SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Criatividades com papel e plástico. Fantástico!!!












Fantástica esta ideia super ecológica: uma toalhinha de mesa de crochet feita com sacolas plásticas! Você pode ver o tutorial aqui no blog Creative Jewish Mom.

Obs.: As criatividades com papel estão no Etsy.

sábado, 23 de janeiro de 2010

VIAJAR É PRECISO!



[39] Pensar é viajar (Charles Feitosa)


Fazer filosofia é como viajar sem sair do lugar, um movimento subterrâneo imperceptível do corpo. Não se trata de uma "viagem interior", mas de uma nomadização das relações com o mundo, no sentido de viver como um nômade, sem território fixo. Qualquer um, letrado ou iletrado, pode arriscar embarcar nessa experiência. Toda viagem é, a princípio, uma oportunidade excepcional de se encontrar com aquilo que não é familiar, nas suas mais variadas manifestações, desde o clima, vocabulário, comportamentos ou culinária. Trata-se de um mergulho admirado na alteridade. Viajar é, além disso, permitir que a força do inesperado nos arrebate. Quando viajamos abandonamos provisoriamente a segurança de nossas casas e a identidade garantida por nossas propriedades, nosso trabalho e nossa rede de amizades.

As viagens ajudam a relativizar as verdades e fazem circular as ideias.


Viajante e filósofo se assemelham na atitude: ambos se desembaraçam da rotina diária de trabalho e diversão e se deixam levar pela atmosfera de admiração pelo mundo. A diferença sutil, mas clara, é que o viajante tende a se surpreender com os aspectos mais inusitados dos lugares que percorre, ao passo que o filósofo se espanta principalmente com os acontecimentos tidos por banais e evidentes à sua volta.


Aquele que viaja por conta própria, ou é exilado à força, é retirado do seu lugar habitual. O hábito é como uma capa ou véu que cobre as questões, as relações e estados de coisas. O hábito é como um cobertor de algodão – cobre todos os cantos e abafa os sons, é anestésico, esconde informações. O hábito faz tudo ficar bonito e tranquilo. Na viagem ou exílio, em que o cobertor do hábito foi retirado, passamos a perceber de forma mais apurada as coisas e tornamo-nos revolucionários, mesmo que apenas para inventar um novo lugar para morar.

Filosofar é migrar voluntariamente, exilar-se da própria casa, da cidade, de si mesmo, retirando a cobertura do habitual que repousa sobre o mundo.


A mais radical imagem do filósofo viajante concentra-se no nome de Nietzsche. Convencido da influência profunda da atmosfera de um lugar sobre a vida e o pensamento, o "profeta sem morada" peregrinou constantemente entre os Alpes e o mar Mediterrâneo, da Itália à França, entre a Suíça e a Alemanha, sempre em busca de regiões não muito quentes no verão e não muito frias no inverno.


Em uma anotação da primavera de 1874, Nietzsche recomenda enfaticamente que o aprendiz de filosofia se eduque "através de viagens, na juventude". Mas tudo depende do modo como se viaja. No parágrafo 288 de Humano, Demasiadamente Humano (1886), ele diz que há cinco tipos de viajantes:

1) os que querem mais ser vistos do que ver nas viagens;

2) os que realmente veem algo no mundo;

3) os que vivenciam alguma coisa em função do que é visto;

4) os que incorporam e carregam consigo as vivências da viagem;

5) finalmente os de maior força, aqueles que colocam as experiências incorporadas de novo para fora, através de ações e de obras, tão logo retornam à casa.

O segredo da filosofia e de toda viagem está, portanto, na capacidade de deixar se atravessar por aquilo que atravessamos pelo caminho.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

(Enigma de Leonid Afremov)

“A arte diz
o indizível;
exprime o
inexprimível,
traduz o
intraduzível.”

Leonardo da Vinci

domingo, 17 de janeiro de 2010

ALEXANDRE, O GRANDE



É por isso que ele era chamado de 'O GRANDE'.
Os 3 últimos desejos de ALEXANDRE, O GRANDE:
1) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2) Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados como prata, ouro, e pedras preciosas;
3) Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:
1) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3) Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos...
Pensem nisso....

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

VIDA FEITA DA ARTE DE SER SOLIDÁRIA, ZILDA ARNS.



"Em frente e não esqueçam / Onde está a nossa força! /Na fome e na fartura /Em frente e não esqueçam /A Solidariedade". A Cançaõ da Solidariedade ("Solidaritätslied") foi composta por Bertolt Brecht e Hanns Eisler para o filme "Kuhle Wampe" (1931).

É o relato da vida de uma familia alemã em plena crise econômica. Pai e filho estão no desemprego e quando o filho se suicida em desespero, a família tem que deixar a casa e viver num acampamento, chamado "Kuhle Wampe" ("Barriga Fria", sinônimo de "Barriga Vazia" ou "Fome"). O filme foi proibido pelos Nazis em ascenção.Ficou famoso o diálogo final do filme: "Quem deve mudar o mundo?" pergunta um senhor abastado.

"Aqueles, a quem ele não agrada", responde uma trabalhadora.

A "Canção da Solidariedade" foi cantada inúmeras vezes nas grandes manifestações europeias dos anos '70 e '80 em protesto contra o perigo do armamento nuclear e dos centrais de energia nuclear.

Esta canção faz meu coração lembrar de Zilda Arns que partiu deixando-nos o exemplo de suas ações.


PARA REFLETIR…

“Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo.É a mais bela qualidade de um revolucionário.” (Che Guevara)
Fonte: Anacruses e ig.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

2010 - Centenário de Joaquim Nabuco...











Algumas fotos sobre a vida de Joaquim Nabuco e imagens de Debret.
Fonte: Acervo digital de Veja.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Para você que é fashion e gosta de arte inovadora.



Para a próxima coleção de verão, a H&M irá trabalhar com um jovem estilista para criar camisetas engraçadinhas e originais. O mais bacana é que ele poderá brincar com a interatividade na internet, usando fotos dos clientes do mundo inteiro.
O eleito para desenvolver esta nova coleção é o sueco André Lorenz Stock, de apenas 18 anos.
Mesmo com a pouca idade, o estilista criou a marca
Black Book, que faz camisetas super estilosas e já cairam no gosto dos fashionistas.
Para participar do
projeto Black Book, basta enviar uma fotinho para facebook@hm.com, até o dia 28 de janeiro.
As melhores fotos serão usadas para criar algumas camisetas, que chegam nas lojas no final do mês de abril.

Autor: Alline Cury

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