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A ARTE RENOVA O OLHAR!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Verão 2012 com acessórios de luxo



A designer de acessórios Camila Klein lançou dia 16 de agosto, sua coleção de verão 2012. A coleção é inspirada nos desenhos criados pelo cientista e filósofo Ernst Haeckel, baseados em suas pesquisas sobre o fundo do mar. As peças lembram animais marinhos e possuem a pedra Graphic Fancy Stone, pré-lançamento da Swarovski Elements.


Brincos com Swarovski Elements da linha Shwamm.
DIVULGAÇÃO.
Brincos com Swarovski Elements da linha Shwamm .
DIVULGAÇÃO
Anel com Swarovski Elements da linha Koralle.
DIVULGAÇÃO.
Brincos com Swarovski Elements da linha Auster.
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Pulseira com Swarovski Elements da linha Meduse.
DIVULGAÇÃO.
Brincos com Swarovski Elements da linha Auster.
DIVULGAÇÃO.
 
Pulseira com Swarovski Elements da linha Meduse.
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Colar com Swarovski Elements da linha Shwamm.
DIVULGAÇÃO
Fonte: Achados da moda

Pensamento para o dia

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Tenho o prazer de apresentar-lhes Bia, tocando e cantando, talento que promete!

Horas, para quê?


Cobertos de pedras preciosas e com desenhos cada vez mais surpreendentes e sofisticados, alguns relógios já nascem como valiosas obras de arte. Nas quais, informar as horas é um mero detalhe, às vezes quase dispensável.
Buscando inspiração na natureza, a marca Zadora Timepices é uma das joalherias que se especializaram nos relógios artísticos. Feitas deforma artesanal e única, cada peça recebe um mostrador orbital com numerais romanos. Por cima, pequenas esculturas, confeccionadas de forma minuciosa em ouro branco ou amarelo arrematam a caixa.

