SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Vamos celebrar o estudante? Claro que sim, afinal ele é o maior objetivo do CECJ.


Somos família Chequer formada por estudantes que criam caminhos individuais,
mas conseguem compartilhar seus sonhos conosco em projetos de vida.
Debatemos ideias, formamos times, e obtemos propostas de um protagonismo juvenil
realizado com responsabilidade com a oportunidade de obtermos constantemente uma presença pedagógica atuante.

Celebramos com louvor os estudantes que buscam na leitura o embasamento de suas pesquisas,
e fazem de nossa nação berço esplêndido esperançoso de dias melhores.
 Louvamos a Deus pela vida de nossos queridos estudantes que transformam nossas existências através dos saberes compartilhados, e realizam seus sonhos com foco, força,fé e muito empenho,
pois matéria dada deve ser conteúdo estudado.
Sucesso para todos!
Com muito carinho é que festejamos vocês!

Direção, AAGE,Equipe Pedagógica e Corpo Docente do Colégio Estadual Chequer Jorge.

terça-feira, 28 de junho de 2016

MEIO-DIA



MEIO-DIA


Meio-dia. Sol a pino. 
Corre de manso o regato. 
Na igreja repica o sino; 
Cheiram as ervas do mato. 

Na árvore canta a cigarra; 
Há recreio nas escolas: 
Tira-se, numa algazarra, 
A merenda das sacolas. 

O lavrador pousa a enxada 
No chão, descansa um momento, 
E enxuga a fronte suada, 
Contemplando o firmamento. 

Nas casas ferve a panela 
Sobre o fogão, nas cozinhas; 
A mulher chega à janela, 
Atira milho às galinhas. 

Meio-dia! O sol escalda, 
E brilha, em toda a pureza, 
Nos campos cor de esmeralda, 
E no céu cor de turquesa... 

E a voz do sino, ecoando 
Longe, de atalho em atalho, 
vai pelos campos, cantando 
A Vida, a Luz, o Trabalho.

© OLAVO BILAC 
In Poesias Infantis (2ª Ed.), 1929 

"Como Amamos?" por Sylvio Schreiner


A famosa frase e recomendação bíblica “Ame o próximo como a si mesmo” é repetida incontáveis vezes por variadas pessoas. Parece se tratar de algo muito simples e fácil e que só requer uma pequena dose de força de vontade. Que engano! Viver verdadeiramente isso requer um nível de sutileza elaborado e todo um refinamento interno. Amar o outro como nos amamos demanda uma boa autoestima e infelizmente são poucos que possuem uma verdadeira autoestima.

Talvez possamos pensar que, de forma geral, existem três maneiras que se é possível amar e cada maneira tem a ver com o desenvolvimento psíquico do indivíduo. O primeiro tipo de amor é o amor infantil que é por natureza extremamente carente e egoísta. Tal como visto em bebês e crianças pequenas, esse amor se caracteriza por exigir atenção desmedida de quem está ao seu redor. Psiquicamente uma criança pequena só pode existir chamando toda atenção para si mesma e de fato ela precisa de enormes cuidados senão corre risco de não sobreviver e nem aprender a se amar.

O segundo modo de amar é o amor de troca. Para a mente do adolescente esse tipo de amor já é possível. Nele amamos quem nos ama, quem nos faz algo de bom e nos oferece alguma coisa de valor. Quando essa condição acontece o adolescente é capaz de amar de volta, em retribuição. É menos egoísta que o primeiro tipo de amor, mas mesmo assim é um amor limitado. Já a terceira forma de amar é a do amor desinteressado que não espera receber nada e ele não existe apenas porque uma dada condição foi atingida, existe por si só e se alimenta do próprio amor que é capaz de gerar. Só que desenvolver esse tipo de amor exige uma autoestima bem estabelecida, pois é um fato que quem não é capaz de se amar não tem como oferecer esse tipo de amor para fora de si mesmo, ou seja, fica incapacitado de amar verdadeiramente os outros.

Quando a recompensa de se amar vem do próprio ato de amar estamos falando de um amor maduro e de uma pessoa que é capaz de “transbordar” para fora de si o amor que sente por si mesma. A capacidade e a maneira de amar é tão importante porque revela como anda o desenvolvimento psíquico de cada um. É egoísta, é de troca ou é desinteressado? Muitos param num dos dois primeiros tipos de amor e não conseguem seguir adiante em seu desenvolvimento. Compreensível já que real autoestima é difícil de conquistar, mas é uma pena já que sem ela ninguém vai poder de fato amar o próximo como a si mesmo. Vai ser sempre um amor parcial. 


