Em tempos de abundância ou crise, cariocas sempre tiveram orgulho de sua cidade nada menos que maravilhosa. Agora eles têm mais alguns motivos para estufar o peito: depois da reinauguração da Praça Mauá, a cidade ganha (de presente de natal) o Museu do Amanhã.
Para falar sobre o futuro, nada melhor que olhar para o passado e o presente. Não havia melhor locação, então, senão a zona portuária, onde o Rio de Janeiro nasceu e se instalou e, agora, sofre intensas – e positivas – transformações ao se preparar para um amanhã mais consciente e (quiçá) próspero.
Se os cariocas sofreram durante quatro anos entre negociações e derrubada do Elevado da Perimetral, hoje já podem vivenciar o impacto (e alivio) de sua demolição. Ele já está esquecido e a região vislumbrada por Visconde de Mauá, que já abrigou a saudosa Rádio Nacional, virou ponto de encontro: os visitantes do MARse misturam aos food trucks e vizinhos sedentos por lazer...e água. A Baía de Guanabara virou piscina para os locais!
A renovada Praça Mauá já foi aprovada pelos cariocas
E a Baía de Guanabara virou piscina
E dela, aliás, que parte o projeto do espanhol Santiago Calatrava. O Museu do Amanhã invade um dos maiores símbolos do Rio de Janeiro e, se a ideia é mostrar as possibilidades de construção de um futuro melhor, o edifício começa seu discurso pela sustentabilidade: a água da Guanabara é usada nos sistemas de climatização e banheiros do museu e, depois, reutilizada nos espelhos d´água, onde ela é tratada e jogada de volta para a Baía.
O uso da energia solar garante um espetáculo à parte. Inspirado pelas bromélias do Jardim Botânico, Calatrava criou uma estrutura modular que se movimenta de acordo com o sol para potencializar a captação de luz.
Planta do museu com a expografia difidida pela cinco perguntas existenciais que o museu tenta responder
E dela, aliás, que parte o projeto do espanhol Santiago Calatrava. O Museu do Amanhã invade um dos maiores símbolos do Rio de Janeiro e, se a ideia é mostrar as possibilidades de construção de um futuro melhor, o edifício começa seu discurso pela sustentabilidade: a água da Guanabara é usada nos sistemas de climatização e banheiros do museu e, depois, reutilizada nos espelhos d´água, onde ela é tratada e jogada de volta para a Baía.
O uso da energia solar garante um espetáculo à parte. Inspirado pelas bromélias do Jardim Botânico, Calatrava criou uma estrutura modular que se movimenta de acordo com o sol para potencializar a captação de luz.



