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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Frans Krajcberg, artista plástico, morre aos 96 anos no Rio




Morreu nesta quarta-feira (15) o artista plástico polonês Frans Krajcberg, de 96 anos, no Hospital Samaritano, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Nascido na Polônia e radicado no Brasil, ele passou a maior parte da vida lutando contra a devastação das florestas brasileiras por meio de suas obras de arte.


O corpo de Frans Krajcberg será cremado às 11h desta quinta-feira (15) no Memorial do Carmo, no Caju, Centro do Rio. O velório será realizado meia hora antes da cerimônia de cremação. As cinzas serão enviadas para o sul da Bahia, onde o artista plástico morava.


Segundo a assessoria de imprensa do Hospital Samaritano, a familía não permitiu a divulgação da causa da morte de Krajcberg.


Nascido na cidade de Kozienice, na Polônia, em 12 de abril de 1921, o artista plástico Frans Krajcberg chegou ao Brasil no final da década de 40.

Na década de 1970, escolheu a Bahia para morar. Engajado com a temática da natureza, ao longo da carreira ele procurou denunciar os crimes ambientais.









Por meio de suas obras, ele fez críticas a queimadas, exploração de minérios, desmatamento da Amazônia e desova de tartarugas marinhas.


Foi escultor, pintor, gravador e fotógrafo. Krajcberg estudou engenharia na Universidade de Leningrado. Na Segunda Guerra Mundial, perdeu sua família e se mudou para Alemanha, onde foi aluno da Academia de Belas Artes de Stuttgart.



No Brasil, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo com duas pinturas. Ele morou no Paraná e no Rio, onde passou a dividir um ateliê com o escultor Franz Weissmann (1911-2005), a partir de 1956.


Em 1972, o artista se mudou para Nova Viçosa, no sul da Bahia, mas viajava muitas vezes para a Amazônia. Frans era conhecido por usar raízes, cipós, caules e troncos para criar sua arte.

Em 2003, foi criado o Instituto Frans Krajcberg com mais de 100 obras dele.
Ele estava internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul. Nascido na Polônia e naturalizado brasileiro, ficou conhecido pela luta contra a devastação das florestas.
Fonte: G1

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

LUIZ SÔLHA, artista plástico







Esculturas em fio conduíte de eletricidade. Ferramenta: alicate 
Conheça mais trabalhos do artista AQUI

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Biografia - Joan Miró (1893-1983)

O jardim de Miró -1977

O céu contra a guerra
Ele nasceu em Barcelona e, na escola, era apelidado de "cabeçudo", por ser considerado o garoto mais abobalhado entre os colegas. Passava o tempo desenhando ou colecionando pedras e plantas. A contragosto, o senhor Miguel Miró Adzerias permitiu que o filho, aos 14 anos, ingressasse na Escola de Belas Artes de Barcelona. Mas o jovem não chegou a esquentar os bancos da instituição. Insatisfeito com o currículo essencialmente acadêmico, deixou de frequentar as aulas.

O pai de Miró convenceu-se de que o rapaz era um caso perdido. Obrigou-o então a se empregar como guarda-livros em uma drogaria e disse que ele precisava começar a planejar o próprio sustento. Resultado: a pressão e a rotina burocrática do trabalho levou o jovem Miró a uma crise de depressão, que veio acompanhada de febre tifóide.

Foi durante o período de convalescença, numa fazenda da família em Montroig, nas montanhas da Catalunha, que Miró decidiu levar adiante, apesar das resistências paternas, o projeto de ser artista. Ao retornar a Barcelona, passou a frequentar o ateliê e escola de arte de Francisco Gali, a partir dos quais passou a travar contato com o mundo artístico e boêmio da cidade. Apesar disso, seu comportamento arredio e introvertido nunca lhe permitiram acompanhar os colegas nas costumeiras incursões madrugada adentro.

