SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

domingo, 24 de novembro de 2013

HOTELICOPTER - A HOTEL IN A HELICOPTER




Recently a new was spread out over the Internet, published with its characteristic speed: in a few days, lots of reference websites, blogs, social networks and emails proclaimed the inauguration of a fantastic flying hotel fit up in an old Russian helicopter. Images and movies illustrated the new and surprised even the most incredulous people. You could even book a reservation at www.hotelicopter.com. And if it was nothing but a cheat?


That is what happened. Things of Internet. The Hotelicopter was nothing but a well-succeded publicity action made on April's Fool by the touristic company Yotel. Everything was smartly planned in details to turn this happening believable. First, the new was a spread out by an anonym, associated to detailed explanations about the underlying technology -- included the fact that the old Russion helicopter took five years to be transformed.

Some more technical details, dimensions, realease dates and a bunch of images showing the equipment, the luxurious room in its interior and a video completed the campaign, where you could find a website (full with publicity) where you could book a reservation for a room to the inaugural flying.

Later, when a Yotel spokesman came, with some humor, to reveal the truth, the amazed Internet community received this new with some disappointment. Why could not be true the existence of that machine in a world where te technology can become everything possible? We trust too much in the Internet virtual reality. If, some years ago, it was used to say that you could not trust in everything you read, today we can say that you cannot trust in everything you see...














Leia mais: http://obviousmag.org/en/archives/2010/07/hotelicopter_-_a_hotel_in_a_helicopter.html#ixzz2lYoolSmx

Amar e ser Amado é uma Necessidade!





Homem algum jamais pôde
se acostumar com a falta de amor...


Pode suportar a ausência de amor
Mas não pode viver bem sem amor
Seu corpo, sua alma, seu coração...
Seu ser inteiro sofre com a falta de amor
E adoece
E fenece
Até alcançar a plenitude da insignificância
Pois não amar
Nem ser amado
É ficar muito aquém do que se nasceu para ser


*
De fato, não existe nada mais
Insignificante que a vida de quem
não ama nem é amado
*


Fica, portanto a dica:
Amai-vos uns aos outro
E encontrareis significado
para vossas vidas




Autor: V.B.Mello

Foto: Retratos de família.
___♥♥____

Fonte: Vivendo pela Palavra!

sábado, 23 de novembro de 2013

Você prefere não ver...




"Eu tenho um milhão de motivos para fugir de pensar em você, mas em todos esses lugares você vai comigo. Você segura na minha mão na hora de atravessar a rua, você me olha triste quando eu olho para o celular pela milésima vez, você sente orgulho de mim quando eu solto uma gargalhada e você vira o rosto se algum homem vem falar comigo. Você prefere não ver, mas eu vejo você o tempo todo."

Tati Bernardi

Vamos viajar? Um destino delirante em Paris...




Quando se pensa no Triângulo de Ouro de Paris – formado pelas avenidas Montaigne, Georges V e Champs Elysées –, a primeira imagem que vem à cabeça são as tradicionais grifes de alta-costura e os destinos mais caros e prestigiados da capital francesa. Mas para além do luxo já conhecido, o designer francês Philippe Starck criou, em parceria com orestaurateur canadense Claude Louzon, o Miss Kō, especializado em culinária oriental. De acordo com os próprios criadores, a ideia é que a casa seja muito mais do que um simples restaurante, misturando arte, comida e curiosidades.

Situado na avenida Georges V, o Miss Kō leva quem o visita à outra dimensão. O décor é uma instalação de arte em constante evolução - em que cada detalhe foi cuidadosamente pensado para contar a história da heroína imaginária que empresta seu nome ao local. A ambientação de Philippe Starck encena o mistério de Miss Kō, uma eurasiática de rosto desconhecido que revela-se nua em um corpo inteiramente coberto de tatuagens.


No restaurante de 500 m², entre o movimento frenético da cozinha e os aromas peculiares que invadem o salão, destacam-se os elementos-chave do décor. Telas de LCD ao longo do comprido bar transmitem noticiários asiáticos ao vivo, interrompidos por dragões imaginários. Nas paredes, um afresco gigante de David Rochline conta, em 15 metros de arte, a história da heroína do local. Além disso, um enorme lustre em formato de bule compõe o ambiente - assim como grãos de arroz projetados nas paredes se movem formando rostos mutantes. Em cada canto, é possível notar influências do extremo oriente mixadas harmoniosamente com peças de design contemporâneo. Tudo faz uma clara alusão - como assumem os criadores da casa -, ao universo cyberpunk do filme Blade Runner, de Ridley Scott.

Para ajudar na criação desse espaço multissensorial, foi convidado o light designer Jean-Philippe Bourdon, que usou luzes néon para disfarçar a noção de teto e focar a atenção nas mesas, balcões e rotas de passagem. A imersão no clima futurista oriental fica completa com a trilha sonora criada pelo DJ Orstem Karki. Já o perfumista Rami Mekdachi compilou as fragrâncias que tornam o Miss Kō um lugar singular.

