Sem palavras diante de tanta beleza!
Que o artista maior, Senhor do Universo, seja engrandecido neste quadro singular.
Sinto o seu caminhar, João Filipe, alçando voos.
Que este dia cor de rosa espalhe o seu perfume sobre nós!
Amiga Edilene e João Filipe vocês são a alegria da amizade virtual que se tornou real!
Que a vida seja sempre cheia de encantos e possibilidades! Amamos vocês!
"Um eletricista aposentado do sul da França que trabalhou para o pintor espanhol Pablo Picasso revelou 271 trabalhos até então desconhecidos do artista. Pierre Le Guennec, de 71 anos, apresentou litografias, pinturas cubistas, cadernos e uma aquarela avaliadas em cerca de US$ 80 milhões (quase R$ 140 milhões). Le Guennec diz que recebeu os trabalhos de presente do pintor durante o período em que instalou alarmes antirroubo nas numerosas casas de Picasso na França, em 1973. Mas os administradores do patrimônio do pintor entraram com um processo por recebimento ilegal das obras de arte.
De acordo com o jornal francês Liberation, as obras incluem uma aquarela do "Período Azul" do pintor. Outros avalistas dizem que os nove trabalhos cubistas de posse de Lê Guennec valem, sozinhos, aproximadamente US$ 53 milhões. O correspondente de arte do jornal francês Vincent Noce disse à BBC que algumas obras datam de quando Picasso chegou a Paris e era completamente desconhecido, em 1900.
"Elas são valiosas por seu significado histórico. Mais de 200 são desenhos e alguns são o que chamamos de colagem cubista. Em 1915 ele estava trabalhando com (Georges) Braque e fazendo todo tipo de experimento. Então estas colagens são muito raras, porque a maioria delas foi destruída quando ele mudava de um atelier para outro", afirmou.
O eletricista contactou os administradores do patrimônio em uma tentativa de ter as obras autenticadas por seu filho, Claude. No entanto, Claude Picasso disse não ter acreditado na explicação de Le Guennec sobre como conseguiu as obras. A família do pintor já teria reportado o caso ao Escritório Central pela Luta Contra o Tráfico de Bens Culturais, da Unesco, e dado início a um processo contra o eletricista aposentado. A polícia já interrogou Le Guernnec em sua casa na Cote D'Azur e confiscou as pinturas."
Pintor e escritor Kandinsky formou-se em Direito e Economia. Seu interesse pela pintura veio do impacto que lhe causou a exposição de 1895, dos Impressionistas franceses, apresentada na Rússia. Viajou a Paris em 1896, decidido a dar início a seus estudos artísticos, aos trinta e um anos de idade. Seguiu para Munique onde, sob a tutela de Anton Azbé, estudou pintura por dois anos, prosseguindo, em seguida, os estudos com o professor da Academia de Munique, Franz von Stuck. Kandinsky recebeu nesta época influências dos trabalhos de Gauguin, dos Nabis e de Seurat.
Influenciado pelo Art-Nouveau, que atingia toda a Europa, Kandinsky, aliando-se ao espírito de época, fundou em 1901 uma associação de artistas chamadaPhalanx (Falange). Entre 1903 e 1908, viajou para a Itália, Holanda e Tunísia. Depois de um período de contínuas viagens, conheceu Gabriele Münter, Jawlensky e Werefkina. Dessa amizade de intensa colaboração surge a "Nova Associação de Artistas de Munique", em 1909. Em 1911, na terceira exposição do grupo, sua obra foi rejeitada; Kandinsky, apoiado por Franz Marc, Kubin, Gabriele Münter, Jawlensky e Werefkina, rompeu com a Associação. No ano seguinte, ele e Franz Marc resolveram organizar uma mostra na Galeria Tannhauser, que seria então a fundação do O Cavaleiro Azul/Der Blaue Reiter, grupo em que atuou até o início da Primeira Guerra, ocasião em que voltaria à Rússia. Ficou afastado da Alemanha até 1922, quando recebeu um convite de Walter Gropius para fazer parte da Bauhaus.
Desde o final de sua permanência em Moscou, houve uma geometrização de suas figuras e uma aproximação com as obras de Paul Klee. Em 1926, escreveria'Ponto e Linha sobre o Plano', que pode ser visto como um desenvolvimento das idéias já contidas em 'Do espiritual na arte', de 1912. Em 1933, com o fechamento da Bauhaus, Kandinsky foi a Paris. Não se observa grande modificação na sua produção artística entre o período anterior à Bauhaus e este em Paris, contudo acentua-se o colorido e as referências místicas em suas obras.
"A obra reflete-se na superfície da consciência. Ela encontra-se 'para lá de' e, quando a excitação cessa, desaparece da superfície sem deixar rastro. Existe aí também como que um vidro transparente, mas duro e rígido que impede todo o contato direto e íntimo. Ainda aí temos possibilidade de penetrar na obra, de nos tornarmos ativos e de viver a sua pulsação através de todos os nossos sentidos. Para além do seu valor científico, que depende de um exame dos elementos particulares da arte, a análise dos seus elementos constitui uma ponte em direção à vida interior da obra."
Fonte: W. Kandinsky, Ponto e Linha sobre Plano, 1926.
Picasso tem um destaque especial nas memórias do pintor Cícero Dias. Em Eu vi o mundo, o pernambucano relata diversos encontros com o artista espanhol, visitas a seu ateliê e o contato com suas obras. Os dois tornaram-se grandes amigos; Picasso, inclusive, batizou a filha de Cícero, Sylvia Dias.
