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A ARTE RENOVA O OLHAR!

terça-feira, 29 de março de 2016

Tirinhas



Com relação às tirinhas I e II apresentadas, julgue os seguintes itens.O conteúdo das duas tirinhas expõe o lado negativo da Internet, que é a limitação da vida das pessoas ao mundo virtual.

C. Certo
E. Errado

Descubra as tendências que estão de volta na decoração


Por que não brincar com elementos que, outrora, já foram taxados de cafona? O momento atual pede por um décor livre e sem preconceitos, onde todos os recursos são possíveis desde que bem dosados. O resultado, mais do que inovador, pode ser surpreendente!

Animais no hall de entrada


Aparador vintage (anos 1960), design Jorge Zalszupin, da L’Atelier, na Loja Teo; sobre ele, a partir da esq.: vasos vintage (anos 1950/1960), na Loja Teo, coelho decorativo Pan Pan, design B. Kuehne-Thompson, da Ligne Roset, e luminária Cesta Trade (1962), design Miguel Milá, da Santa & Cole, na FAS. Na parede, forrada com tecido Cheverny, da Print’s Tecidos, fotografia Wriezen, 2013, de Jenchen & Raccah, na Galeria Nacional.




Capim fake sobre as paredes

Sofá Zeus, design Antonio Citterio, da Flexform, na Casual Interiores. Mesas laterais Skin, design Marcus Ferreira, da Decameron; sobre elas, vaso vintage 1970), na Loja Teo, e luminária Gatto (1960), design Achille & Pier Giacomo Castiglioni, da Flos, na OnLight. No piso, assoalho Multistrato Amêndola, da linha Ecostrato, da Indusparquet, etapete Drops, nepalês, na Phenicia Concept. Na parede, forrada com camurça Capim Santo, da coleção Surface Project, da JRJ Tecidos, quadro Prato Portrait, do Studio Orbi, na Orbi Brasil. Vaso com avelós (à esq.) e planta suspensa barba-de-velho, da FLO Atelier Botânico.

Natureza (quase) real
Cadeira Eames Molded Fiberglass Shell (1953), design Charles e Ray Eames, da Herman Miller. Mesa de jantar vintage (anos 1960), design Joaquim Tenreiro, no Espaço Cardeal; sobre ela, escultura Barco, 2012, de J. Reis, na Arte Aplicada. Pendente Utzon (1947), design Jorn Utzon, da Tradition, na OnLight. Na parede, revestida com papel de paredeCroissette, design Christian Lacroix para Designers Guild, no Empório Beraldin, espelhovintage (1970), na Legado Arte. Piso Paviflex Chroma Concept 9201932, da Tarkett.


Amarelo sem medo


Aparador Pergaminho, design Theodore Alexander, na Kamy Casa; sobre ele, abajurChinoz, design Jaime Hayon, da Parachilna, na Puntoluce, vaso vintage (1960), alemão, da Jopeko Keramik, na Legado Arte, e xícara Larcos, design Rodrigo Khuri, da Kurhi, na Galeria Nacional. Cama de ferro Patente, da Dom Mascate; sobre ela, almofada Calvi, design Paul Haubert, da Arcade, na Collectania, jogo de lençol superking Rosa Linho, da Buddemeyer, a Casa Almeida, e mantas África (estampada) e Ponto Pipoca Bege, de Paola Muller, na Amoreira. Mesa lateral Oito, de Humberto da Mata, na PAIR; sobre ela,copo vintage de cerâmica pintada (1950), no Acervo Brutto. Cadeira Dent, design Jon Lindströme Henrik Kjellberg, da Bla Station, na Scandinavia Designs. Na parede, stucco mineral Cornelsen & Croso, cor Giallo Napoli, do Studio Passalacqua, e aquarela de Elias Lavan, 1964, no Acervo Brutto. No piso, Paviflex Chroma Concept 9201723 (azul) e Paviflex Chroma Concept 9201104 (branco), ambos da Tarkett.



