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quarta-feira, 11 de maio de 2011

EDWARD LEAR

Lear foi desenhista em um zoológico, viajante, artista, escritor. 
Deprimido, epiléptico, solitário. Em 1845 escreveu e ilustrou A Book of Nonsense. Tudo nesse livro é delicioso. Os limeriques e os desenhos.
Capaz de esquecer sua destreza e optar por um gesto fluído e solto como o de uma criança, Lear nos dá, no século XIX, uma lição de modernidade.






Edward Lear (Highgate, 12 de Maio de 1812 — San Remo, 29 de Janeiro de 1888) foi um pintor e escritor inglês.
Em 1831 começou a trabalhar como ilustrador para a Zoological Society of London e depois para o Museu Britânico. Em 1835 passou a pintar também paisagens de modo minucioso. Publicou sete livros de viagens (pela Itália, Grécia, Egito e Índia) com ilustrações suas e três livros com desenhos de animais. Também pintava a óleo, mostrando influência do pré-rafaelismo.
Em 1846 deu lições de desenho à Rainha Vitória e escreveu seu primeiro Book of Nonsense, iniciando sua carreira literária na qual viria a se distinguir por desenvolver uma forma original de poemas de humor e absurdo e também por divulgar o limerick (poema de cinco versos com umarima no primeiro, segundo e quinto e outra no terceiro e no quarto).
Publicou três livros de poemas nonsense ilustrados com figuras fantásticas e nos quais seu gênio se manifesta plenamente: Nonsense Songs, Stories, Botany and Alphabets (1871), More Nonsense Pictures, Rhymes, Botany etc (1872) e Laughable Lyrics (1877).
Fonte: Wikipédia
Edward Lear and Nonsense

Edward Lear (1812-88), an accomplished ornithological draftsman, wrote and illustrated several journals during his European travels, and for a while acted as Queen Victoria's drawing master at Osborne House.  But his real fame and fortune came from A Book of Nonsense (1846) when he was thirty-four.  In the first edition Lear was identified in a limerick on the cover as "Derry down Derry - who loved to see little folks merry."   The public did not know who the author was until his name appeared on the title page of the 1861 enlarged edition.  Even then, some had their doubts (see below).  Lear lived to see thirty more editions printed before he died.  Around 1870 a rare edition appeared with all 113 illustrations (done by lithography) in color.  The year in which A Book of Nonsense appeared, 1846, also saw the publication of Mary Howitt's translation of Andersen's fairy tales, Wonderful Stories for Children.  Through these two books nonsense and fantasy for children began to gain an honorable estate.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Você conhece o trabalho de Cristian Tardin?






O ARTISTA
 Cristian de Magalhães Tardin, brasileiro, nascido  na cidade de Itaperuna (RJ)., oferece cursos de desenho e faz retratos a grafite das pessoas e personalidades - não só da nossa região, mas em vários estados do Brasil, inclusive já fez seis retratos para uma família de Boston, nos EUA.
Desenha desde os seis anos de idade e o  seu reconhecimento é feito pelo seu trabalho.  Mas, apesar disso, diz que:
 _ O início dessa Arte não foi muito animador, pois dos treze aos dezesseis anos (que é uma idade excelente para gravar técnicas de desenho) eu tinha que desenhar escondido por falta de compreensão de meu pai. Eu não tinha contato algum com livros ou materiais de desenho, por isso não produzi muita coisa naquela época. Quem me ajudou muito nesse período foi uma ilustre professora de desenho de minha cidade, chegando até mesmo a me dar aulas gratuitas. Sou muito grato a ela por ter acreditado em mim e ter-me dado uma chance para  crescer. Professora, obrigado!
A partir dos dezenove anos resolvi que faria do Desenho a minha realização. Com muita luta e determinação venci as barreiras e descobri no retrato a lápis uma forma de complementar minha renda (uma vez que trabalhava numa fábrica de laticínios, ganhando pouco e já com esposa e uma filha). Eu já havia feito retratos dos colegas, mas eram desenhos “de brincadeira”. Um dia um amigo perguntou quanto eu cobraria para fazer o retrato da esposa dele para que colocasse numa moldura e desse a ela de presente para pendurar na parede. Olhei para ele num segundo e pensei “pronto, agora é para valer!” dei o preço e fui para casa com o compromisso de fazer um retrato perfeito. Consegui. Isso foi em 1996, e de lá para cá já fiz mais de 600 retratos, seja em casa através da foto das pessoas ou ao vivo, em exposições e workshops. As pessoas ficam maravilhadas ao verem em poucos minutos os riscos ganharem a forma perfeita da fisionomia delas. 
Quer entrar em contato com o artista para saber mais de seu trabalho?
É só clicar aqui:
Veja um pouco mais de sua arte!







Cristian Tardin este nome esbanja talento!!!
Nós itaperunenses nos orgulhamos em termos um artista de renome em nossa terra.
Grande abraço amigo Cristian, e que Deus muito o abençoe junto à sua família!

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