Maria Gadú Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas trilhas caminham pra gente se achar, viu?
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas trilhas caminham pra gente se achar, né?
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Você passa, eu paro
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas trilhas caminham pra gente se achar, viu?
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Sai de si
Vem curar teu mal
Te transbordo em som
Põe juizo em mim
Teu olhar me tirou daqui
Ampliou meu ser
Quero um pouco mais
Não tudo
Pra gente não perder a graça no escuro
No fundo
Pode ser até pouquinho
Sendo só pra mim sim
Olhe só
Como a noite cresce em glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir
Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você
Olhe só
Como a noite cresce em glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir
Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você
Cor, energia, luz e texturas são as ferramentas deste jovem fotógrafo brasileiro que faz do corpo humano a sua matéria-prima. Personalidades vincadas, excêntricas, ou faces marcadas pelo tempo, o produto da vida, dão origem a imagens provocativas, emocionantes, com alma. Um trabalho justamente reconhecido e digno de referência!
Restart
Fiuk
Grooveria
Maria Gadú
Maurício Manieri
(Série Músicos)
Gabriel Wickbold é um jovem fotógrafo brasileiro com um portfólio invejável. Natural de São Paulo, é um autodidata que nunca estudou fotografia especificamente, mas confessa sempre ter tido contato com diferentes expressões artísticas, sendo a sua mãe uma artista plástica, e tendo já trabalhado com poesia e como produtor musical.
O fotógrafo formou-se em Rádio e TV na Faculdade de Comunicação e Marketing da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), o que desde cedo o colocou em contacto com a edição de vídeo, iluminação para televisão, direção de atores e toda uma mistura de linguagens que lhe permitem agora compor o seu trabalho.
No que à fotografia diz respeito, tudo o que aprendeu foi através da leitura, testes por todo o Brasil, contato com outros fotógrafos e um acumular de referências, culminando no desenvolvimento progressivo do seu modus operandi em estúdio e fora dele.
Empirista, a experimentação e a experiência são a sua motivação, e não tendo medo de tentar coisas novas, assume ser essa a sua busca constante. O trabalho de Gabriel é multifacetado, provocativo, evidenciando cores e detalhes, em imagens emocionantes e cativantes, o que lhe imprime uma identidade forte. A sua fotografia de eleição é o retrato, a base da sua obra é o Homem. Das encenadas e complexas fotografias de estúdio à simplicidade das fotografias de viagem, são as pessoas o denominador comum na criação de imagens que dizem mais do que mil palavras poderiam dizer.
'Sexual Color', é provavelmente o expoente máximo da sua expressão artística. Nele se conjugam todos os elementos que tem vindo a preservar e a desenvolver com uma nova interpretação da individualidade.
Mantém-se a energia e a loucura, a escolha de pessoas diferentes e exóticas recai sobre figuras públicas, e o factor de reinvenção de si próprio é a cor, o abuso desta, da luz e das texturas. Adriane Galisteu, Adriana Bombom, Didi Wagner e Fernanda Paes Leme são apenas algumas das personalidades que despiram a roupa, para depois cobrir a pele, sem adereços ou protecção, com camadas garridas de guache, tinta de aerógrafo, chocolate e maquiagem, numa "releitura do sexo por meio das cores". Cor e nudez, simplesmente, fundem seios, lábios, cabelos... sob a luz pop, o orgânico confunde-se com o inorgânico, a beleza é redefinida, ao mesmo tempo que a caracterização esconde e despe, revelando novas formas e personagens.
Adriane Galisteu
Didi Wagner
Fernanda Paes Leme
Carla Fiorito
Apesar da sua ainda curta carreira, o trabalho de Gabriel Wickbold é notável, tendo já corrido mundo.
É todo um trabalho intrigante, que cruza o real e o surreal, para dar a conhecer as várias dimensões do corpo humano, do Homem, ora sensual, erótico e orgástico, ora cru e envelhecido, simples ou complexo, aquilo que é e aquilo que pode ser.