SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Consciência Negra!







África de todos nós

Os diversos povos que habitavam o continente africano, muito antes da colonização feita pelos europeus, eram bambambãs em várias áreas: eles dominavam técnicas de agricultura, mineração, ourivesaria e metalurgia; usavam sistemas matemáticos elaboradíssimos para não bagunçar a contabilidade do comércio de mercadorias; e tinham conhecimentos de astronomia e de medicina que serviram de base para a ciência moderna. A biblioteca de Tumbuctu, em Mali, reunia mais de 20 mil livros, que ainda hoje deixariam encabulados muitos pesquisadores de beca que se dedicam aos estudos da cultura negra.
Infelizmente, a imagem que se tem da África e de seus descendentes não é relacionada com produção intelectual nem com tecnologia. Ela descamba para moleques famintos e famílias miseráveis, povos doentes e em guerra ou paisagens de safáris e mulheres de cangas coloridas. "Essas ideias distorcidas desqualificam a cultura negra e acentuam o preconceito, do qual 45% de nossa população é vítima", afirma Glória Moura, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (UnB).Negros são parte da nossa identidade.
O pouco caso com a cultura africana se reflete na sala de aula. O segundo maior continente do planeta aparece em livros didáticos somente quando o tema é escravidão, deixando capenga a noção de diversidade de nosso povo e minimizando a importância dos afro-descendentes. Por isso, em 2003, entrou em vigor a Lei no 10.639, que tenta corrigir essa dívida, incluindo o ensino de história e cultura africanas e afro-brasileiras nas escolas. "Uma norma não muda a realidade de imediato, mas pode ser um impulso para introduzir em sala de aula um conteúdo rico em conhecimento e em valores", diz Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, membro do Conselho Nacional da Educação e redatora do parecer que acrescentou o tema à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A cultura africana oferece elementos relacionados a todas as áreas do conhecimento. Para Iolanda de Oliveira, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, se a escola não inclui esses conteúdos no planejamento, cada professor pode colocar um pouco de África em seu plano de ensino: "Não podemos esperar mais para virar essa página na nossa história", enfatiza. Antes de saber como usar elementos da cultura africana em cada disciplina, vamos analisar alguns aspectos da história do continente e os motivos que levaram essas culturas a serem excluídas da sala de aula.
O ensino de História sempre privilegiou as civilizações que viveram em torno do Mar Mediterrâneo. O Egito estava entre elas, mas raramente é relacionado à África, tanto que, junto com outros países do norte do continente, pertence à chamada África Branca, termo que despreza os povos negros que ali viveram antes das invasões dos persas,gregos e romanos.A pequisadora Cileine de Lourenço, professora da Bryant University, de Rhoad Island, nos Estados Unidos, atribui ao pensamento dos colonizadores boa parte da origem do preconceito: "Eles precisavam justificar o tráfico das pessoas e a escravidão nas colônias e para isso ‘animalizaram’ os negros". Ela conta que, no século 16, alguns zoológicos europeus exibiam negros e indígenas em jaulas, colocando na mesma baia indivíduos de grupos inimigos, para que brigassem diante do público. Além disso, a Igreja na época considerava civilizado somente quem era cristão.
Uma das balelas sobre a escravidão é a ideia de que o processo teria sido fácil pela condição de escravos em que muitos africanos viviam em seus reinos. Essa é uma invenção que não passa de bode expiatório: a servidão lá acontecia após conquistas internas ou por dívidas – como em outras civilizações. Mas as pessoas não eram afastadas de sua terra ou da família nem perdiam a identidade.
Muitas vezes os escravos passavam a fazer parte da família do senhor ou retomavam a liberdade quando a obrigação era quitada com trabalho. Outra mentira é que seriam povos acomodados: os negros escravizados que para cá vieram revoltaram-se contra a chibata, não aceitavam as regras do trabalho nas plantações, fugiam e organizavam quilombos. A exploração atrapalhou o desenvolvimento.
A dominação dos negros pelos europeus se deu basicamente porque a pólvora não era conhecida por aquelas bandas – e porque os africanos recebiam bem os estrangeiros,tanto que eles nem precisavam armar tocaias: as famílias africanas costumavam ter em casa um quarto para receber os viajantes e com isso muitas vezes davam abrigo ao inimigo. Durante mais de 300 anos foram acaçambados cerca de 100 milhões de mulheres e homens jovens, retirando do continente boa parte da força de trabalho e rompendo com séculos de cultura e de civilização.

