SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!
Mostrando postagens com marcador FERNANDO PESSOA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FERNANDO PESSOA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Simplicidade é sofisticação!


Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.
Clarice Lispector


Às vezes ouço passar o vento;
 e só de ouvir o vento passar, 
vale a pena ter nascido.
Fernando Pessoa


A simplicidade é o último grau de sofisticação.
Leonardo da Vinci

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

DAN E PAM VOCÊS SÃO PESSOAS INESQUECÍVEIS, OBRIGADA POR TUDO!



“O valor das coisas não está no tempo que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
 Por isso, existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” 
― Fernando Pessoa
Imenso abraço,
Aline Carla Rodrigues.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Coroai-me de Rosas


Coroai-me de rosas, 
Coroai-me em verdade, 
De rosas — 

Rosas que se apagam 
Em fronte a apagar-se 
Tão cedo! 

Coroai-me de rosas 
E de folhas breves. 
E basta. 

Ricardo Reis, in "Odes" 
Heterônimo de Fernando Pessoa

Autopsicografia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

Fernando Pessoa

segunda-feira, 27 de março de 2017

"O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito"


Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugna-la-íamos se a tivéssemos. 
O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito.

Fernando Pessoa

Para viajar


Para viajar basta existir.

Fernando Pessoa

Vale


Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.

Fernando Pessoa

Às vezes ouço passar o vento


Às vezes ouço passar o vento;
 e só de ouvir o vento passar, 
vale a pena ter nascido.

Fernando Pessoa

Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar.




Amo como ama o amor. 


Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar.


Que queres que te diga, além de que te amo, 


se o que quero dizer-te é que te amo?


Fernando Pessoa

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Mediadora de Leitura da Regional Noroeste Fluminense em ação!


Sonhar é fácil, difícil é lutar para materializar os sonhos, sem abdicar de princípios. Este, certamente, é o maior dos desafios que a vida nos impõe e que torna tão especiais aqueles que ousam fazer essa travessia, sempre na perspectiva de que não se deve tomar como impossível o que é apenas aparentemente improvável - e tão-somente aparentemente improvável.


A vida concedeu-me o privilégio de estar sendo Mediadora de Leitura, em uma relação de carinho, lealdade e solidariedade  compartilhada com pessoas e livros.

"Aquilo que sou é o que me faz viver!"


Amo o meu trabalho e vejo suas sementes sendo a cada dia construídas com novos saberes.
Quero deixar o meu agradecimento a todos os Agentes de Leitura, aos Coordenadores Pedagógicos e Diretores dos colégios da Regional Noroeste Fluminense, e em especial a nossa querida Coordenadora de Ensino Márcia Crespo e também àquela que nos impulsiona a prosseguir Luciana Vicente, diretora Pedagógica  da Regional Noroeste Fluminense.
Imenso abraço a equipe da SEEDUC e do I.A.S.
Com carinho, Aline Carla Rodrigues.


"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. 
É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, 
para sempre, à margem de nós mesmos."
Fernando Pessoa

Fotos de Aroldo Vieira de Souza.



quarta-feira, 3 de julho de 2013

TRAVESSIA





Há um tempo em que é preciso 
abandonar as roupas usadas, 
que já tem a forma do nosso corpo, 
e esquecer os nossos caminhos, 
que nos levam sempre aos mesmos lugares. 
É o tempo da travessia: 
e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, 
para sempre, à margem de nós mesmos.



Fernando Pessoa

domingo, 9 de junho de 2013

SER GRANDE POR FERNANDO PESSOA





Para ser grande, sê inteiro:
Nada teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda brilha,
Porque alta vive.


(Fernando Pessoa)

Foto de Aline Carla Rodrigues.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Para que continue inspirado a fazer o novo, dedicamos a você este texto poético:




Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas ...
Que já têm a forma do nosso corpo ...
E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos
mesmos lugares ...

É o tempo da travessia ...
E se não ousarmos fazê-la ...
Teremos ficado ... para sempre ...
À margem de nós mesmos...
(Fernando Pessoa)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

QUE O SONHO SEJA A ROTINA...


Às vezes ouço passar o vento…E só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.
Fernando Pessoa


Às vezes ouço passar o vento…E só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.

Fernando Pessoa

quinta-feira, 5 de julho de 2012

MUDAR É PRECISO



"Encerrando ciclos: Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..E lembra-te : Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão."


[Fernando Pessoa]

