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"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível."

quarta-feira, 21 de março de 2012

OS 15 MAIORES CLICHÊS DOS PÔSTERES DE FILMES


“Não julgue um livro pela capa.” Para livros, até pode ser, mas um distribuidor de filmes francês provou que para o cinema a máxima não é assim tão válida. As colagens de pôsteres que ele fez nos mostram os pequenos “avisos” que os cartazes de filmes exibem para alertar o público.
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© Christophe Courtois.
Ah, o cinema! Essa invenção maravilhosa que mudou a nossa forma de enxergar o mundo, acelerou o tempo e criou os mais variados estereótipos!
O cinema americano, neste caso, é rei. Nenhum outro sistema artístico foi tão amplamente exportado quanto ele. E junto com as películas vieram os mocinhos, os bandidos, as musas (geralmente loiras) e, ultimamente, os nerds.
Mas isso não é culpa da indústria do cinema. Os avisos estão bem evidentes, aliás. Foi isso que o distribuidor de filmes Christophe Courtois percebeu. Em seu blog, ele fez algumas montagens com as maiores “coincidências” nos pôsteres de filmes. Eu selecionei quinze delas.
1. Silhuetas em frente ao oceano, muita bruma e cores em tons pastel:Estes são aqueles filmes para chorar. Amores distantes, escolhas difíceis, laços de família desfeitos e muitas, muitas lágrimas.
2. Casais de costas um para o outro:Sim, nós vamos começar o filme bem, brigaremos por algum motivo sem sentido, mas no final o amor vencerá. E podem ocorrer piadas pelo meio do caminho.
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© Christophe Courtois.
3. Reflexos nos olhos:Óculos com lentes espelhadas nunca estiveram tão na moda! Aqui não são mais os olhos a janela da alma, mas os óculos: eles refletem o que o (a) mocinho (a) de óculos irá procurar durante todo o filme.
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© Christophe Courtois.
4. Falando em olhos:A menos que você goste de filmes de terror, fique longe destes. Olhos em sua maioria mostram o mais profundo de cada um, o que neste caso pode ser algum tipo de monstro ou demônio.
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© Christophe Courtois.
5. As coisas simples da vida, por exemplo, um banco de praça:Existe coisa mais singela do que se sentar em um banco de praça e observar a vida ao seu redor? Não, não existe e no cinema isso quer dizer filmes com alto teor de lições de vida.
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© Christophe Courtois.
6. Simplesmente amarelo:Como chamar atenção para um filme que não se encaixa no padrão hollywoodiano? Como dizer que ele é independente, mas é legal? Fundo amarelo saturado, é claro.
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© Christophe Courtois.
7. Os vestidos são vermelhos, violetas são azuis:Que me desculpe Audrey Hepburn, mas o pretinho básico já era. Uma mocinha que se preza tem que vestir vermelho!
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© Christophe Courtois.
8. Mas se a mocinha não é assim tão mocinha?Esse é um clássico dos anos 80\90. Homens, piadas sobre sexo, sexo, situações ridículas por causa de sexo e a mocinha não tão mocinha no pôster, de costas e com as pernas afastadas.
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© Christophe Courtois.
9. As costasEm cartazes como estes, normalmente estão personagens já conhecidos que por algum motivo voltaram querendo vingança. Eles carregam suas armas, algumas vezes seus chapéus e um olhar de viés muito amedrontador.
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© Christophe Courtois.
10. O azul e a cidadeAgora, se o cartaz for azul com a cidade inclinada e uma silhueta correndo, prepare-se para um mocinho em fuga e com mania de perseguição.
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© Christophe Courtois.
11 e 12. O azul e a naturezaEm filmes sobre bichinhos há duas correntes:
O de bichinhos humanizados, que têm sentimentos e emoções. Nestes, o cartaz apresenta o céu azul e os bichos, com as suas melhores caras de domesticáveis, podem ser orcas, onças, pinguins - qualquer um serve, desde que sejam fofos!
A outra corrente é mais de culto: são os documentários, o céu é igualmente azul, mas os animais estão de costas ou afastados - por que sim, eles são selvagens.
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© Christophe Courtois.
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© Christophe Courtois.
13. Selvageria e muito fogo:Um bom filme de ação tem que ter explosões desde o seu pôster; o resto não importa, pode estar em preto e branco mesmo.
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© Christophe Courtois.
14. Spoilers:O personagem mais interessante do filme é o fundo do pôster e o que interessa saber do filme vem logo encima do seu rosto.
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© Christophe Courtois.
15. Tom Cruise:Para terminar, o mocinho-mór do cinema americano, Tom Cruise e o seu maravilhoso perfil.
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© Christophe Courtois.
Ok, mas as coincidências aqui mostradas são ruins? Não, muito pelo contrário: são códigos que fazem com que pessoas como eu, que odeiam filmes de terror, não se enganem na hora de escolher o filme pelo cartaz.
Fonte: Obvious

Um brasileiro está fazendo história nos EUA com um projeto de inclusão em escolas: Alexandre Lopes recebeu o prêmio de Melhor Professor do Ano de Miami-Dade.



