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domingo, 22 de julho de 2012

Eba! Eba! Já temos a mais nova campeã do desafio TRIBARTE, e o nome dela é Edilene! Você acertou quem fez a obra foi Giacometti.

Parabéns amiga Edilene, mais uma vez o TRIBARTE agradece a sua maravilhosa participação!



Uma ampla exposição na Pinacoteca do Estado aproxima a obra de Alberto Giacometti do público paulistano.


Pinturas e esculturas, com a mesma maestria

Giacometti nasceu na Suíça, em 1901, mas viveu em Paris de 1922 a 1966, ano em que faleceu. A exposição que está na Pinacoteca é da coleção da “Fondation Alberto et Annette Giacometti”, apresentando obras do início da carreira do artista, passando por várias etapas que compreendem obras do Cubismo, Surrealismo, correntes abstratas e o retorno à figuração. Concretamente, são telas, esculturas, xilogravuras e peças de arte decorativa.

A exposição é impressionante. O domínio técnico do artista é a base para todas as viagens, todas as experiências formais. Giacometti trabalha com elementos mínimos e com grandes objetos; domina a representação da realidade assim como se expressa, alterando a realidade, criando novas perspectivas ou abstraindo formas, sugerindo outras, novas e inusitadas.

Nos retratos pintados ou nas esculturas, o fascínio do artista pela cabeça humana fica evidente. Cabeças achatadas, cabeças esculpidas em diferentes escalas, chegando a admiráveis figuras mínimas que parecem esculpidas em um palito de fósforo, todavia guardando graça e elegância. É notável também a criação de figuras esguias, silhuetas femininas que esbanjam leveza e suavidade. Nas paisagens, imagens de seres emergem de montanhas através dos traços do artista.


Esculturas esguias, elegantes e o autor, entre seus trabalhos.

Ao longo da exposição, distribuída por 12 espaços, mais o espaço central da Pinacoteca, o Octógono, alguns estranhamentos:

Na primeira sala, dedicada à primeira fase do artista, a curadora optou por colocar alguns desenhos de nus atrás de uma parede, como se os escondendo em uma censura velada. O que diria o próprio artista sobre essa decisão?

Em outra sala, é lembrado o encontro entre Giacometti e Jean-Paul Sartre, o intelectual que escreveu dois importantes ensaios sobre o artista. Algumas citações de Sartre, escolhidas pela curadora, foram impressas nas paredes da sala. Nessas, optou-se por frases de grande efeito, mas de conteúdo vazio. O problema não é Sartre.

Agora a exposição se encontra no MAM.

.Fonte: http://valdoresende.com/tag/alberto-giacometti/ 

Segue a música da campeã!


Boa semana amiga!

Obrigada pelo carinho com o TRIBARTE!
Beijos, Aline Carla Rodrigues.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

"O HOMEM QUE CAMINHA"






Escultura de Giacometti se torna a mais cara obra leiloada.

"L'Homme qui marche", uma das esculturas mais icônicas do suíço Alberto Giacometti (1901-1966) se tornou a obra mais cara do mundo a ser leiloada por 65 milhões de libras (US$ 104,3 milhões) na casa Sotheby's de Londres.
A impressionante escultura, de 1m83cm de altura, superou o recorde mundial que ostentava até agora "Garçon à la pipe" (Rapaz com cachimbo, em livre tradução) do espanhol Pablo Picasso, que foi negociada em 2004 no Sotheby's de Nova York por US$ 104,1 milhões.
Um porta-voz da casa de leilões confirmou que a peça de Giacometti, considerada um exemplo de sua maturidade criativa, é "a obra mais cara leiloada".
A estátua estilizada, que tinha um preço estimado em 18 milhões de libras (US$ 29 milhões), concentrou o interesse dos compradores por ser a primeira vez em 20 anos que uma peça de Giacometti com essas dimensões é colocada à venda.
Trata-se de um bronze monumental fundido em 1961 e comprado por volta dos anos 80 pelo banco alemão Dresdner Bank.
Anos depois, a peça passou a integrar a coleção do Commerzbank, que este último banco comprou do primeiro.
O dinheiro da venda da escultura será destinado às fundações do Commerzbank e a alguns museus, segundo informou previamente Sotheby's.
Em 9 de novembro, em Sotheby's de Nova York, outra obra de Giacometti, intitulada "L'Homme qui chavire", foi negociada por US$ 19,3 milhões, acima do preço estimado entre US$ 8 milhões e US$ 12 milhões.
"L'Homme qui marche" representa o ponto culminante da experimentação do escultor suíço com a figura humana e pertence a sua etapa da maturidade.
A monumental escultura devia integrar um projeto público que nunca saiu do papel.
Ao perceber que demoraria muitos anos para realizar o projeto, Giacometti terminou abandonando a ideia.
No leilão londrino também foram vendidas outras obras-primas, entre elas um Henri Matisse (1869-1954), "Femme Couchée", que juntos renderam 4,4 milhões de libras (US$ 7 milhões).
Na lista das 25 obras mais caras do mundo, estão oito pinturas do Picasso. Além do espanhol que ostenta o segundo e o terceiro lugares nesse ranking, ainda aparecem Gustave Klimt, Van Gogh, Claude Monet, Renoir, Francis Bacon, Rubens e Mark Rothko. EFE

Imagens do Google.

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