
Simone de Beauvoir

A mulher escreveu romances, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e até a autobiografia. Além disso, teve uma relação amorosa com Jean Paul Sartre, algo que foi benéfico para ambos, tanto pela troca de ideias entre eles quanto pela capacidade de pensarem o mundo e a humanidade.
Sua obra inclui “A convidada” (1943), na qual explorou dilemas existencialistas da liberdade, da ação e da responsabilidade individual, temas que retornaram em “O sangue dos outros” (1944) e “Os mandarins” (1954).
As teses existencialistas, acerca da responsabilidade individual, são debatidas em suas obras autobiográficas, “Memórias de uma moça bem-comportada” (1958), “A força das coisas” (1963) e “Tudo dito e feito” (1972).
Além disso, obteve grande destaque nos ensaios críticos “O segundo sexo” (1949), análise profunda sobre o papel das mulheres na sociedade, “A velhice” (1970), em que critica a sociedade no lido com os anciãos, e “A cerimônia do adeus” (1981), que proporciona uma homenagem a Sartre.
Clarice Lispector

A carreira iniciada em 1943 com “Perto do Coração Selvagem”, foi variada, pois apesar de ter na poesia a maior fama, foi com os romances e os contos que sua verve literária mais foi desafiada.
Dessa forma, Clarice ganhou maior notoriedade em 1964 quando lança dois livros: “A Legião Estrangeira”, uma coletânea de contos, e o romance “A Paixão segundo G.H.”, que lhe rendeu elogios pela capacidade de falar da alma feminina, guardando-a ainda assim, em um mistério indecifrável.
Chegou a realizar muitas traduções de obras em inglês, mas sua carreira será sempre lembrada por “Laços de Família”, “A Hora da Estrela” e “Água Viva”, tendo sempre sido associada a autores modernistas como Franz Kafka, James Joyce e Virginia Woolf.
Emily Brontë

Apesar de ser conhecida pela obra “O Morro dos Ventos Uivantes”, essa escritora inglesa tem outras peculiaridades, pois teve outra irmã no mundo da literatura, Charlotte, que escreveu outro livro relevante, “Jane Eyre”.