A seguir apresentamos alguns trechos em que Cícero Dias conta sobre seu primeiro encontro com Guernica e narra uma de suas visitas ao ateliê de Picasso:
“A Espanha convulsionada, em plena guerra civil, apresentou-se em um pequeno espaço: o Pavilhão da Espanha Republicana. Exibia uma expressão plástica e política como nenhum outro país poderia mostrar: Guernica, de Picasso, e a maravilhosa Fonte de Mercúrio de Calder (…)“Nos dias seguintes novos encontros se sucediam em Montparnasse. Picasso vinha acompanhado de um grupo espanhol, mas sempre nos apresentava a todos os seus compatriotas. Tínhamos de assinar um pedido ao governo francês a fim de facilitar o tratamento dado aos espanhóis que haviam entrado na França, fugindo das hordas franquistas, e estavam em situação irregular. Muitas vezes, eu e esse grupo de espanhóis seguíamos para o ateliê de Picasso, na Rue des Grands-Augustins. Vários assuntos eram tratados: situação da Espanha, fascismo, comunismo, exposição surrealista, Breton, Éluard etc.”
“Lá fui eu, à tardinha, para a Rue des Grands-Augustins, ateliê de Picasso. Ele vivia intrigado, colocava ou não colocava cor em Guernica. Interpelava muitos de seus amigos a esse respeito. Por sinal, encontrei-o com Chagall, com quem ele discutia, em frente à Guernica: cor ou não? O mestre russo coçava a cabeça e dizia: “Deixa Guernica como tu fizeste. Deixa, não toca, deixa como está”. O mestre russo se balançava como que dançando. Na saída, Picasso acompanhou Chagall até a rua. De volta ao ateliê, sentimos que estava aliviado, confortado. Ninguém melhor do que Chagall para opinar.Guernica ficou com seu primeiro bem-estar, forte, bem forte.
“Toda a obra de Picasso se assemelha a voragem e trovoadas. Uma obra e um homem se renovando todo tempo. Sua vida sentimental e sua obra vivem em constante mutação. Uma obra viva. Rememorando o mundo. Nela não havia espaço para o automatismo psicológico. Não era um artista dado a repetições. Em minhas constantes visitas ao seu ateliê sentia um saudável estímulo. Quanto mais minha existência perdurava, mais cultivava a arte, me tornava um homem sem idade. A arte, pela sua natureza, é uma expressão abstrata do pensamento humano. Onde a idade não soma.”
Parabéns com louvor! Você acertou foi Georges Seurat!
Georges-Pierre Seurat ou maiormente conhecido como Georges Seurat, nasceu no ano de 1859 em Paris, em toda sua carreira de pintor teve grande reconhecimento como um dos pioneiros do divisionismo, que é conhecido também como pontilhismo.
No ano de 1877, Georges Seurat iniciou seus estudos artísticos na Escola Superior de Belas Artes de Paris, mas devido a obrigação do serviço militar ele precisou interromper seus estudos durante um ano. Dentro do quartel de Brest (localizado na região de Bretanha) o artista fazia diversos esboços do mar, praias e barcos.
A partir do ano de 1880, Seurat se encontrava em Paris e passou a pintar seus quadros usando técnicas do pontilhismo. A importância do pontilhismo é tão grande, que é considerada a teoria que tornou possível a criação da televisão e imagem digital.
Panmela Castro - Grafiteira Premiada eleita como uma das 150 mulheres que estão Bombando no mundo!
A Rede Nami está em festa. Pudera, a presidente Panmela Castro durante este último mês deu orgulho. Pra quem ainda não conhece, a Nami é uma rede feminista de artistas urbanas que usa o graffiti, o teatro e outras artes como ferramenta da promoção dos direitos das mulheres e contra a violência doméstica.
A graffiteira Panmela Castro, Aka Anarkia, idealizadora e fundadora da Rede Nami foi eleita junto com nossa presidenta Dilma pela prestigiada revista Newsweek como uma das 150 mulheres que estão abalando o mundo! Além de Panmela e Dilma, entraram para a lista personalidades como as atrizes Meryl Streep e Angelina Jolie, a cantora Lady Gaga, a secretária dos Estados Unidos Hillary Clinton, a chanceler alemã Angela Merkel, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner e a ex-mandatária do Chile, Michelle Bachelet, agora diretora-executiva da agência ONU Mulheres.
Panmela recebeu das mãos de Jessica Alba na sede da ONU em Nova York o DVF Awards, homenagem anual `as mulheres que lutam para diminuir a violência e a injustiça de gênero realizada pela prestigiada estilista Diane Von Fustenberg. Mais quatro mulheres foram homenageadas na noite, entre elas Oprah Winfrey, que à frente da fundação que leva seu nome, faz um trabalho importante para melhorar a educação e a vida de mulheres e crianças ao redor do mundo.
Panmela está agora em uma turnê que começou em Nova York, passou por Madison, Washington DC, Praga e agora segue para Viena, Istambul e Madrid aonde pinta murais, ministra de workshops e participa de conferências. Quando chegar no Brasil em maio, além de colocar o trabalho em dia na Rede Nami e os estudos para o Mestrado da UERJ aonde desenvolve seu projeto de Artes, Panmela irá se dedicar ao preparo de suas duas próximas exposições que aconteceram em junho: A “Eat Art” aonde Panmela apropria-se de corpos masculinos para pensar o lugar da sexualidade feminina e será realizada na Galeria Heloneida Stuard no Espaço Cultural Conselho Estadual de Direitos da Mulher e a sua primeira exposição em Nova York, no Bob’s Bar, pico clássico da cena urbana.