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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

No exato momento em que duas almas compactuam um êxtase incomum


O casamento não ocorre na igreja, tampouco na festividade. 
Ele acontece quando o silêncio adentra a alma. 
No exato momento em que duas almas compactuam 
um êxtase incomum! 
Naquele instante a vida emudece. 
Os anjos do amor paralisam, por breves instantes, 
as vozes do mundo. 
O tempo é outro. 
Nessa hora não serão necessárias testemunhas, 
registros ou aplausos. 
Os amantes se reencontram emocionados. 
Somente eles ouvem a música que ecoa do céu. 
A aliança está feita! 


- Lígia Guerra -

domingo, 16 de agosto de 2015

Aplausos para a 44ª exposição do Foto Real de Bom Jesus do Itabapoana


O tempo trouxe fidelidade à qualidade impressa nos trabalhos do Foto Real,
e agregou valores que passam de pais a filhos.
Lindo de se ver,
e fácil de propagar-se,
pois não há arte que fique sem memória.
Parabéns com louvor pelo majestoso trabalho fotográfico!
 O Tribarte tem a honra de contemplar esta 44ª exposição de fotos.
As máquinas estavam expostas para que todos pudessem entender a trajetória deste olhar especial sempre voltado à arte de fotografar.
Luz, câmera e ação!
Os convidados não podem esperar!
Parcerias com luxo e requinte nos fizeram sonhar!
Momento mágico que vivenciamos com muito amor!
Norteada por fotografias incríveis e muito glamour senti-me embevecida e comecei a sonhar.
Compartilho para que tenham oportunidade de assim perceberem o cuidado e carinho no qual estou inserida nesta exposição.

Em ambientes diferentes, seja em uma festa de casamento ou de criança a fotografia estava lá para nos dar a vivacidade da fantasia.
Tornei-me rainha por um dia!
E criança também!
O Foto Real com suas ideias brilhantes trouxe a empresa "Andreia Festas" para protagonizar este ambiente espetacular em que adultos tornam-se crianças,
e os pequeninos se põem a sonhar.
Divino!
Eu e meu rei éramos só risos!
Flores, fotos e convidados todos alegres contemplando a arte de fotografar há 44 anos.
Encantada com o fotolivro de Alicia Vicente,
belíssimo trabalho!
Deixo aqui registrado o meu olhar de agradecimento à Ana Cristina, gestora do Foto Real,
e idealizadora desta exposição maravilhosa que nos trouxe luz!
Muito agradecida pelo convite,
junto ao Tribarte propagamos sua arte que vai muito além do olhar!
Imenso abraço!
As fotos desta postagem foram feitas por Aroldo Vieira de Souza.

sábado, 21 de julho de 2012

"CASAMENTO PEGA" POR MARTHA MEDEIROS


"Marilia contraiu febre amarela. Rosely contraiu estafilococo. Milton contraiu varíola. E Lizete, coitada, contraiu matrimônio.

Um amigo solteiro me perguntou esses dias: é doença?

Bem, não está catalogado como tal, mas há aspectos em comum.Primeiramente, casamento é contagioso. Os pais vão acostumando seus filhos com a idéia e são capazes até mesmo de estimular seu surgimento, como fazem em relação ao sarampo e à catapora: "melhor pegar de uma vez pra ficar livre". Então, entre os 25 e 35 anos, homens e mulheres vão se aproximando, se tocando, se lambendo e se arriscando a encontrar o par ideal para com ele contrair a coisa.

Casamento também leva todo mundo pra cama, invariavelmente. No começo dá calafrios, suores, palpitação, taquicardia, mas depois as pessoas vão se acostumando com os sintomas e eles desaparecem. O enfermo começa a ter menos paciência para ficar deitado. Começa a freqüentar mais o sofá, a poltrona e nem se dá o trabalho de tirar o pijama e vestir algum troço decente. Cama passa a ser um lugar apenas para dormir.

O automedicamento é desaconselhado. É prudente ter o nome de um psiquiatra de confiança anotado na caderneta de telefones.Casamento pode ser fatal. Ao menos era, tempos atrás. As pessoas não tinham muita informação e a doença matava mesmo: matava a paixão, matava o sexo, matava a paciência, uma desgraça. O matrimônio, que é o nome científico dessa enfermidade, podia levar anos pra dar cabo do casal, mas os menos debilitados conseguiam resistir bastante tempo, às vezes até 50 anos, amparados pela fé. Hoje há cura. O remédio chama-se divórcio. Custa uma fortuna e não impede que haja reincidência.