Obs.:Sou fã dos escritos de Sylvio, e compartilho aqui para nossa reflexão, se quiser saber mais sobre o autor é só clicar em seu nome.

Prosseguir, mesmo depois da pausa


Depois da pausa é inevitável a vontade de ficar um pouquinho mais deslumbrada com os horários livres, mas a rotina também faz parte do Universo,
e volto para colocar a casa em dia.
e memorizar quem sou.
Estava com saudades de nossa canção!
Beijos,
Aline Carla Rodrigues.

terça-feira, 17 de maio de 2016

MUDE SEMPRE. ATÉ A ULTIMA GOTA. NÃO MATA



Mudanças podem ser extremamente positivas quando elas estão na direção de descobrirmos e colocarmos para dançar novas formas de ser e de estar no mundo. Mudanças são o oposto do estagnado, da poeira varrida para debaixo do tapete. Mudanças são o avesso do vazio. Mudança é coragem, novas perspectivas, reinvenções de nós mesmos e de nossas vidas, recriações de novas posturas, de novas visões da vida e de novos pensamentos e sentimentos, novos rearranjos da música da vida. Mudança é vida.



Mudar é inerente à vida. De acordo com a ciência, biologicamente falando, toda célula do corpo humano se regenera em média a cada sete anos. Portanto, somos literalmente novas pessoas a cada sete anos mais ou menos. Mudamos também de idade, de lugares, de pensamentos, de sentimentos, de conceitos, de paradigmas, de representações e de visões de mundo durante toda a nossa vida. A mudança em nós, nos outros, em tudo o que nos cerca e na vida é fato. Acontece que essas mudanças externas e naturais pelo movimento próprio da vida são mais fáceis – ou menos complicadas de lidarmos – porque não podemos fugir da maioria delas. As maiores complexidades – e, por consequência, as maiores dificuldades - surgem quando falamos das mudanças subjetivas. Elas são mais difíceis porque estão atreladas a muitas representações também subjetivas desde a nossa infância e para realizarmos essas mudanças precisamos derrubar nossas resistências. Se conseguirmos derrubar as resistências - ou parte delas – elas nos levam a novas formas de ser, a novas subjetivações, nos tornando mais conscientes do enfrentamento dos nossos medos, das nossas dores, das nossas angústias e de tudo o que nos prende e tenta evitar que mudemos.

Esse enfrentamento, que é o próprio começo da mudança pode gerar conflitos, crises, dúvidas e, muitas vezes, vontade de permanecer no mesmo lugar. Temos que a resistência pode ser, ao mesmo tempo, fator de mudança e de permanência a um mesmo estado. Mas, se conseguirmos ir além, quebrar a resistência – ou que seja pelo menos, parte dela – enfrentar as angústias, as crises, o medo do salto e do novo, os sofrimentos e o caos que podem surgir dessa inicial desestabilização das coisas; o que pode surgir do outro lado, se estivermos mesmos dispostos a "pular o muro" são novos direcionamentos, novas visões e novas possibilidades. Lembro-me aqui de Nietzsche: "Eu vos digo: é preciso, às vezes, ter um pouco de caos dentro de si, para poder dar à luz uma estrela dançante."

Sempre que o assunto é mudança, não há como deixar de fora a intrínseca relação entre o carvão e o diamante natural, talvez umas das mudanças mais impressionantes encontrada na natureza. O diamante natural é a mudança, a coragem e a persistência do carvão sob a ação do tempo e de fortíssimas e altíssimas pressões e temperaturas. Ambos possuem a mesma composição. O que os difere é a maneira como esta composição está estruturada, ou seja, exatamente a estrutura promovida pela mudança. Assim somos nós. Se soubermos enfrentar as inúmeras pressões e se soubermos enfrentar e aceitar a mudança pelas altíssimas temperaturas – que podem ser todas as adversidades, dificuldades e adaptações que a vida traz em si e são inerentes a todo ser humano - poderemos nos estruturar de forma tal que o resultado será uma brilhante e belíssima pedra de diamante, que não pode ser riscada nem cortada por nenhum outro mineral ou elemento da natureza, exceto por outro diamante.



