SEJA BEM-VINDO!

A ARTE RENOVA O OLHAR!

segunda-feira, 11 de março de 2019

Entenda mais sobre código de conduta e ética no ambiente profissional




Entenda mais sobre código de conduta e ética no ambiente profissional

"Para compreendermos o que é ética profissional, precisamos viajar pela etimologia da palavra ética primeiro. O termo é originário do grego, éthos, que significa “propriedade do caráter”. Dessa forma, é possível concluir que a ética profissional é um conjunto de regras que norteiam o comportamento dos indivíduos durante o exercício de seu ofício.

Como resultado, têm-se os códigos de ética e conduta, que são elaborados pelos conselhos e federações que fiscalizam as profissões e pelas empresas que os contratam como prestadores de serviços.

A ética profissional tem como objetivo a disciplina a moral e os costumes das pessoas, sendo essa a base do exercício das suas funções. Por isso, mais do que meramente seguidas durante o expediente de trabalho, ela deve fazer parte da consciência dos profissionais inclusive em âmbito pessoal.

Saber mais sobre o que é ética profissional oferece as diretrizes adequadas para os funcionários desempenhar com excelência as suas atividades dentro dos parâmetros culturais que a empresa impõe. Além disso, o guia de conduta ajuda a estabelecer um relacionamento com colegas de trabalho, clientes e fornecedores que tenha como referência alguns dos valores mais importantes, tais como o respeito, a responsabilidade e a honestidade.

Apesar do código de ética e conduta abranger vários princípios que dependem de cada grupo profissional e das diversas companhias existentes, existem algumas regras que são universais para todos. Entre eles, está proceder bem, não prejudicar os colegas de trabalho e cumprir os valores estabelecidos pela organização e pela sociedade. Continue lendo o artigo para saber mais sobre o assunto!


A ética profissional no ambiente de trabalho

O estabelecimento de um código de ética e conduta é muito importante para o crescimento e o sucesso de qualquer empresa, independentemente do seu segmento ou ramo de atuação. Essa ferramenta permite padronizar o comportamento dos colaboradores para estabelecer um ambiente de trabalho mais agradável a todos. Com isso, contribui na manutenção do bom relacionamento interpessoal e motiva os funcionários a alcançar resultados com mais disciplina.

No entanto, o código de ética e conduta somente pode ser eficaz se a empresa garantir que todos os seus colaboradores o conheçam e se comprometam a segui-lo como base para atitudes e decisões que realizarem dentro do ambiente de trabalho e em eventos ou outras situações em que a marca esteja envolvida.

Essa tarefa deve ser feita durante o processo seletivo para escolha dos profissionais que preencherão os cargos na companhia. Os candidatos devem ser apresentados aos valores praticados e regras de comportamento exigidas para que possam verificar se são compatíveis com os seus próprios ideais.

Nessa perspectiva, podemos considerar que a ética não é somente uma questão de caráter profissional, mas também pessoal. Assim, as pessoas devem somar as regras de conduta solicitadas a sua moral para que usufruam de equilíbrio em todos os setores de sua vida.

Mas é possível identificar se o candidato seguirá o código de ética durante o processo seletivo? Sim! E o método coaching pode ser um auxiliar bem útil nesse momento. No Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) há uma formação chamada Consultor em Análise Comportamental, que é ideal para o profissional de recursos humanos (RH) que esteja trabalhando com processo de recrutamento e seleção. O objetivo do curso é ensinar o coachee (aluno) a como mapear o perfil e tendências comportamentais de uma pessoa ou equipe.

O curso ensina sobre a teoria dos perfis comportamentais, desenvolvimento e treinamento de pessoas, potencialização dos processos de coaching, autoconhecimento, relações interpessoais, inteligência emocional e, é claro, aperfeiçoamento do processo de recrutamento e seleção.

É importante lembrar que, mesmo com todo o treinamento do mundo, é possível que sejamos enganados. Por isso, não se sinta mal se algum colaborador que você ajudou a avaliar quebrou as regras éticas da empresa. Relembre como foi o processo de recrutamento, escolha e contratação e analise se você faria algo diferente. O foco é transformar o caso em um novo aprendizado.


Como a ética profissional pode ajudar na sua carreira

Para um profissional ser bem-sucedido no exercício de seu ofício, principalmente dentro do ambiente corporativo, é fundamental que ele esteja a par do código de ética e de conduta estabelecido tanto pelo seu empregador, quanto pela sua categoria profissional.

Essas regras precisam estar elencadas aos seus valores individuais, caso contrário, você não será capaz de cumpri-las adequadamente. Busque sempre conhecer o código de ética e conduta da empresa antes de aceitar fazer parte do time. Pode ser que você não concorde com alguns pontos. Daí é melhor nem fazer parte da organização, pois isso afetará você, o empregador e o trabalho realizado.