INHOTIM, O PARAÍSO DAS ARTES


Em plena serra mineira nasceu e floresceu um verdadeiro paraíso para as artes e seus amantes. Envolto por uma paisagem exuberante, o Instituto Inhotim soube unir um projeto paisagístico único com um projeto curatorial dinâmico, que sempre oferece novas discussões e diálogos para seus visitantes. Inhotim é uma experiência incrível e um marco para os espaços artísticos do mundo todo. Conhecê-lo é uma oportunidade para mergulhar em um espaço de pura arte e natureza.
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© Inhotim, Vista do Lago - Maurílio Garcia
O Instituto Cultural Inhotim é um espaço onde a arte e o meio ambiente interagem harmonicamente. O espaço possui dezesseis galerias e dezoito obras espalhadas nos jardins. Seu acervo é formado por mais de 500 obras de mais de 100 artistas nacionais e internacionais. É considerado o maior museu de arte contemporânea a céu aberto do mundo.
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© Inhotim, Obra Abre a Porta de John Ahearn e Rigoberto Torres - Foto cedida por Inhotim
Inhotim está localizado no município mineiro de Brumadinho, no Vale do Paraopeba a 60 km de Belo Horizonte (MG). Além de belezas naturais, o local possui diversas riquezas históricas e culturais. Uma das principais politicas do instituto é a integração com a comunidade em que está inserido. Parte da população local atua diretamente no espaço e projetos educativos e de qualificação profissional são desenvolvidos pelo instituto.
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© Inhotim, Detalhe de Obra Abre a Porta de John Ahearn e Rigoberto Torres - Foto de Maurílio Garcia.
Esse diálogo com a comunidade é tão intenso que se reflete na obra Abre a Porta, que se encontra na entrada do Instituto. Os artistas John Ahearn e Rigoberto Torres foram buscar na população de Brumadinho os rostos e trejeitos para suas esculturas realistas. Durante um longo período a dupla de escultores viveu junto à comunidade do município, buscando captar o caráter, valores e vitalidade. O portal traz a imagem de uma procissão religiosa, realizada por membros dos grupos locais de Congada e Moçambique, buscando assim demonstrar e resgatar a riqueza cultural da cidade.
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© Inhotim, Detalhe de Obra Abre a Porta de John Ahearn e Rigoberto Torres - Foto de Maurílio Garcia.
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© Inhotim, Detalhe de Obra Abre a Porta de John Ahearn e Rigoberto Torres - Foto de Maurílio Garcia.
O projeto do empresário brasileiro Bernardo Paz nasceu na década de 1980, junto com o acervo de pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, vídeos e instalações que começou a se formar. Paz, antes de ficar conhecido como grande mecenas da arte contemporânea no Brasil e no mundo, era reconhecido como dono de uma das maiores produtoras de ferro de Minas Gerais.
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© Inhotim, Obra Celecanto Provoca Maremoto de Adriana Varejão - Foto cedida por Inhotim.
A reserva técnica de Bernardo Paz se encontrava no sitio em Brumadinho. A propriedade, que pertencia a “Nhô” Tim, avô de Paz, hoje possui área de 1400 hectares de proteção ambiental e ocupa 10% do município. Com o tempo, Bernardo Paz acabou comprando diversas fazendas que faziam divisa com as terras de seu avô. A abertura oficial do espaço se deu em 2004, mas somente no ano de 2006 o instituto passou a receber visitantes do mundo todo.
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© Inhotim, Obra True Rouge de Tunga - Foto cedida por Inhotim.
Algumas das obras presentes no espaço foram doadas por artistas a Inhotim. Outras, por Bernardo Paz e pelas empresas associadas a ele. As obras monumentais que estão fixadas no chão encontram-se em comodato de longo prazo. O Instituto possui como política o “Projeto Manutenção”, que visa à preservação e renovação do acervo artístico e botânico do espaço. Um programa que colocou Inhotim como o único espaço de arte brasileiro que está adquirindo obras com foco em artistas contemporâneos - a partir da década de 1960 - nacionais e internacionais relevantes para a história da arte.
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© Inhotim, Obra Penetravél Magic Square n. 5 - De luxe de Hélio Oiticica - foto Andre Mantelli cedida pelo Instituti Inhotim.
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© Inhotim, Obra Beam Drop de Cris Burden - Foto cedida por Inhotim.
Um acervo tão importante e diversificado está sob a responsabilidade de três importantes curadores - Allan Schwartzman, Jochen Volz e Rodrigo Moura. Eles são os responsáveis por um projeto expositivo diferenciado e um programa de exposições que se desenvolve em dois núcleos: uma exposição de longa duração e outra temporária que é concebida para durar dois anos, buscando divulgar novas aquisições ou reinterpretando a coleção. As exposições são realizadas nas treze galerias dedicadas a obras permanentes, que se somam a quatro galerias para obras temporárias, além das diversas obras de arte espalhadas pelos jardins do Inhotim.
A grande ideia de Inhotim é o visitante envolver-se no espaço do instituto. Ele propõe um paradigma para as exposições de arte na atualidade ao possibilitar diversas construções expositivas realizadas pelos próprios visitantes. Cada indivíduo criaria sua própria concepção do museu ao realizar a incursão pelo espaço da forma que lhe pareça mais adequada. Ou pode ainda seguir as trilhas sugeridas pela curadoria.

O Jardim Botânico, um espetáculo a parte, é resultado de uma visita do renomado paisagista brasileiro Roberto Burle Marx ao local no ano de 1984. Na ocasião, ele colaborou para a criação dos jardins e fez diversas sugestões. O projeto paisagístico se desenvolve em duas bases: o acervo da Reserva Natural, um espaço com 300 hectares de mata nativa que é sistematicamente conservada, resgatada e catalogada, e a área de visitação de Inhotim, com uma área de 100 hectares onde se encontram os jardins de coleções botânicas com 4.500 espécies de todo o Brasil e ainda cinco lagos ornamentais. O jardim, considerado a maior coleção de plantas vivas do Brasil, possui até mesmo dois curadores próprios que atuam diretamente com a equipe de curadoria em arte contemporânea.
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© Inhotim, Detalhes da Obra The Mahogany Pavillion (Mobile Architecture No.1) de Simon Starling - Foto de Maurílio Garcia.
O próprio paisagismo do parque tem como proposta provocar surpresas no visitante ao criar áreas que impossibilitam uma visão geral do espaço e trazem algum elemento novo a cada curva. Em cada clareira se encontra um edifício ou uma escultura. As próprias galerias são concebidas para criar uma integração entre interior e exterior, intensificando o diálogo entre arte e natureza. Uma verdadeira experiência para todas as pessoas, de todas as idades.
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© Inhotim, Obra de Lama - Lâmina de Matthew Barney - Foto cedida por Inhotim.


Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2011/09/inhotim_o_paraiso_das_artes.html#ixzz1ZGeHuM5G

A arte sem memória


''Posso desenhar algo para você – o que poderia desenhar?'', perguntou Lonni Sue Johnson, mas não esperou uma resposta. Ela desenhou uma linha encaracolada que se tornou uma auréola de cabelo encaracolado em torno do rosto feliz de um homem sentado, esticando uma perna para cima, equilibrando um pássaro grande em seu pé.
Em questão de minutos, ela acrescentou um gato usando um colar, estrelas e um pequeno avião sorridente. ''Gosto desta parte, pois se espera deixar as pessoas felizes’', disse ela, radiante. ''Toda folha de papel é um agrado’'.
Johnson, 61 anos, é uma artista e ilustradora cujo trabalho lúdico, colorido e frequentemente complexo já foi exposto em um amplo conjunto de publicações, como a capa da revista The New Yorker, livros infantis e de mistérios envolvendo assassinato e o jornal The New York Times – até mesmo um livro didático de física.
Tudo isso mudou em dezembro de 2007, quando foi vítima de encefalite viral, uma doença grave que provocou sérios danos em algumas partes de seu cérebro – incluindo o hipocampo, no qual se forma as memórias recentes. Ela sobreviveu, porém lembra-se de poucas coisas de sua vida anteriores à doença.
Apesar disso, ainda é capaz de criar obras, ainda que mais simples e infantis que seu trabalho profissional. Seu caso é raro, dizem especialistas, pois poucos artistas renomados continuam criando após serem acometidos por danos cerebrais graves.
Atualmente, cientistas da Universidade Johns Hopkins esperam que Johnson possa ajuda-los com antigas questões: quais partes do cérebro são necessárias para a criatividade? Com pouco acesso a sua experiência de vida, como um artista cria?
E, como coloca Michael McCloskey, professor de ciência cognitiva em Hopkins, o caso de Johnson ''levanta questões interessantes sobre identidade: neste caso, foi perdida grande parte que torna a pessoa quem ela é – o que resta para a arte?'' ''Contudo, vê-se em sua arte que ela ainda é praticamente a mesma pessoa’', ele continuou. ''Ela não se tornou uma folha em branco. Existe algo sobre a identidade que está desassociado à memória’'.
Leia mais em http://nytsyn.br.msn.com/cienciaetecnologia/a-arte-sem-mem%C3%B3ria-1?page=4

BEST FOR LAST (ADELE) curtam este som maravilhoso !



Espere, você vê
Meu coração na minha manga?
Ele está aí
Por dias no fim e
Está esperando por você
Para abrí-lo
Só você baby, venha agora
Eu estou tentando te dizer como
Eu gostaria de ouvir as palavras
Saírem da sua boca finalmente
Diga que sempre fui só eu

Isso fará você se sentir de um jeito
Que você nunca sentiu antes
E que eu sou tudo que você precisa
E que você nunca vai querer mais
Então você diria todas
As coisas certas
Sem uma pista
Mas você guardou
O melhor para o final
Como que eu sou a única para você

Você deveria saber
Que você é só um conserto temporário
Isso não está preso a você
Não significa muito para mim
Você é só um preenchedor de espaços
Que aconteceu de estar livre
Como você pensou
Que fugiria
Tentando me enganar?

Por que toda vez
Que eu acho que tentei o melhor possível
Eu descubro que não foi o suficiente?
Porque você continua
Não mencionando o amor
O que eu deveria fazer
Para você me amar propriamente?
Eu estou pegando todas essas chances
E indo embora
E embora eu esteja tentando
Dar o meu melhor, você volta para ela
E eu acho que eu sei que
As coisas podem nunca mudar
Estou esperando o dia
Em que ouvirei você dizer

Eu te fiz sentir algo
Que você nunca sentiu antes
E que eu sou tudo o que você precisa
E que você nunca irá querer mais
Então você diria todas
As coisas certas
Sem uma pista
Mas você guardou
O melhor para o final
Como que eu sou a única para você

Você deveria saber
Que você é só um reparo temporário
Isso não está preso a você
E não significa tanto para mim
Você é só um preenchedor de espaços
Que aconteceu de estar livre
Como você pensou
Que fugiria
Tentando brincar comigo?

Mas apesar
Da verdade que eu conheço
Eu acho que seria difícil deixá-lo ir
E desistir de você
Parece que eu amo as coisas que você faz
Como a maneira que me trata
Mais impaciente eu sou
Para persistir
Com esse coração partido
E correndo atrás
E eu acho que eu sei
Que as coisas podem  nunca mudar
Mas eu continuo esperando o dia
Em que ouvirei você dizer que

Eu te faço sentir algo
Que você nunca sentiu antes
E eu sou tudo o que você precisa
E que você nunca vai querer mais
E nós diremos todas
As coisas certas
Sem uma pista
E você será o único para mim
E eu serei a única para você

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