programação de aniversário, a Galeria Deco acaba de inaugurar Olhares Oblíquos, coletiva com obras de Albano Afonso, Adrianne Gallinari, Cris Bierrenbach, Felipe Barbosa, Futoshi Yoshizawa, Kako, Lia Chaia, Mazu, Roberto Okinaka, Rosana Ricalde, Sandra Cinto e Takashi Fukushima, que promovem o diálogo entre linguagens japonesas e brasileiras. / C.M.
Fonte: Estadão

Unhas de Caviar


Estilo chique!!!



Esmaltes coloridos para as descoladas, francesinhas para as clássicas, furtacor para as dancing girls...

Existem diversas formas de decorar as unhas e expressar a sua personalidade. A mais nova invenção são as unhas de Caviar. Você pode não ser Val Marchiori, nem fazer parte de reality show, mas pode copiar as unhas que estão bombando na Europa!

As unhas de caviar têm esse nome por usarem miçangas parecidas com a iguaria. São simples de fazer e dão um efeito incrível
.
Fonte: MSN

Ponto para o tricô!


Márcio Madeira/First View
Tricô com pele na 2nd Floor
Tricô com pele na 2nd Floor
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Falar de tricôs no inverno – perdoem o trocadilho – é quase chover no molhado. Ou não: a temporada de outono-inverno 2012 que rolou em SP e no RJ apresentou propostas bastante trabalhadas. Entre fluodesconstruídosmescladosmáxi e osclássicos, não faltam opções criativas pra todos os gostos.  Não vê a hora do frio chegar, e você? Escolha o seu tricô-desejo na galeria!
Fonte: MSN

Pensamento para o dia


“Porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.”                
II Timóteo 1.12

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