segunda-feira, 4 de junho de 2012

CARTAS DE AMOR - FERNANDO PESSOA


"Quem é ela, a dona desse amor?
ophelia.png
Seu nome era Ophélia.
A gente sempre espera que um poeta e escritor faça cartas de amor profundas, poéticas, até mesmo perturbadoras. Espera um desmedimento. Mas não. A genialidade não precisa ser original. Não deve ser destemida e arrebatadora, mas antes tímida, simplória; a genialidade pode ser suprimida, às vezes, pelo lugar comum. Ou talvez ela apenas se manifeste dessa forma também.
Deparei-me com as cartas de Fernando a Ophélia em meio a uma pesquisa que fazia para meu próximo livro. Encontrei "Cartas de amor" de Fernando Pessoa nas prateleiras dum sebo pelos lados da Rua de Conceição e da Travessa da Cedofeita, no Porto, nem me lembro o nome.
Entrei no sebo procurando um livro de cartas de amor, mas quando o dono me perguntou "o que é que a menina procura?", a menina respondeu apenas duas palavras: Fernando Pessoa.
fernando pessoa.jpg
Sentei-me numa cadeira a frente de uma estante inteira que só tinha volumes do autor. Muita coisa me encantou e eu queria levar tudo. Mas meus olhos encheram de lágrimas quando os pousei na lombada do livro. Eu não sabia que existia tal livro, exceto por um instinto que teria me trazido até ali, até à segunda prateleira de cima para baixo, quinto livro da esquerda para a direita. Isso eu me lembro.
livro.jpg
Eu buscava uma resposta. Eu queria entender como um poeta soluciona essa charada a que hoje as pessoas nem se dão mais ao trabalho - ninguém sabe mais escrever cartas -; eu queria saber como é que se deve escrever uma carta de amor.
A resposta de F.P. a mim foi tão frustrante quanto surpreendente. Quase um tapa na cara. Porém ao mesmo tempo um afago, como se me segurasse pela mão nessa tarefa impossível que é a de por em palavras um sentimento tão absurdo.
Eu que esperava um professor a falar com a aluna, ou mesmo um deus a responder com um milagre, encontrei um Fernando tão humano quanto eu. Tão perdido quanto eu. Humilde, cheio de clichês e apelidos carinhosos, Fernando falava a Ophélia como se cuidasse de uma criança pequena. Não havia nada de perturbador e profundo na maneira direta como falava a ela - ou talvez isso fosse exatamente o perturbador: a tamanha intimidade com que lhe dirigia a palavra.
Nunca, em sua poesia, eu havia visto uma sinceridade tão aguda. A qualidade daquelas palavras é, para mim, mais relevante que a de qualquer outra obra que eu já tenha lido do mesmo autor. Aquelas palavras não têm medo de serem julgadas, mal-entendidas, submetidas a alguma avaliação.
Aquelas cartas que não deveriam ser lidas por ninguém além de Ophélia são justamente a literatura que vale ler, por fim. São a verdade dos sentimentos sem tradução e sem as cornijas e arabescos a que a poesia acaba inevitavelmente recorrendo para quase se encobrir de artesanismos.
É muito mais poético ler o amor doce, o ciúme genuíno, a saudade de segundos de separação, ou o entusiasmo da espera colocados nessas cartas, bem como as promessas que nunca seriam cumpridas, do que os versos mofados de história. Esta poesia é eterna porque mesmo os amantes de hoje dizem as mesmas besteiras, pensam as mesmas coisas, juram o mesmo amor, e caem nos mesmos enganos.
Levantem as taças ao amor bobo e apaixonado que todos partilhamos, inclusive Fernando Pessoa. E para marcar esse artigo com um exemplo do que falo, aí abaixo, um trecho da carta de 13 de junho de 1920, para o aniversário de Ophélia e coincidentemente, um dia após ao que nós brasileiros comemoramos o dia dos namorados - fica já uma espécie de homenagem aos apaixonados, portanto:
Meu querido Bébézinho:
Hoje não recebi carta tua, mas - é claro - não me admirei, porque já sabia, pela tua carta de hontem (a que me entregaste no carro) que não terias naturalmente tempo de me escrever.
Como esta carta te chega ás mãos amanhã de manhã, quero mandar ao meu Bébé muitos e muitos parabens, muitos beijinhos, e desejar que ella seja muito e muito feliz, que muitas vezes o anniversario se repita com o Bébé sempre contente.
O engraçado era que no anno que vem eu já te pudesse dar esses parabens de manhã, antes de me levantar. Percebes, Nininha?
Muitos beijos, muitissimos do teu, muito teu
Fernando
13/6/1920
obs.: transcrevi a carta da mesma maneira como foi publicada pela editora Ática, na primeira edição de 1978, Lisboa."


Leia mais: http://lounge.obviousmag.org/risco/2012/06/fernando-pessoa-um-bobo-apaixonado.html#ixzz1wqTMwfrB

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Pessoa

"Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é..."

Fernando Pessoa

domingo, 5 de fevereiro de 2012

FERNANDO PESSOA

"O Amor 
O amor, quando se revela, 
Não se sabe revelar. Sabe bem olhar p'ra ela, Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente Não sabe o que há de *dizer. Fala: parece que mente 
Cala: parece esquecer 


Ah, mas se ela adivinhasse, 

Se pudesse ouvir o olhar, 
E se um olhar lhe bastasse Pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala; Quem quer dizer quanto sente 
Fica sem alma nem fala, 
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe O que não lhe ouso contar, 
Já não terei que falar-lhe 

Porque lhe estou a falar.."
 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dia de chuva


"Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem; cada um como é."
.

Texto: Fernando Pessoa

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Amor, simplicidade, é tudo que precisamos neste Natal e em todos os dias do ano.

Foto de Kiscella Rodrigues

Esta é a foto mais linda ao meu ver, que conseguiu de forma extraordinária expressar o amor e a simplicidade!
Fórmula invencível para quem quer amar e ser amado!
Parabéns Kiscella! Você transmite felicidade!
Somos abençoados com seu sorriso!
Todos da nossa família sentiram-se agraciados com sua foto!
Imenso abraço!
Deus a abençoe poderosamente!
E a cada dia possa enviar-lhe muitas alegrias!
Feliz Natal em todos os dias do ano!


"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"
Fernando Pessoa

LinkWithin

.post-body img{ -webkit-transition: all 1s ease; -moz-transition: all 1s ease; -o-transition: all 1s ease; } .post-body img:hover { -o-transition: all 0.6s; -moz-transition: all 0.6s; -webkit-transition: all 0.6s; -moz-transform: scale(1.4); -o-transform: scale(1.4); -webkit-transform: scale(1.4); }