Por volta dos 25 anos, em 1919, decidiu mudar-se para Paris, onde as vanguardas dominavam o cenário artístico e cultural. Instalado na capital francesa, Miró ficou particularmente interessado nas experiências surrealistas de exploração do inconsciente. "Ele foi o mais surrealista de todos nós", chegou a dizer o líder inconteste do movimento, o escritor André Breton.

Mais tarde, ao recordar esse período de sua vida, em que alternava os verões em Montroig e os invernos em Paris, o próprio Miró diria que havia uma diferença básica entre eles e os colegas ligados ao surrealismo. Enquanto estes utilizavam substâncias artificiais para "abrirem livremente as portas da percepção", seu principal canal com o mundo da alucinação e do delírio era mesmo a fome.

"Eu voltava tarde da noite para casa e, por falta de dinheiro, não jantava. Assim, rabiscava no papel as sensações que a fome provocava em meu organismo", revelaria. Sem conseguir vender um número suficiente de quadros que lhe permitisse uma vida apenas razoavelmente digna, Miró chegou a enfrentar o rigoroso inverno de 1925 tiritando de frio, pois não tinha recursos para sequer mandar consertar o aquecedor que estava quebrado.

Um contrato com o negociante de quadros Jacques Viot tirou-lhe dos tempos de penúria extrema. Em 1928, Miró aproveitou os melhores ventos e viajou para a Holanda, em busca de novas fontes de inspiração. No ano seguinte, casou-se com Pilar Juncosa, que lhe daria a única filha, Dolores, e com quem passaria a morar em Paris e, posteriormente, na Espanha. O artista levou um vida sossegada, dedicado integralmente à família e à arte, até o momento em que o fantasma da Guerra Civil Espanhola exigiu-lhe uma tomada de posição.

Contrariado, Miró trocou novamente a Espanha pela França, mas participou ativamente da luta pela liberdade de seu país. Pintou cartazes de propaganda política e idealizou o painel "O Ceifeiro", que seria apresentado ao lado do célebre "Guernica", de Pablo Picasso, no pavilhão espanhol da Exposição Internacional de Paris.

Quando estourou a Segunda Guerra Mundial, Miró viu-se forçado a deixar novamente a França, em 1940, diante da iminência da ocupação nazista em Paris. Depois de uma temporada em Maiorca, retornou a Barcelona, em 1942. Nesse momento, o artista confessou por mais de uma vez que estava desiludido com os rumos da vida na Europa e temeu a vitória de Hitler. São desse período algumas de suas obras mais líricas e famosas, as que compõem a série "Constelações", na qual parece conjurar céus inteiros para se sobrepor à fúria cega desencadeada pela guerra.

Miró e sua arte sobreviveram ao conflito e ganharam reconhecimento internacional definitivo nas décadas seguintes. Morreu aos 90 anos, rico e bem-sucedido, celebrado em todo mundo como um dos maiores artistas do século 20.
Fonte: Folha



quinta-feira, 28 de abril de 2011

Carlos Cal - Artista plástico que encanta!

Mulher com tucanos 60x80 cm - Carlos Cal 2005



    Encantadora de Pássaros 50x90cm - Carlos Cal 2010




Último Cangaceiro 60x80 cm - Carlos Cal 2010


Tocando Sax 60x90cm - Carlos Cal 2005


Há mais de dez anos residindo na cidade de Itupeva/SP, o 
Artista Plástico,Escritor,e Gestor Social, Carlos Cal, 
tem dado sua contribuição para o desenvolvimento 
dos aspectos culturais dessa cidade, levando sua arte para diversas
 cidades do interior, capital e, outros países.

Também, tem se destacado pela idealização e implantação do 
Projeto Chave Pra Vida, desenvolvido na cidade de Itupeva,
 concedendo cursos gratuitos em diversas áreas para crianças 
carentes dessa cidade. Colaborando assim, para a formação 
de futuros cidadãos conscientes de seus direitos e deveres.

Carlos Cal Artista Plástico / Escritor / Gestor Social
Contato: (11) 9899-0243
Site: www.carloscal.com.br
E-mail: acscarloscal@bol.com.br





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