Questione a você mesmo

Para analisar se você consegue cumprir com o código de ética e de conduta que a sua empresa introduz, é importante se perguntar frequentemente: minha postura ética segue as regras do meu local de trabalho e da minha profissão?

Essa reflexão possibilita identificar se o seu comportamento no dia a dia tem sido correto e suficiente para obter um bom desempenho e oferecer soluções à empresa e clientes, bem como se ele tem contribuído para estabelecer um ótimo relacionamento com colegas e fazer um bom marketing pessoal. Aliás, cuidar desse tipo de item da sua característica pessoal e profissional é essencial para fazer um bom patrocínio próprio. Quando você verificar que algo está errado, poderá corrigi-lo com estratégias que possibilitem seu crescimento profissional e pessoal.

É importante frisar que a conduta ética requer alguns princípios básicos que são muito valorizados no mercado de trabalho. A competência técnica é um deles, pois proporciona o aparato de conhecimentos e habilidades para oferecer melhores resultados a quem você esteja prestando serviços. Para isso, é necessário investir em aprimoramento constante. Por isso, a auto reflexão e também a sugestão de coaching.


Desenvolva o respeito diariamente

Sempre leve em consideração o respeito pelos clientes, colegas, concorrentes e pela hierarquia na instituição em que trabalha. Ter respeito significa entender que há diferenças entre você e as outras pessoas e, portanto, é necessário ter limites e sabedoria ao lidar com todos. O que isso quer dizer? Sempre que for falar algo, pense se isso pode ofender alguém, por exemplo.

Além disso, os famosos ruídos, boatos, rumores e fofocas não devem ter você como participante ativo na disseminação dessas histórias. Seu comportamento diz muito sobre você. Por isso, opte sempre por estabelecer relações autênticas e demonstrar ser alguém em que os outros podem confiar.

Ajudar um colega de trabalho em apuros é uma atitude positiva, desde que isso não implique em descumprir qualquer princípio empresarial. Aliás, você sempre deverá ser leal aos princípios do lugar em que trabalha. E, para você não se prejudicar como pessoa civil, seja sempre fiel, principalmente, à lei da sociedade onde vive. Isso é ser ético, acima de tudo.

O comportamento ético está diretamente relacionado ao sucesso. Ele faz com que o profissional estabeleça um bom relacionamento com seus colegas e clientes, sendo uma excelente ferramenta de networking. Além disso, enriquece a carreira profissional, proporcionando mais excelência na execução das atividades e mais visibilidade ao profissional, na medida em que torna o seu trabalho um diferencial no mercado de trabalho."
Por José Roberto Marques

O Respeito às Normas de Conduta em Laboratórios Clínicos


Os laboratórios clínicos são caracterizados pelo manuseio de amostras (em grande quantidade) e pela diversidade dos métodos empregados durante as análises clínicas. Segundo Barker (2002) esses laboratórios têm suas próprias regras e costumes, como qualquer organização social complexa, no que diz respeito aos horários, vestimentas, tarefas, trabalhos, atribuições, reuniões, etc., obedecendo aos padrões impostos pela Biossegurança e pela ética profissional.

Entretanto, tais requisitos são costumamente quebrados por grande parte dos profissionais em seu local de trabalho, o que resulta numa série de transtornos não só ao próprio profissional, como também aos seus pacientes e à instituição (o laboratório) onde exerce suas funções.

O respeito às normas de conduta nos laboratórios de pesquisas clínicas é algo que vem chamando muito a atenção nos dias atuais, não só dos profissionais de saúde como também dos seus próprios pacientes, pois são mais valorizados aqueles que trabalham com segurança e confiabilidade. Por outro lado, a área de análises clínicas vem crescendo constantemente junto às evoluções tecnológicas e ao emprego de novas formas de diagnóstico.

Segundo Barker (2002), em todo laboratório há uma grande variedade de pessoas trabalhando, mas quase sempre com diferentes níveis de comprometimento e vários motivos para estar ali. As normas são impostas para cada tipo de trabalho a ser realizado, que vão desde os equipamentos de proteção individual e da organização geral do ambiente laboratorial até a realização dos experimentos e análises, respeitando os princípios da autonomia e da beneficência. Entretanto, nem todos obedecem tais requisitos com a devida regularidade que lhes é imposta.

Os exames laboratoriais, na visão de Andríolo (2010), são realizados com várias finalidades, entre as quais se destacam confirmar, estabelecer e complementar o diagnóstico clínico. Contudo, em tais exames, há muitos casos de riscos e acidentes em laboratórios clínicos, principalmente por contaminação (área, cutânea, entre outras) causada pelo não uso dos equipamentos de proteção na obtenção e manipulação de amostras biológicas, além do descaso em relação aos padrões de segurança. E é importante ressaltar também que nem todo profissional respeita a autonomia do paciente, mantendo-o ciente dos resultados prévios dos testes realizados.