Vermelho de bom tom
Cômoda Delphine, design Fabio Berbari e Ricardo Minelli, da Érea; sobre ela, lumináriaBlade, da Baxter, na Casual Interiores, e vasos vintage (anos 1950), de cerâmica com pintura artesanal, no Acervo Brutto. Cadeira Pedrali Malmo, design Cazzaniga Mandelli Pagliarulo, da Pedralli, na Kamy Casa. Na parede, stucco mineral Cornelsen & Croso, cor Rosso Venezia, do Studio Passalacqua, e quadro Mercúrio, séc. 17, italiano, na Anno Domini. No piso, ladrilho Quadrantino, design Studio Passalacqua, da Ladrilar

Estampas em exagero

Chauffeuse estilo Luís XVI (anos 1920), francesa, no Espaço Cardeal. Banco Toot, design Piero Lissoni, da Cassina, na Montenapoleone; sobre ele, manta de tricô Ponto Pipoca Chumbo, de Paola Muller, na Amoreira. Pendente Bispo (2016), na Puntoluce. Sobre a pilha de livros, leiteira tipo borrão (anos 1920), da Grindley, na Loja Teo. PufeTriângulos, de Paola Muller, na Amoreira. Na parede, forrada com tecido Pitanga Carbono, da Regatta Tecidos, tela Paisagem Italiana, séc. 18, artista desconhecido, na Anno Domini. No piso, assoalho Multistrato Amêndola, da linha Ecostrato, da Indusparquet, e tapete Xadrez (2015), da Nani Chinellato, na Casual Interiores.

Casa Vogue

Prossigamos por Aline Carla Rodrigues


Temos vividos dias inimagináveis, terrorismo, tsunami, rio de lamas, enchentes, seca, desemprego, crise, corrupção, zica vírus, ebola, depressão, traição, síndromes sem fim, e ainda assim continuamos andando.

Às vezes cabisbaixos, vagarosamente, mas prosseguindo!

Somos infinitamente pequenos diante da grandeza do nosso Universo, sequer conseguimos contar as estrelas e os pequeninos grãos de areia, contudo a força do entusiasmo conquista todos os dias o re(começar).

E é por isto que estou recomeçando, pois sei em quem tenho crido, e Ele está no controle.

Ainda que não o veja, ouço a sua voz nos cantos dos pássaros que adentram minha sala, no brilho solar, e também na escuridão que reluz a beleza da lua.

Quem está comandando o equilíbrio deste espetáculo chamado mundo, respeita as escolhas que faço, apesar de não retirar as consequências dela, pois é Justo, Verdadeiro, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz!

Deus tem amor incondicional, apesar do medo que norteia o nosso caminho, Ele está conosco, e não nos deixa sós.

Força, fé e coragem!

Prossigamos, o bem sempre vence o mal!

Carinhosamente, Aline Carla Rodrigues.  

Pensamento para o dia:não temais!



Jeremias Capítulo 42


11 Não temais o rei de Babilônia, 
a quem vós temeis; não o temais, diz o SENHOR, porque eu sou convosco, 
para vos salvar e para vos livrar da sua mão.

domingo, 27 de março de 2016

Arte em ovos








Sensacional!

Você já se perguntou por que fecha os olhos quando beija outra pessoa?



 Você já se perguntou por que fecha os olhos quando beija outra pessoa? A ciência sim e pode ter encontrado a resposta para essa questão. Segundo um estudo da Universidade de Londres, na Inglaterra, as pessoas fecham os olhos para manter o foco na tarefa que estão realizando.

Isso significa que o cérebro tem dificuldade em processar um sentido ao mesmo tempo em que tem um estímulo visual. “Já se sabia que o aumento das exigências de uma tarefa visual poderia reduzir a atenção em estímulos visuais e auditivos”, explica Sandra Murphy, uma das autoras do estudo, em uma entrevista ao jornal inglês The Independent.

Contudo, para chegar a essa conclusão “romântica”, os cientistas não analisaram casais se beijando. Na realidade, o foco da pesquisa era entender como os alertas táteis (aqueles que vibram para chamar a atenção da pessoa) dos carrosfuncionam para o ser humano.

