Assim como devemos ir regularmente ao médico para examinar o nosso coração, escutar suas batidas, aferir a pressão, fazer eletrocardiograma, teste ergométrico e ficar atento às orientações médicas, pois em alguns casos há a necessidade de alterar a dieta alimentar, fazer caminhadas e exercícios, também devemos cuidar do nosso coração "interior", pois é ele que determina o nosso falar e o nosso agir.
A Bíblia se refere ao coração como sendo o centro da mente, emoção e vontade e nos aconselha a guardar o nosso coração, porque dele procedem às fontes da vida. (Provérbios 4.23)
Uma excelente maneira de guardar o nosso coração é buscar orientação e conselho nas Escrituras Sagradas, pois Deus em sua infinita e imensurável sabedoria traz ensinamentos valiosos que auxiliam a nossa caminhada e nos guiam ao caminho correto levando-nos a produzir frutos de justiça.
Quando alguém passa a aplicar o coração em outras prioridades corre o risco de sair do caminho seguro que o Senhor idealizou para a sua vida, podendo acarretar consequências nada agradáveis na vida da própria pessoa e daquelas que a cercam.
Será que nossas palavras têm causado o bem ou o mal? Será que têm transmitido paz ou desavenças?
Tiago, o apóstolo, em sua carta, nos alerta sobre o uso da língua e enfatiza que este pequeno membro do nosso corpo é responsável por grandes desavenças. Tiago nos aconselha a ser "prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para se irar". (Tiago 1.19)