Objetivo
O presente estudo tem como objetivo analisar os aspectos disponíveis na literatura sobre a execução das normas de Biossegurança e dos padrões da ética profissional, relatando as questões que giram em torno das normas de conduta atribuídas ao pesquisador, principalmente no que diz respeito às irregularidades presentes em grande parte dos laboratórios de pesquisas, minimizando assim os riscos, erros e danos, além de promover um trabalho cada vez mais eficiente.

Pensamento para o dia: misericórdia!

“A misericórdia triunfa sobre o juízo.” (Tiago 2.13b)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

O QUE É ÉTICA?




"ÉTICA É O QUE VOCÊ FAZ QUANDO NINGUÉM VÊ."

ATENDIMENTO HUMANIZADO

"Ética em debate"


Vários minutos de aplausos, com os congressistas de pé, ao final da primeira palestra do Fórum “Ética em Medicina Diagnóstica”. E seria só o início de um debate profundo e corajoso na última atividade do 52º CBPCML.

O responsável por esta reação da plateia foi Deltan Dallagnol, Procurador Geral da República e coordenador da Operação Lava-Jato em Curitiba. Ele foi um dos convidados para o debate, coordenado pelo presidente da SBPC/ML, Wilson Shcolnik. Logo após a primeira apresentação, Roberto Livianu, Promotor de Justiça de São Paulo e presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, convidou os congressistas a refletirem que a corrupção leva a efeitos colaterais devastadores.

Representantes de entidades de diferentes áreas da saúde participaram da mesa – Claudia Cohn, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed); Ademar José Paes Jr., presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM); Luiz Fernando Barcelos, presidente da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC); Carlos Eduardo Gouvêa, diretor Executivo do Instituto Ética Saúde (IES) e presidente Executivo da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL); e Roberto Luiz D’Ávilla, ex-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).

A corrupção mata
Com atenção absoluta da plateia, onde não se escutava nenhuma conversa paralela, Dallagnol fez um retrospecto dos números da Lava-Jato, onde questionou por que pessoas com altos salários continuavam envolvidas em corrupção para ganhar mais. Ele indagou à plateia por que as pessoas se corrompiam? “Impunidade e ganância. Esses podem ser os pontos-chaves para entender o que aconteceu no Brasil”, afirmou.

Os números e os dados – mesmo para quem conhece os caminhos da operação no país – impressionam. “O que nos move é o mesmo que inspira o trabalho de vocês. Lutar contra o sofrimento humano”, pontuou o procurador, relacionando com a área de saúde. Ele contou que, certa vez, em uma consulta de rotina, explicou ao médico que não estava comendo direito, não praticava atividades físicas regulares e não dormia bem. A resposta que recebeu traduzia o que sente boa parte do povo brasileiro. “Deltan, pode continuar comendo mal, dormindo mal e sem fazer exercícios físicos porque o corpo aguenta, mas continua firme na Lava Jato”, disse o médico.

Ao longo da explanação, com relatos sobre diversos momentos da operação, ele lembrou que primeiro é preciso o diagnóstico, mas que é necessário continuar o tratamento. “Diagnosticar não resolve o problema da saúde, assim como não resolve o problema da corrupção. A mudança é necessária. É o mesmo efeito de um antibiótico que não fez efeito. A infecção volta”.

Dallagnol perguntou aos participantes se estavam dispostos a ajudar e convidou a cada um presente que, por três dias, espalhassem a campanha contra a corrupção para cinco pessoas, através do site unidoscontraacorrupcao.org.br. “Para salvar alguém que se ama temos que fazer de tudo. É isso que precisamos fazer pelo Brasil”, finalizou, arrancando vários minutos de aplausos, que ele agradeceu muito.

A palestra seguinte foi do promotor de Justiça de São Paulo Roberto Livianu, que citou situações vividas pelo país, onde o combate à corrupção sofre pressões políticas para que não vá adiante. “Precisamos de mais mudanças, mas não conseguimos fazer sozinhos e a sociedade acredita que pode mudar o rumo das coisas”.

Entre outros pontos, Livianu, que preside o instituto contra a corrupção, trouxe para o debate questões como o conflito de interesses em diversas áreas, lembrando que a interpretação não pode ser diferente se for para benefício próprio ou de outra pessoa. “Integridade não é modismo. Ou se tem ou não tem.”

Ele disse estar honrado em participar do evento e convidou a todos a conhecerem o Instituto, o site e a página nas mídias sociais. “Deltan falou em união e essa é a palavra-chave. Não podemos ficar nos lamuriando. Precisamos agir. Cada um fazendo a sua parte a situação pode, sim, ser diferente, se todos nós agirmos”.