Pablo Picasso, por volta de 1905, tomou conhecimento da arte africana - e aí surgiu nitidamente a inspiração para o movimento cubista.
Um exemplo dessa influencia é o importante quadro "Les Demoiselles D'avignon".

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Romero Britto, arte em excelência!









Penambucano, talentoso, extremamente brasileiro e como não poderia deixar de ser, criativo. Assim é Romero Britto.
Eu particularmente sou fascinada pelas suas obras. Elas transmitem alegria, diversão e abrem as portas de um mundo imaginário cheio de romantismo, natureza e modernidade.
Sempre foi estimulado pela família e recebia de presente livros de arte para incentivá-lo à sua vida artística. Pintava em sucatas, jornais e papelões… e foi desta forma que começou a expor o seu talento.
Era uma criança pobre e para amenizar o sofrimento de sua infância começou a pintar, assim ele via o mundo mais colorido.
Com 14 anos fez a sua primeira exibição e vendeu seu primeiro quadro para a Organização dos Estados Americanos.
Dono de um traço quase infantil, Britto produz pinturas a óleo explorando formas geométricas ou figuras de sua preferência, como corações, flores ou animais, sempre com cores vibrantes. Faz sucesso justamente porque sua obra dá vida a qualquer espaço ou objeto.
Alegres e coloridas, as telas de Romero Britto decoram a casa de dezenas de celebridades. A lista é composta por personalidades diversas, como por exemplo Arnold Schwarzenegger, Madonna, Bill Clinton, Carlos Menem, Ted Kennedy, Andre Agassi, Michael Jordan, Xuxa e Paloma Picasso, filha de Pablo Picasso. E o que mais me alegra é que o rapaz é brasileiro e nordestino, um verdadeiro orgulho para o nosso país!
Michael Roux, Diretor Presidente da Absolut Vodka, convidou Romero para criar uma pintura para ser usada em uma nova campanha publicitária da vodka. Trabalharam nesta campanha artistas pop muito conhecidos e conceituados como
Andy Warhol, Keith Haring, Kenny Scharf e Ed Ruscha.
Romero Britto foi o quinto artista a ser contratado pela Absolut Vodka. Os anúncios publicitários apareceram nas mais importantes revistas da América. Foram 62 publicações nos Estados Unidos. Essas publicações foram distribuídas ao redor do mundo muito rápido e foram vistas por milhares de pessoas.
Espero que admirem este espetacular artista brasileiro.
Obs.:As imagens foram tiradas do http://www.google.com.br/

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Obras de Salvador Dalí.

Person at the window
Landscape with butterflies.

Book Tree

domingo, 1 de novembro de 2009

Valeu!!! Nosso encontro foi maravilhoso! Parabéns amigos!!!














VIVER, UM ESPETÁCULO!

Viver é um espetáculo imperdível...Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.

Só você pode evitar que ela vá à falência.Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um "não".É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para falar "eu errei".É ter ousadia para dizer "me perdoe".

É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".

É ter capacidade de dizer "eu te amo".

Faça da sua vida um canteiro de oportunidades.

Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.

Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, comece tudo de novo.Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas é usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar a dor para lapidar o prazer, usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.Jamais desista das pessoas que você ama.

Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível...

(Augusto Cury é médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor brasileiro.)
Obs.: As fotos foram tiradas por minha amiga Jamille e o texto é uma singela homenagem à mesma.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Não podemos perder esta exposição!!!