Apesar da avalanche de sensações, a culinária do restaurante ainda resiste como atração principal. Inspirada na visão de um futuro globalizado onde a Ásia é o novo epicentro do mundo, ela mistura a cozinha francesa com as tradicionais receitas daquele continente. Com 200 lugares, Miss Ko é um restaurante para exercitar todos os sentidos. “É uma fantasia criada a partir do zero. Um cadáver requintado, uma colagem louca, repleta de criatividade sem limites, onde os artistas são livres e a tecnologia mostra um futuro emocionante em que a indústria se torna arte", define Starck com poesia.





sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A perversa ideologia, programada pela sociedade consumista.


Você já comprou hoje? Já consumiu uma marca? Mostrou para sociedade seu valor? Desfilou certezas introduzidas em sua mente por meio das mídias?

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A perversa ideologia, programada pela sociedade consumista desumana, dita o ritmo dos seres que vivem suas vidas, de outros tantos que ainda não nasceram e dos que se dizem racionais e irracionais.



Você é bem sucedido? Feliz? Tem carro para poder alcançar seu objetivo? Ele é do ano ou velho? Pense nisso... A sociedade vai lhe julgar de acordo com seus ganhos.

 





Magro, gordo, alto, careca? Tem um bonito sorriso, ou seu corpo possui aquelas falhas naturais, que em outros tempos seriam visto como detalhes charmosos.

Se você não tiver a roupa da moda, o sapato impecável, um perfume arrasador e um corpo de capa de revista, corre um serio risco de ser visto como uma medíocre ser humano.



Corre o risco de não encontrar o amor da sua vida, não fazer sucesso nas redes sociais e ser tachado como perdedor. E quem deseja ser perdedor em um mundo aonde só existe espaço para seres perfeitos não é mesmo?

Somos muitas vezes, sem perceber a fazer julgamentos, de desejos que nunca foram nossos, apenas apelos capitalistas de consumir um produto, dito ideal, pelos seus criadores.



O luxo desnecessário fomenta egos plastificados e mentalidades descartáveis. Somos induzidos a não nos satisfazer com o simples, com o puro, aprendemos que mais é sempre melhor e o básico não leva a nada.

Nesse exato momento milhares compram algum produto que se diz feito para facilitar nossas vidas, acabamos nos tornando refém, não conseguimos imaginar a vida sem tais maravilhas modernas e acabamos por esquecer os prazeres simples e sem custo algum da vida.



Somos uma sociedade escrava do consumismo, sem perspectiva de novos horizontes. É necessária uma profunda reflexão, para onde se quer caminhar e se o resultado desta jornada será agradável ou apenas mais uma capa de revista para vender com falsos pretextos de entreter.
 

 
Fonte: Obvious

PENSAMENTO PARA O DIA



"Clama a mim e responder-te-ei, anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes".
Jr33:3


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

10 conselhos de Carlos Drummond de Andrade a um escritor iniciante




1. Não acredite em originalidade, é claro. Mas não vá acreditar tampouco na banalidade, que é a originalidade de todo mundo.

2. Não fique baboso se lhe disserem que seu novo livro é melhor que o anterior. Quer dizer que o anterior não era bom. Mas se disserem que seu livro é pior que o anterior, pode ser que falem verdade.

3. Procure fazer com que seu talento não melindre o de seus companheiros. Todos têm direito à presunção de genialidade exclusiva.

4. Aplique-se a não sofrer com o êxito de seu companheiro, admitindo embora que ele sofra com o de você. Por egoísmo, poupe-se qualquer espécie de sofrimento.

5. Sua vaidade assume formas tão sutis que chega a confundir-se com modéstia. Faça um teste: proceda conscientemente como vaidoso, e verá como se sente à vontade.

6. Opinião duradoura é a que se mantém válida por três meses. Não exija maior coerência dos outros nem se sinta obrigado intelectualmente a tanto.

7. Procure não mentir, a não ser nos casos indicados pela polidez ou pela misericórdia. É arte que exige grande refinamento, e você será apanhado daqui a dez anos, se ficar famoso; se não ficar, não terá valido a pena.

8. Se sentir propensão para o gang literário, instale-se no seio de uma geração e ataque. Não há polícia para esse gênero de atividade. O castigo são os companheiros e depois o tédio.

9. Evite disputar prêmios literários. O pior que pode acontecer é você ganha-los, conferidos por juízes que o seu senso crítico jamais premiaria.

10. Leia muito e esqueça o mais que puder. Só escreva quando de todo não puder deixar de fazê-lo. E sempre se pode deixar.

Trechos (editados) da crônica A um jovem, publicada em A bolsa e a vida(1962).

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