Cada um – se assim decidir e escolher - fará suas mudanças à sua forma, no seu tempo e ritmo. Freud já dizia em "O Mal Estar na Civilização" (1996[1927-1931], vol XXI): "Não existe uma regra de ouro que se aplique a todos: todo homem tem de descobrir por si mesmo de que modo específico ele pode ser salvo". Sim, mudanças e transformações podem ser uma das muitas maneiras de sermos salvos. Salvos de que? Ah, Caetano Veloso disse muito bem certa vez: “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é" (Dom de Iludir, 1982). Cada um de nós precisamos nos salvar todos os dias... de nós mesmos, de nossas intempéries, de nossas ilusões, de nossas veladas e não assumidas – às vezes sequer reconhecidas ou até negadas - vitimizações, de nossos conflitos que nos apavoram e de uma melhor maneira de lidarmos com eles, de nossas meias verdades, de nossas inteiras mentiras, de nossos medos, de nossas parcas visões, de nossas considerações enviesadas e de nossas caquéticas certezas atravessadas pelo nebuloso opaco ou obstáculo que impomos aos nossos olhos. Sim, para o espanto de muitos e a aversão de outros tantos – que os céus os protejam - todos somos seres imperfeitos e, com as devidas graças, insatisfeitos também – não muito, mas o necessário para nossas buscas e descobertas, para novas perspectivas, novos olhares, novos saberes, novos sabores, novos anseios e... mudanças.

Mudar, ir em direção ao novo, à novas formas de ser e de estar no mundo não é tarefa das mais fáceis, mas plenamente possível a quem decide começá-la. O novo, o desconhecido, aquilo que não sabemos – e, por vezes, nem queremos saber, mesmo sabendo – provoca angústia, medo, sofrimento e, não raro dor. Mudar (de verdade) provoca desconforto porque mudar é, entre tantas coisas, mexer e remexer, alterar a ordem, sair da zona de conforto, dar a cara a tapa, desnudar-se, desvendar-se - com a possibilidade de desvendar o outro e o mundo também, desaprender para aprender de novo, ir ao encontro de – na maioria das vezes, ir de encontro a – dúvidas, incertezas, perguntas sem respostas, inesperados, dores passadas e presentes, angústias de ser, estar e existir, lugares escuros dentro e fora de nós e, não obstante, ir de encontro também a muitas dessas mesmas questões em relação aos que convivemos e mantemos algum tipo de vínculo relacional.

Mudar provoca desconforto porque o processo de mudança vai nos "obrigando" a olhar necessariamente para dentro. E olhar para dentro não é tarefa para qualquer um, não. Não mesmo. Quando começamos a olhar para dentro, começamos a perceber que todas as nossas atitudes ou a falta delas terão sempre consequências e começamos a entender que nada nos ajudará - muito pelo contrário - se continuarmos no processo de esquivas, desculpas, justificativas, mentiras e omissões para transferir o peso dessas nossas atitudes e as consequências delas para os ombros de outras pessoas ou para a roda da vida. Mudar implicar maturidade, maior responsabilidade conosco, com a vida que vivemos, com o outro e com tudo o que nos cerca. Sobretudo, mudar implica sermos capazes - seja de que forma for - de enfrentar e superar todo esse desconforto, toda a inquietude que a angústia do medo provoca - seja medo do novo, medo da aceitação ou da rejeição, medo do vir-a-ser, medo do não vir-a-ser, medo do salto, medo do susto, medo do “outro lado” e até mesmo medo da própria mudança e sermos capazes de transformar toda essa salada em coisas boas para nós, em aprendizados e em crescimento.



Mudanças... transformações... são questões de escolhas e da capacidade ou incapacidade de cada um em promover essas escolhas. São também questões de coragem e ousadia e de um verdadeiro pertencer a si mesmo. Mudanças são as únicas coisas permanentes no mundo. Deixo o pensamento último com Sigmund Freud, novamente em “O Mal Estar na Civilização" (1996[1927-1931], vol XXI – Grifos meus): "Todos os tipos de diferentes fatores operarão a fim de dirigir sua escolha. É uma questão de quanta satisfação real ele – o indivíduo, o homem – pode esperar obter do mundo externo, de até onde é levado para tornar-se independente dele e, finalmente de quanta força sente à sua disposição para alterar o mundo..." E enfim, parafraseando Clarice... Mude sempre. Até a última gota. Não mata.