Alexandre Lopes com as crianças do programa de inclusão que criou na escola Carol City Elementary, em Miami. Foto de Carla Guarilha.
Ele foi escolhido entre 24 mil professores de todas as escolas públicas do condado.  O processo de seleção é longo e incorpora diversos aspectos do professor, fora e dentro da sala de aula, desde o seu método de ensino à filosofia e politica educacional.
“É um orgulho, uma honra muito, muito grande deles terem escolhido neste país um brasileiro nascido e criado no Brasil”, diz ele.   “Foi um processo intenso de seleção.  “Não foi só pré-escola, não foi só no departamento de crianças especiais, não foi só entre os latinos.  Eu competi em termos de igualdade com todos os professores daqui”.
Lopes ganhou um Toyota novinho, US$5.500 e uma bolsa de estudos na Nova University – que ele abriu mão pois já está cursando o doutorado na Florida International University.

Lopes com seu novo Toyota. Foto de Carla Guarilha.
Mas para ele, o mais importante foi receber o troféu, que simboliza o reconhecimento do seu trabalho. E as homenagens não param. Hoje, Alexandre vai receber uma homenagem de Bárbara J. Jordan, representante de um dos condados de Miami-Dade.

Troféu de Melhor Professor do Ano. Cortesia Alexandre Lopes.

Alexandre Lopes na sala de aula. Foto de Carla Guarilha.
“Levou um bom tempo para conseguir o respeito pelo que eu faço, e acho que foi muito importante ganhar esse titulo, não só por mim mas, por todos os outros professores que trabalham na pré-escola”, diz Lopes emocionado.
Hoje aos 43 anos, o carioca é, agora, o porta-voz de educação de todo o condado de Miami-Dade. O próximo passo é o prêmio estadual com mais 71 concorrentes.  Se ganhar, entra como finalista ao prêmio nacional, que será anunciado no inicio de 2013.
Seu programa de inclusão é composto de dois grupos diários de 12 crianças, de 3 a 5 anos – um de manhã e outro no inicio da tarde. Em cada grupo, há oito que exibem desenvolvimento regular da idade e quatro com algum tipo de desordem que compromete o desenvolvimento, como, por exemplo, o autismo.
“As crianças com autismo estão integradas a um ambiente onde elas tem a capacidade de interagir socialmente com crianças fora do espectro autista”, diz ele. “É uma sala de aula normal, onde temos alunos com autismo e alunos sem autismo.  Não são diferenciados em absolutamente nada”.

Lopes com um dos alunos. Foto de Carla Guarilha.
Numa rotina extremamente bem estruturada, Lopes, apaixonado pela música – e um estudioso de piano desde cedo, usa a sonoridade e a melodia como técnicas de ensino – na comunicação, compreensão e aprendizado de palavras e respeito mútuo.
Na hora que entram na sala de aula, as crianças dão as mãos e formam uma roda, cantando, “we are glad you are here.  Hello to you and me” (“estamos felizes por estarem aqui. Olá para você e para mim”), fazendo com que todos se sintam bem-vindos e unidos.  Lopes usa tambores e canções para ensinar conceitos, como tolerância e o controle emocional: “When you are mad, take a deep breath and relax” (“quando está bravo, respira fundo e relaxa”).  (Veja vídeo no fim da coluna.)
“O que enfatizamos aqui, que de repente não é tão enfatizado em outras salas de aula, — mas que na minha opinião deveria ser enfatizado em todos os lugares — é o ensino da interação social: como lidar com uma pessoa, pegar sua atenção, olhar no olho daquela pessoa, chamá-la pelo nome”, diz o carioca, que atribui parte do seu sucesso ao fato de ser brasileiro – não só pela sua musicalidade mas pela forma que se relaciona com as pessoas.