Fora isso, casamento e doença não tem nada a ver um com o outro, a não ser o verbo e o grupo de risco: qualquer um pode contrair."


MARTHA MEDEIROS

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Meninas, 2012 é um ano bissexto: pedidos de casamento à vista!

Os perigos do ano bissexto.
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Há uma tradição interessante sobre o ano bissexto: no dia 29 de fevereiro e só nele, as mulheres podem propor casamento a um homem solteiro.  Essa tradição que é mais conhecida na Irlanda também aparece em outros países do Mar do Norte: Dinamarca, Finlândia.
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Então querido, você será meu?
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Nas ilhas britânicas a tradição diz que só nos anos bissextos as mulheres solteiras podem propor casamento, ou seja, podem se aproximar daquele homem pelo qual suspiram e propor que se casem.  Sendo alvo de um pedido de casamento, o homem em questão ou aceita ou  paga uma multa para recusar tal pedido.  A tradição está documentada só a partir do século XIX, ainda que se ache que ela tenha existido desde a era medieval.
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Cuidado, Clara, esse é um ótimo espécime!
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Semelhantes hábitos aparecem na Dinamarca, onde as mulheres que forem recusadas depois de terem feito seus pedidos de casamento nesta data, devem ser recompensadas com 12 pares de luvas.  Na Finlândia, se um homem recusa a proposta de casamento que uma mulher lhe faz no ano bissexto tem que pagar por um corte de tecido para que ela possa fazer uma saia.
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Inseguro para homens solteiros
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Há muitas explicações pelo aparecimento dessa tradição.  Entre ela a de  que no século V, na Irlanda, Santa Brígida queixou-se a São Patrício (padroeiro do país) sobre a espera que muitas mulheres tinham que aguentar até receber um pedido de casamento.  São Patrício teria então estipulado o dia 29 de fevereiro, como a data em que as mulheres poderiam fazer o pedido de casamento e, se o homem rejeitasse, teria que pagar uma multa, ou dar a ela um presente bem caro.
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Moças se preparam…
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Fica aqui a sugestão: façam suas listas, examinem as possibilidades.  Vejam como o ano de 1908 trouxe tanta esperança para os corações solitários!  Preparem-se, falta pouco tempo!
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Fuja, fuja!
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Promessa de solteirona.
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Onde há vida, há esperança!
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É a mão de seu filho que venho pedir!
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Disputado!
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Proposta de ano bissexto.
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Ambos dedicados a você!
Fonte: http://peregrinacultural.wordpress.com/2011/12/29/meninas-2012-e-um-ano-bissexto-pedidos-de-casamento-a-vista/



Ano bissexto é aquele que possui um dia a mais que os anos normais. Tal diferenciação foi criada em 238 a.C. no Egito, mais especificamente em Alexandria quando acrescentaram um dia a mais no calendário, mas somente foi adotado em 45 a.C., em Roma, através do imperador Júlio César. O objetivo da criação do ano bissexto é alinhar o calendário atualmente utilizado com o ano solar, ou seja, com o movimento de translação, onde a Terra gira em torno do Sol.

Enquanto o calendário atual se finda em 365 dias, o calendário solar termina em 365 dias e 6 horas, o que faz com que haja um desarranjo que necessita de adaptação para funcionar em harmonia. Dessa forma, a cada quatro anos o mês de fevereiro ganha um dia a mais para compensar tal desarranjo.

Para calcular os anos bissextos, utilizam-se tais regras:

- A cada quatro anos há um ano bissexto.
- São bissextos todos os anos múltiplos de 400.
- Não são bissextos os anos múltiplos de 100.

Tais regras básicas determinam que a cada 400 anos existam 97 anos bissextos, porém, apesar de tantas modificações ao longo do tempo ainda existem outros problemas, pois o período que a Terra demora para realizar o movimento de translação pode variar, o que permite pequenas alterações, como por exemplo em 1972, quando o setor responsável pelo estudo do tempo acrescentou um segundo no último dia do ano.

Curiosidade: O termo bissexto foi empregado por causa do acréscimo de um dia no ano, tornando-o com 366 dias, como são dois seis, originou-se o termo bissexto (dois seis).


Por Gabriela Cabral

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