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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Pensamento do dia: se eu os contasse seriam mais do que os grãos de areia!

"Como são preciosos para mim os teus pensamentos, ó Deus! 
Como é grande a soma deles!
Se eu os contasse seriam mais do que os grãos de areia. Se terminasse de contá-los, 
eu ainda estaria contigo."
Salmos 139:17,18

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

'Amazônia', de Sebastião Salgado, imperdível!



Sebastião Salgado cede fotografias e abre exposição sobre Amazônia no STF

Mostra foi aberta nesta segunda-feira. 
São 16 fotografias da série 'Amazônia', 
feitas durante expedição do artista no ano passado.

Visitas agendadas
Segundas, terças e sextas: às 10h, 11h, 14h, 15, 16h e 17h
Quartas e quintas: às 10h e 11h
De graça

domingo, 18 de fevereiro de 2018

INTERVENÇÃO MUSICAL, JÁ!






"Há 30 anos, governadores prometem resolver a violência no RJ; veja frases"


"Há pelo menos três décadas, a população do Rio assiste, vivencia e sofre com o aumento da violência. O combate ao crime organizado sempre foi parte importante do discurso dos governadores do estado. Os resultados, no entanto, nunca alcançaram a paz que o povo deseja, e que os políticos prometem.


O RJTV reuniu declarações de quem já governou – ou ainda governa – o estado fluminense para relembrar a escalada do crime no estado, que levaram à intervenção federal.


Em julho de 1986, o Ibope perguntou à população fluminense: quais problemas deveriam receber mais atenção do governo? A violência ficou em primeiro lugar. Ano após ano, as autoridades reconheceram que a situação era grave e que era preciso agir.


Rocinha, 1988. A imagem de um salva de tiros para homenagear um bandido morto foi o anúncio de dias difíceis. A arma usada, um fuzil, até então era pouco conhecida. O tráfico de drogas se espalhava pelas comunidades do Rio: 68 morros tinham pontos de venda de drogas.




Brizola
Ex-governador Leonel Brizola (Foto: Reprodução/Acervo/Globo)Ex-governador Leonel Brizola (Foto: Reprodução/Acervo/Globo)
Ex-governador Leonel Brizola (Foto: Reprodução/Acervo/Globo)

“Nós estamos firmes. Cada vez eu estou certo que os serviços, nossos serviços policiais, preventivos ou não, estão atuando sempre com eficiência maior e estamos procurando atacar as causas”, declarou, à época, Leonel Brizola (1922 – 2004), que governou o Rio entre 1983 e 1987, depois entre 1991 e 1994.


Grupos de extermínio - formados por policiais e ex-policiais - cometiam muitos assassinatos, principalmente, na Baixada Fluminense. No governo seguinte, o crime continuava avançando.

Moreira Franco

Moreira Franco, quando era governador do Rio (Foto: Reprodução/Acervo/Globo)Moreira Franco, quando era governador do Rio (Foto: Reprodução/Acervo/Globo)
Moreira Franco, quando era governador do Rio (Foto: Reprodução/Acervo/Globo)

“Nós vamos enfrentar os grupos de crime organizado, custe o que custar e doa a quem doer, que eu sou intransigente”, disse Moreira Franco, que governou o Rio entre 1987 e 1981 e neste sábado (17) esteve em reunião no Palácio Guanabara, como ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.

No Rio, os bandidos começaram a atirar com fuzil bem antes do que a polícia. E os governantes entenderam que o fuzil do tráfico deveria ser combatido com o fuzil da polícia.


A PM começou a usar esse armamento nos anos de 1990, que foram marcados por chacinas. Nesse período, presos ordenavam sequestros. Os bandidos organizavam comboios para roubar carros, para transportar armas e drogas.

Professora especialista em Segurança Pública da UFF fala sobre intervenção federal no Rio



50 erros de português que você não pode mais cometer


Um bom português funciona como um cartão de visitas pessoal e profissional - Fotolia

Como qualquer outra disciplina, o português pode ser fácil para uns e difícil para outros. Além disso, a língua é viva, se altera com o passar dos anos, recebe influências do meio e, claro, conta com um amplo conjunto de regras que inegavelmente podem confundir.

— É certo dizer que o tempo presente, o grau de escolaridade e a classe social impactam em como produzo meu texto. Mas também é fato que o domínio da língua é diretamente proporcional ao volume de leitura. A dica é ler jornais, livros de bons autores e não ter vergonha de procurar o significado de uma palavra que não conhece —, recomenda o professor Caco Penna, do CPV Educacional.