Dupla de grafiteiros OsGemeos produz "vertigem" em São Paulo
23/10 - 13:56 - Mauricio Stycer
SÃO PAULO – Revelados como grafiteiros, os irmãos Otavio e Gustavo Pandolfo afirmam não se importar muito com a forma como o nome artístico da dupla é escrito. Pode ser OSGEMEOS ou osgêmeos, tanto faz, dizem. Ou também Os Gêmeos. Ou mesmo OsGemeos.
O único detalhe que chamam a atenção é para o acento circunflexo em cima da palavra, que preferem suprimir. No mercado internacional, que freqüentam com grande desembaraço, o sinal característico da língua portuguesa mais atrapalha do que ajuda.
· Fotoshow: veja imagens da exposição "Vertigem"
· Mauricio Stycer: a agenda cultural da dupla OsGemeos
Com uma agenda repleta de atividades, o que inclui exibições programadas para Milão e Lisboa no início de 2010, OsGemeos inauguram uma importante exposição individual neste sábado (24), no Museu da FAAP, em São Paulo.
Trata-se de uma versão da mostra que teve início em outubro do ano passado, em Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer, e de lá seguiu, em março deste ano, para o CCBB, no Rio de Janeiro. Quem viu as duas primeiras versões terá dificuldades em reconhecer a que abre agora em São Paulo.
Vilma Slomp / Divulgação

Exposição "Vertigem", em cartaz em São Paulo
Neste período de um ano, “Vertigem” foi incorporando novos elementos até se transformar numa única e impressionante instalação, na qual OsGemeos mostram porque são hoje reconhecidos como importantes nomes da arte contemporânea brasileira.
Ao redor de toda a parede do espaço circular do Museu da FAAP, OsGemeos colocaram diferentes trabalhos, de distintas fases, um ao lado do outro, formando um grande e caótico painel. Há telas de todos os tamanhos, algumas fotos, além de uma pintura feita diretamente na parede do espaço. O ambiente se completa com quatro grandes esculturas em madeira, penetráveis, espalhadas pela sala.
“Com o tempo, a gente viu que podia juntar tudo”, diz um deles. “Como se fossem janelas”, diz o outro. “Uma vertigem mesmo”, acrescenta o primeiro.
Gêmeos idênticos, aos 35 anos, Gustavo e Otavio têm o hábito de falar quase ao mesmo tempo, um completando a frase do outro. Registrar quem diz o quê durante uma entrevista é um exercício complicado, que eles próprios consideram desnecessário. “Coloca que foi OsGemeos que falou”, dizem.
O conhecido traço dos Gêmeos, esboçado inicialmente nas paredes das ruas de São Paulo e hoje em exibição em galerias e museus do mundo todo, reproduz muito do olhar sensível dos artistas para personagens “invisíveis” que trafegam pelas grandes cidades, desenhados com um humor quase juvenil.
“A rua é uma escola”, diz um. “A gente vem da rua”, diz o outro. “Muita gente se identifica com o que a gente faz. Interfere, brinca com os personagens, dá nomes a eles”.
O nome da exposição, “Vertigem”, explicam, fala da ambição de OsGemeos de provocar esse tipo de sensação no público, dentro de um museu. “Sonhar, sorrir, se as pessoas puderem ficar bem, pra gente já está legal”, dizem.
“Mexer com os sentidos das pessoas: essa é a função da arte. Se a gente consegue isso, já vale a pena”.
Na visão dos artistas, todo mundo precisa – e pode – se emocionar com a arte. “Todo mundo tem isso dentro, mas não conhece a portinha, que abre. Entende?”
OsGemeos falam da função do sonho nos trabalhos mais recentes. Ambos contam que tem desenhado ao amanhecer, logo depois de acordarem, para registrar as lembranças e sensações da noite.
Uma das esculturas na FAAP é um busto gigante montado sobre um Citroen, com a cabeça e o peito abertos. “Abra o seu peito para as pessoas. Abra a cabeça”, dizem OsGemeos. Os artistas não têm dúvida que as crianças vão se divertir na exposição, mas querem mais. “Para as crianças, isso é normal. Tomara que seja legal também para os adultos”.
“Vertigem” fica em exibição em São Paulo até o próximo dia 13 de dezembro. Nas próximas duas semanas, um outro trabalho da dupla, o cartaz e a vinheta de abertura da 33ª Mostra de Cinema de São Paulo, estará à vista de todos os paulistanos
. E nos dias 12 e 13 de novembro, Gustavo e Otavio Pandolfo vão participar de uma performance no Vale do Anhangabaú, na fase de encerramento das atividades do Ano da França no Brasil.
Serviço
Visitação: de 25 de outubro a 13 de dezembro, Horário: De terça a sexta-feira, das 10hs às 20hs; sábados, domingos e feriados, das 10hs às 17hs.Endereço: MAB - FAAP (Museu de Arte Brasileira - Fundação Armando Alvares Penteado): Rua Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo.
www.faap.br. Tel: (11) 3662-7198Entrada Franca