Foto de Carla Guarilha.
“Eu acho que faço com que cada um se sinta especial, e isso é importante”, diz ele.  “Eu acho que o brasileiro tem isso, quando quer, de realmente mostrar ao mundo do que ele é capaz”.
Lopes nunca se imaginou trabalhando na área de educação.  Nascido e criado em Petrópolis, o carioca se formou em comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e trabalhava em companhias aéreas.  Sempre gostou muito de viajar, e em 1995, se mudou para Miami.  Aqui, como comissário de bordo, na época pela United Airlines, fazia rotas para a América Latina e servia como intérprete de português e espanhol.  Com os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as companhias aéreas tiveram muitos problemas financeiros, e a United ofereceu um pacote de benefícios para quem se afastasse.  Lopes aceitou imediatamente, e retomou os estudos.  Validou em Miami seu diploma do Brasil e começou mestrado em “Educação Especial” na Universidade de Miami, com foco em crianças autistas, rumo a um trabalho sério que, está rendendo frutos.
DICA:  Alexandre adora correr ao ar livre e comer asinhas de frango no Wilton Wings em Fort Lauderdale, favorito dos locais.  Telefone: 954-462-9696.  Endereço: 1428 NE 4 Ave., Fort Lauderdale, FL  33304.
Assista ao video de Alexandre Lopes com um de seus grupos de inclusão:
Fonte:IG

Pensamento para o dia


terça-feira, 20 de março de 2012

Será que criança gosta de música clássica? Veja!


Para chamar a atenção dos pequenos, a Sinfonieta Fortíssima conta com um figurino diferente. Os integrantes usam pantufas ou cartolas coloridas, por exemplo. No programa, com cenas cantadas em português, aparecem “João e Maria”, do compositor alemão Engelbert Humperdinck, e trechos de “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioachino Rossini. 

Ideia sensacional!
Parabéns com louvor!

Outono




É outono... a mágica estação do ano em que a natureza revela um especial esplendor.

Calmamente vou adentrando a alameda de plátanos dourados. 

Um tapete amarelo-avermelhado espalha-se a meus pés...


...por onde sigo pisando tão calmamente, como num caminho perfeito, 

num vagar calculado, com o firme propósito de saborear esses momentos 

de pura e encantadora magia...

Um cenário perfeito para reflexões e versos que me me vêm à mente...




Imagino se existe um portal no paraíso... então este deve ser o portal do paraíso...




Longos soluços dos violinos de outono

Ferem meu coração com langor monótono...

E choro, quando ouço, ofegando, bater a hora,
lembrando os dias, as alegrias e ais de outrora.
E vou-me ao vento que, num tormento 

me transporta de cá para lá, como faz a folha morta.

(Verlaine)

.


"O amor muda como as folhas das árvores no outono.
E, se eu for capaz de entender isto, serei capaz de amar."
(Emily Brönte)

Fonte: Oriza

ZUZU ANGEL: QUEM É ESSA MULHER?