Segundo Caco, as mudanças dos últimos anos no Enem resultaram em provas mais focadas no caráter sociolinguístico do que propriamente na gramática. Mesmo assim, essas são questões ainda relevantes na redação e muito presentes nos vestibulares. Indo muito além dos testes, vale lembrar que em toda a vida você vai lidar com as artimanhas do português. Nada mais queima o filme do que falar errado em uma entrevista de emprego ou enviar um e-mail profissional cheio de deslizes, por exemplo.

Para evitar essas derrapadas, listamos as 50 dúvidas gramaticais que mais costumam gerar erros. A lista foi elaborada com ajuda dos professores Simone Motta, coordenadora de Português do Grupo Etapa, Eduardo Calbucci, supervisor de Português do Anglo, e do próprio Caco.

50 DÚVIDAS DO PORTUGUÊS ESCLARECIDAS

1. Por que/Porque

Para começar, uma confusão que acompanha gerações:

Usa-se "por que" para perguntas, mesmo que implícitas. Exemplos: "Por que ela ainda não chegou?" e "Ele não sabe por que está aqui".

Usa-se "porque" para respostas. Se consegue substituir por "pois", essa é a forma correta: "Não foi trabalhar porque estava doente".

Muito cuidado com a conjugação do verbo intervir 
Foto: Fotolia


Atenção para as palavras que têm forma de escrita parecidas 
Foto: Fotolia


Para aprender de vez e nunca mais esquecer.
 Foto: Fotolia


A posição na frase interfere na forma de escrita do termo.
 Foto: Fotolia


Na dúvida, consulte o dicionário para não errar. 
Foto: Fotolia


Preste atenção para não cair mais nesse equívoco.
 Foto: jemastock - Fotolia


Para não errar nunca mais!
 Foto: Fotolia


Memorizar regras simples ajuda a não errar.
 Foto: Fotolia


Ser redundante ou óbvio também é uma forma de usar mal a nossa língua.
 Foto: Fotolia

O particípio passado do verbo ‘intervir’


"A flexão dos verbos na Língua Portuguesa é muito complexa. Exemplo disso é o fato de continuarmos a usar obrigatoriamente o futuro imperfeito do conjuntivo em frases como: Quando estiverem calados, eu começo a aula! Na maioria das línguas românicas (línguas com origem no Latim), o futuro do conjuntivo é apenas nota de gramática; no uso dos falantes desapareceu. Para se atingir a mestria no domínio da flexão verbal na Língua Portuguesa são precisos muito estudo e muita prática, tanto mais que são muitas as exceções e várias as divergências entre os gramáticos.
O particípio do verbo ‘intervir’, por exemplo, aparece ora como ‘intervindo’, ora ‘intervido’. Este verbo é um composto de ‘vir’ e como diz a regra: os verbos compostos seguem a flexão daquele que lhe deu origem, ou seja, se o particípio passado de ‘vir’ é ‘vindo’ (Ele tem vindo visitar-me.), então o particípio de ‘intervir’ seria ‘intervindo’ (Ele tem intervindo frequentemente no debate.).
Mas nenhuma regra seria uma verdadeira regra se não tivesse a sua exceção. Neste caso não se trata de uma exceção; trata-se antes de uma situação a que se poderia adaptar a máxima “cada gramático sua sentença”. O meu livro de cabeceira, no que respeita à flexão verbal, é o Dicionário de Verbos Conjugados de Rodrigo de Sá Nogueira (7.ª ed., 1982). Na p. 272 encontra-se a flexão do verbo ‘provir’, com a forma ‘provido’ na quadrícula correspondente ao particípio pretérito (particípio passado). Informando o autor em nota que desse modo se conjugam, por exemplo, verbos como convir, entrevir, intervir, sobrevir.
Ensinou-me, nas aulas de Técnicas de Expressão do Português, o saudoso Professor Almeida Pavão, com a sua enorme sabedoria de Grego e Latim, que Rodrigo de Sá Nogueira tinha razão, assentando a sua razão no princípio de eufonia (suavidade ou elegância na pronúncia). Experimentem ler em voz alta: Ele tem intervindo frequentemente no debate. e Ele tem intervido frequentemente no debate.; Ele terá intervindo na sexta-feira passada. E Ele terá intervido na sexta-feira passada. Ora digam lá! Não deverá ser, neste domínio, a minha obra de referência o Dicionário de Verbos Conjugados de Rodrigo de Sá Nogueira?"


Publicado no Correio dos Açores

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