Obs.: Esta matéria foi tirada do último segundo do site http://www.ig.com.br/

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Josiel presente de Deus!!!










"Você sabia que uma lagarta possui 228 músculos separados e distintos da cabeça? Para um inseto, até que é pouco. Um olmo, árvore muito comum na Europa e na América do Norte, tem, em média, 6 milhões de folhas. E, ao bombear sangue para circular por todo o corpo, o coração humano gera pressão suficiente para espirrar sangue a uma distância de até quase dez metros. (Nunca fiz esse teste, e também não o recomendo.)

Você já parou para pensar em como Deus é criativo e diversificado? Ele não era obrigado a criar centenas de tipos diferentes de bananas, mas criou. Não tinha de colocar 3 mil espécies diferentes de árvores em um espaço equivalente a uma milha quadrada da floresta amazônica, e mesmo assim ele o fez. Deus não precisava criar tantos tipos de risadas. Pense a respeito dos diferentes sons de risadas de seus amigos – alguns deles chiam, outro roncam, riem em silêncio, fazem muito barulho ou produzem ruídos desagradáveis.

Que tal pensar em como as plantas desafiam a gravidade ao conduzir água de baixo para cima, a partir do solo, até chegar a seus troncos e ramos? Você sabia que as aranhas produzem três tipos de seda? Quando elas tecem suas teias, fabricam quase vinte metros de seda em apenas uma hora. Ao mesmo tempo, produzem um óleo especial nas patas; ele evita que as aranhas fiquem grudadas na própria teia. ( A maioria das pessoas detesta aranhas, mas quase vinte metros de seda por hora merecem respeito!) Os corais são tão sensíveis que morrem se a temperatura da água variar um ou dois graus.

Você sabia que, quando uma pessoa fica arrepiada, o pelo esta, na verdade, ajudando o corpo a se manter aquecido, enganando o controle da temperatura corporal? Já parou para pensar no simples fato de as plantas reterem dióxido de carbono ( que é prejudicial aos seres humanos) e produzirem oxigênio ( do qual precisamos para sobreviver)? Tenho certeza de que você já sabia disso, mas já parou para se maravilhar diante dessa realidade? E essas plantas que ingerem veneno e produzem vida são geradas a partir de sementes minúsculas que foram espalhadas pela terra. Algumas foram regadas, outras não. No entanto, depois de alguns dias, elas abriram passagem por dentro do solo até alcançar o calor dos raios de sol.

Sejam quais forem as razões de Deus para tanta diversidade, criatividade e sofisticação no Universo, na Terra e até mesmo em nosso corpo, o objetivo de tudo isso é a glória do Senhor. A arte divina fala a respeito de Deus, refletindo quem ele é e como ele é.

Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite. Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.

Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo.

É por isso que somos chamados a adorar o Senhor. Sua arte, a obra de suas mãos e sua criação, tudo ecoa a mesma verdade: Deus é glorioso. Não há nenhum outro como ele. É o Rei dos reis. O Início e o Fim, aquele que é, que foi e que há de vir." (Francis Chan)

Este Deus é o Deus de Josiel!!!

Admirem seus trabalhos e suas fotos.

Alegria!






LinkWithin

.post-body img{ -webkit-transition: all 1s ease; -moz-transition: all 1s ease; -o-transition: all 1s ease; } .post-body img:hover { -o-transition: all 0.6s; -moz-transition: all 0.6s; -webkit-transition: all 0.6s; -moz-transform: scale(1.4); -o-transform: scale(1.4); -webkit-transform: scale(1.4); }