A costureira que cresceu na vida por sua criatividade, talento e legitimidade. A estilista que brilhou no exterior por apresentar ao mundo a moda brasileira em seu estilo mais peculiar. A mãe que lutou contra a ditadura em busca do corpo do filho desaparecido. A mulher que inspirou uma das canções mais doces de Chico Buarque. Quem é essa mulher? Ela é Zuzu Angel.
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Zuzu Angel em NY no início dos anos 70, (© Acervo Instituto Zuzu Angel).
Zuleika Angel Jones, mais conhecida como Zuzu Angel, foi um ícone da moda nos anos 70. E também um símbolo da luta contra a ditadura no Brasil. Um misto de talento e coragem, onde os papéis de estilista e mãe se entrelaçavam de uma forma que despertava nas pessoas admiração e compaixão. Admiração pelo seu trabalho realmente significativo para a moda brasileira e compaixão pelo seu sofrimento que parecia não ter fim – e, no final das contas, realmente não teve. Pelo menos não o que Zuzu esperava.
Em Minas Gerais, para onde se mudou bem jovem com a família, Zuzu começou a trilhar seu caminho na moda. Por lá ela já costurava roupas para as primas e pessoas próximas. Teve também uma passagem pela Bahia, lugar que provavelmente inspirou grande parte de suas criações, já que em suas coleções prevaleciam as cores tropicais. E em 1947 mudou-se em definitivo para a cidade onde faria carreira, o Rio de Janeiro.
Nos anos 70, Zuzu abriu sua loja em Ipanema. Com uma linguagem bem pessoal, criava peças que eram a cara do Brasil. Tanto que ela dizia “Eu sou a moda brasileira”. Em suas coleções reinavam misturas de tecidos, cores, estampas, pedrarias e tudo que tivesse um ar de brasilidade. Abusava do uso de chitas, rendas, sedas e fitas. Adorava tecidos com estampas de animais ou com temas regionalistas e folclóricos. Zuzu gostava de inovar, mas não se fazia de sofisticada. Não costurava apenas para a elite. Seu intuito também era vestir a mulher comum. A brasileira brejeira, como a Gabriela de Jorge Amado.
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International Dateline Collection (NY, 1972), (© Acervo Instituto Zuzu Angel).
A moda Zuzu Angel era marcada por uma feminilidade indescritível. Tudo que ela produzia tinha um quê de delicadeza, um toque de tropicalicalismo e, obviamente, sua marca registrada, o logotipo do Anjo.
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Elke Maravilha - Coleção Helpless Angel (Anjo Desamparado), (© Acervo Instituto Zuzu Angel).
Por toda essa origininalidade pulsante em suas criações, Zuzu se destacou no exterior. Conquistou os norte-americanos, teve suas coleções em vitrines de grandes lojas nos Estados Unidos, angariou clientes famosos como Liza Minelli, Kim Novak, Ted Kennedy e Joan Crawford, e teve ampla divulgação em importantes meios de comunicação dos Estados Unidos.
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International Dateline Collection (NY, 1972), (© Acervo Instituto Zuzu Angel).
Infelizmente, nem tudo na vida de Zuzu teve um colorido tropical. Uma de suas maiores lutas foi a busca incansável pelo corpo do filho Stuart Angel – ativista do Movimento Revolucionário 8 de Outubro, o MR-8 –, que desapareceu para nunca mais ser encontrado, após ser preso por militares da ditadura. Essa é uma parte muito obscura na vida da estilista, que foi fortemente marcada por sofrimento.
Sua grande influência nos Estados Unidos fez com que conseguisse a ajuda de figuras importantes em sua luta, como a do então secretário de Estado do Governo norte-americano, Henry Kissinger. A quem entregou pessoalmente uma carta relatando tudo sobre a tortura, morte e ocultação do cadáver de Stuart. Conseguiu também grande atenção das imprensas do Brasil e Estados Unidos realizando “desfiles-protesto”, onde se destacavam peças com figuras de crucifixos, tanques de guerra, pássaros engaiolados, sol atrás das grades, jipes e quépis militares ao lado do seu tão famoso logotipo de Anjo.
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Zuzu Angel com roupa de luto e modelo - Coleção Helpless Angel (Anjo Desamparado), (© Acervo Instituto Zuzu Angel)
Em 1976, sem nunca ter chegado a respostas conclusivas sobre a morte do filho, Zuzu morreu vítima de um acidente de automóvel. Sua morte também nunca foi de fato esclarecida e muitos acham que ela teve o acidente após derrapar o carro por ter sido perseguida. Ela própria já sabia que isso poderia acontecer, tanto que espalhou entre os amigos cartas que relatavam suas suspeitas. Nelas havia um trecho que dizia "Se eu aparecer morta, por acidente ou outro meio, terá sido obra dos assassinos do meu amado filho". Uma dessas cartas foi recebida por seu amigo Chico Buarque que, tendo sua história como inspiração, compôs junto com Miltinho a canção Angélica.
Em 2006, Zuzu teve sua história retratada no longa-metragem Zuzu Angel, com direção de Sérgio Rezende e Patrícia Pillar no papel da estilista, que entrou para o hall das grandes produções do cinema brasileiro.
Atualmente, Zuzu Angel é muito bem representada através do IZA – Instiuto Zuzu Angel de Moda, uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 1993 e idealizado pela jornalista e filha de Zuzu, Hildegard Angel. Localizado no Rio de Janeiro, o instituto tem como ideal valorizar a moda brasileira, através da criação e produção de moda a fim de gerar empregos e captar divisas para o país. Com um dos maiores acervos de moda do país, o IZA resgata as raízes de nossa história e faz um intercâmbio da moda brasileira em suas diversas manifestações.
As imagens que ilustram o artigo foram gentilmente cedidas pelo Instituto Zuzu Angel.
Fontes: Instituto Zuzu Angel Uol e Folha de São Paulo


Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2012/03/zuzu_angel_quem_e_essa_mulher.html#ixzz1pfyLjwav

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