© obvious: http://obviousmag.org/os_caminhos_do_pertencserse/2015/06/mude-sempre-ate-a-ultima-gota-nao-mata.html#ixzz48wJheWAZ

ESTÁ NA HORA DE VOCÊ SE LIVRAR DE PESSOAS TÓXICAS



Eu estava no último ano de faculdade, quando passaram por cima de mim cinco caminhões pipa, dois tornados e uma boiada inteira. Eu só estava tentado chegar na linha de chegada viva, quando descobri que havia algo de muito errado nas minhas relações pessoais. Naquela linha tênue entre menina e mulher, amanheci achando graça em usar batom vermelho. O que havia de menina em mim não sabia a selva que era enfrentar o mundo de boca pintada. O peso da boca e das pernas femininas me sobrevieram quando o professor parou a aula e os colegas pararam de falar quando eu cheguei. "Tira esse batom vermelho, tá ridículo", não lembro se ela me chamou de palhaça ou de puta, parei de ouvir direito quando entendi a interrogação de alguém que chamei de amiga por anos.

Cair na selva de paraquedas e sobreviver às lesões leva um tempo, não é de primeira que você entende do que se trata. Pode ser que seja de segunda, de terceira, e pode ser que você nunca aprenda. Viver bem não se trata apenas de ser uma pessoa boa, se trata de saber se proteger de relações tóxicas. Faz pouco tempo que entendi que mais que bondade, a gente precisa de atenção. Ela abaixa sua autoestima, mas é sua amiga. Ele atrasa seus sonhos, mas te ama, é seu pai, é seu irmão, é seu amigo. O perigo das relações tóxicas é que elas se aproveitam do seu afeto. Você acredita que essa pessoa nunca te prejudicaria, afinal, ela é alguém que você confia. O perigo está em medir o outro com a sua própria régua.

É preciso estar muito afinado com a própria vida, com a alma serena para ouvir e sentir as energias que existem ao nosso redor. Existe muita gente brilhando também. O mundo é um mar de fogueirinhas. Não dá mais para justificar, negociar ou se vender para contrabandista de pessoas. Ninguém sai ganhando, nem quem absorve o melhor de você e te deixa aos cacos. Essa pessoa também não ganha nada. Você vai abraçar quem está mergulhado na escuridão, não vai se salvar, nem salvar o outro. O seu amor por ela não é suficiente para isso. Dos poços, já bastam os que habitam em mim. Eu já tenho o meu lixo tóxico para cuidar, reciclar e eliminar. Às vezes, se livrar de uma pessoa tóxica é só uma questão de sobrevivência. Ou o último ato de amor.



— O mundo é isso — revelou — Um montão de gente, um mar de fogueirinhas. Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo. (Eduardo Galeano)



© obvious: http://lounge.obviousmag.org/descortinada/2016/05/esta-na-hora-de-voce-se-livrar-de-pessoas-toxicas.html#ixzz48wJ0Kf9O

PRETO COM MUITO BRILHO FOI UM DOS TONS MAIS APRESENTADOS EM PARIS


PRETO COM MUITO BRILHO FOI UM DOS TONS MAIS APRESENTADOS EM PARIS



Nas passarelas da Semana da Moda de Paris, fios pretos foram constantes, e apareceram em desfiles de grifes como Maison Martin Margiela, Each x Other, Christian Dior e Hermès, entre várias outras. A tonalidade mais apresentada foi uma de preto super natural, com um brilho amarronzado, e ocasionalmente, como em Louis Vuitton, de tom azulado. Além disso, os cabelos das modelos surgiram ultra luminosos e hidratados, quesito essencial para quem quer apostar nesta cor.
PRETO MONOCROMÁTICO É TENDÊNCIA E FAVORECE TODOS OS TONS DE PELE



Uma das tendências verificadas ao longo de todas as Semanas da Moda ao redor do mundo foi a de colorações monocromáticas, sem luzes ou ombrés. A tonalidade de preto bem escuro e homogêneo é perfeita para favorecer qualquer tom de pele, e é ideal para cobrir erros de coloração ou para deixar os fios com um ar mais saudável. Depois da enorme tendência de mechas californianas e tons em degradê, esta cor entrega um look ultra atual e contemporâneo.
TRATAMENTO E HIDRATAÇÃO SÃO ESSENCIAIS PARA MANTER A COR E O BRILHO



Para conquistar fios ultra brilhosos e uma cor bem intensa, a hidratação é essencial. Além de lavar os cabelos com um intervalo de pelo menos um dia, para que não desbotem tão facilmente, fios coloridos de preto precisam de uma ajuda extra no quesito de brilho, e, para tal, os tratamentos de nutrição são fundamentais. Máscaras e ampolas são excelentes para cuidar dos cabelos semanalmente, e, no dia a dia, o condicionador não pode ser esquecido.

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