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quarta-feira, 30 de março de 2016

Curso gratuito sobre Déficit de Atenção com Hiperatividade


Olá amigos!

Qualquer criança que exceda os limites estabelecidos no ambiente familiar ou escolar escuta: “Essa criança é hiperativa”, ou frase similar. Mas você realmente sabe o que é transtorno do déficit de atenção com Hiperatividade?

Segundo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção, conhecido pela sigla TDAH, é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

O transtorno é caracterizado por uma combinação de dois tipos de sintomas: desatenção e hiperatividade-impulsividade, que levam a criança a ser considerada avoada ou lunática, e concomitantemente ligada em um motor ou com bicho carpinteiro. Essas atitudes deixam pais e educadores sem saber como lidar com a situação e na maioria das vezes isso é traumático para criança, pois seu comportamento é resultado de uma patologia, e não escolha do menor em não prestar atenção à aula, ou sair correndo dessa mesma aula.

O Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais – 5.ª edição ou DSM-5 tem uma lista de sintomas que definem o diagnóstico, levando sempre em consideração a persistência do comportamento:

Sintomas comuns de desatenção:
Deixar de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou durante outras atividades;
Ter dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas;
Não escutar quando lhe dirigem a palavra;
Não seguir instruções e não termina deveres de casa, tarefas domésticas ou tarefas no local de trabalho;
Ter dificuldade para organizar tarefas e atividades;
Evitar, não gostar ou relutar em se envolver em tarefas que exijam esforço mental prolongado (tarefas escolares, deveres de casa, preparo de relatórios etc.);
Perder objetos necessários às tarefas ou atividades;
Ser facilmente distraído por estímulos externos (para adolescentes mais velhos e adultos pode incluir pensamentos não relacionados);
Ser esquecido em relação a atividades cotidianas.

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