Um exemplo de alarme tátil é o protótipo de assento automotivo da Universidade Yale, nos EUA, que vibra para avisar que a pessoa está em perigo. Aliás, os pesquisadores descobriram que esses alertas são ignorados pelo motorista se ele está concentrado na estrada.



Os voluntários participaram de várias tarefas visuais enquanto seu senso de toque era analisado. Eles completaram atribuições de diferentes níveis de dificuldade e precisaram responder a pequenas vibrações que foram aplicadas em suas mãos.

Foi a partir dessa pesquisa, publicada no Jornal de Psicologia Experimental: Percepção Humana e Performance, que os cientistas notaram que as pessoas estavam mais sensíveis ao tato quando seus olhos estavam fechados.

“Esses resultados podem explicar por que fechamos os olhos quando queremos focar em outro sentido”, disse Polly Dalton, professor de psicologia cognitiva da Universidade de Londres, ao The Independent. “Ao desligarmos o estímulo visual, podemos nos concentrar em outros aspectos mentais da nossa experiência”.

Desse modo, essa pesquisa vai muito além de uma possível explicação do porquê as pessoas beijam de olhos fechados.

Tópicos: Ciência

FICA COM QUEM TE ACHE INTERESSANTE, MESMO QUANDO NÃO FORES MAIS NOVIDADE


Somos movidos por alcançar o que ainda não temos, por chegar aonde nunca fomos, por sentir o que nos é novidade. O novo atrai, desperta interesse, fascina, no sentido de que se incomodar com o cômodo é o que move a renovação dos sonhos e esperanças do movimento contínuo das vidas. No entanto, dentro de nós, há necessidade de mantermos algumas permanências que nos sustentam o equilíbrio e a serenidade com que devemos pautar nossa jornada diária.

Alguns sentimentos, emoções e determinadas pessoas devem ter um lugar permanente em nossas vidas, mesmo que mudemos para outros lugares, mesmo que partamos para novos projetos, mesmo que o mundo lá fora nos intime a experimentar algo novo e supostamente melhor. Sempre será necessário voltarmos os olhos para dentro de nós, para nos certificarmos de que muito do que já faz parte de nossa jornada, do que temos conosco, é imprescindível ao nosso respirar com alento e serenidade.

Da mesma forma, teremos que prestar atenção ao que realmente significamos na vida de alguém a quem nos entregamos, para percebermos se somos prioridade na vida do outro. Não no sentido de que ele deva nos idolatrar acima de tudo, mas sim se os seus olhos nos procuram com necessidade íntima, se somos parte integrante em suas lembranças, se nossas mãos se entrelaçam com calor humano em momentos de ternura vívida.

Assim como temos que regar e alimentar os nossos sentimentos para com as pessoas, é necessário que sintamos a mesma atitude por parte do outro, pois nenhum relacionamento sobrevive de um lado só. Aguardarmos o dia todo por alguém que mal chega ao nosso lado e não tira os olhos do celular, da televisão ou de dentro de si nos destitui de quaisquer traços de significância, de dignidade, de valor próprio.

Não deixemos ir embora quem esteve ao nosso lado sob chuvas e trovoadas, quando ninguém mais havia ao redor, quem sempre achava um jeito de nos trazer um sorriso, de nos levantar os ânimos, de nutrir admiração real. Mas também não deixemos ficar junto quem não faz a menor questão de estar ali, quem não demonstra um mínimo de consideração por tudo o que fizemos, por nada do que somos. Que vá embora quem fica sem estar de verdade.

Fiquemos com quem dorme e acorda ao nosso lado notando a nossa presença, pois, caso insistamos em permanecer onde predomina o vazio, acabaremos nos afastando de qualquer chance de realizarmos os nossos sonhos de vida. Ninguém, afinal, há de merecer perder-se no vazio de uma entrega solitária, pois sempre encontraremos alguém a quem seremos interessantes ao longo do tempo, sem desculpas, sem demoras. É aí que deveremos, então, estacionar a nossa alma.

© obvious

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