A posição de diversos setores
O debate prosseguiu com a participação e visão de áreas diferentes da medicina. “Como falei no meu discurso de abertura, entendemos que a SBPC/ML precisa trazer a discussão para o nosso setor. A ética é necessária porque o impacto na saúde é muito grande. Não há acesso nem serviços qualificados. Nossa população está desassistida”, disse o presidente da SBPC/ML, Wilson Scholnik.

Claudia Cohn, da Abramed, afirmou que as associações têm uma enorme responsabilidade e que “não é possível sair pela porta, hoje, sem ter a certeza que é preciso fazer alguma coisa”. Ela detalhou o processo complexo que envolve desde a escolha até o pagamento do serviço. “Quem paga não é o médico e quem escolhe não é o paciente. São vários atores e alguns deles pressionados. A linha reta é a indicação por uma questão técnica e não era isso que estava acontecendo”.

O evento é um marco na história no setor de saúde e levantar o debate para o final do 52º Congresso da SBPC/ML é uma atitude corajosa, disse Carlos Eduardo Gouvêa, do IES e da CBDL, “Trazer a informação para o nosso mercado para combater a corrupção é fundamental. O Instituto tem hoje 240 associados, representando os diferentes setores da indústria”. Gouvêa detalhou como funciona o IES e que recebeu cerca de 600 denúncias, com 1,5 mil denunciados, entre médicos, hospitais, laboratórios e instituições públicas.

“Perdemos muito tempo. As entidades médicas e instituições ficaram adormecidas e se achando autossuficientes para resolver as mazelas internas”, foi o diagnóstico do momento, feito pelo ex-presidente do CFM Roberto Luiz D’Ávilla. Para o médico, o número de denúncias em relação a incentivos e comissões, por exemplo, são raros, porque denunciantes e denunciados convivem muito bem.

D’Avilla explicou que não é possível uma denúncia anônima ao CFM. “Posso afirmar que não há corporativismo. Os fatos são apresentados e o julgamento acontece. Os pacientes depositam confiança em nós e os interesses deles têm que estar acima de qualquer coisa”, que atuou também como corregedor do Conselho.

“É preciso levar a discussão e o engajamento para a sociedade. Não adianta só a discussão e propor ações aqui dentro de sala se não conseguirmos chegar à população”, enfatizou Ademar Paes Jr, presidente da ACM. Ele explicou que a transparência é necessária porque traz confiança às ações. Destacou o acesso à saúde como um dos principais problemas e não só no setor público, mas também no privado. “Aliás, nenhum dos dois está funcionando direito”. Também mencionou a necessidade de dados para melhor avaliar a situação do país.

Wilson Shcolnik comentou que existem denúncias, mas que também há dificuldades em relação a dados para decisões e que esse fato precisa ser avaliado com atenção, para que seja tomada uma atitude em benefício do paciente.

Luiz Fernando Barcelos, presidente da SBAC, disse que gostaria muito de estar indignado com as colocações no debate, mas o setor vivencia o problema. “Infelizmente, a corrupção existe. Tem como provar? Muito difícil conseguir”, lamentou. Ele explicou que o país vive um momento muito complicado na área de saúde e que em diversos momentos o médico precisa se cercar de segurança, fazendo solicitação de muitos exames, porque nunca viu o pacientes antes e nem sabe se verá uma segunda vez.

Shcolnik falou sobre divulgação de informações nos Estados Unidos, com dados online na área de saúde disponíveis na internet (Open Payment), e que no Brasil, em Minas Gerais, existe uma lei similar de transparência, regulamentada por um decreto de 2017. “É preciso maior transparência entre médicos, indústria, distribuição de medicamentos e insumos. Não estamos fora disso. Precisaremos de lei federais para disciplinar?”, questionou o presidente da SBPC/ML.

Entre as conclusões dos participantes está a necessidade de educar, que seja feito um trabalho em conjunto de conscientização em todos os segmentos, com leis e sem impunidade.

“Estamos vivendo novos tempos e que cada um de nós coloque a mão na consciência, contando com os esforços de todos para mudar o quadro que existe no Brasil, que tanto corroem os nossos recursos”, finalizou o presidente da SBPC/ML.
Texto: Patrícia Bernardo: DC Press

Fonte:http://www.sbpc.org.br/noticias-e-comunicacao/etica-em-debate/

Banda UN1TY lança sua primeira canção, "Redenção"! Resultado de um lindo trabalho que une adoração com profissionalismo. Ouçam!


Sou fã!
"Se o meu instinto é o erro mostra-me a luz
pra que eu possa ver...
Se eu sou pequeno pra compreender 
tudo diante de mim."
-x-
Quanto mais ouço,
mais consigo identificar-me com esta bela letra.
Clique no link abaixo,
e deixe o seu comentário.
Gratidão!

LinkWithin

.post-body img{ -webkit-transition: all 1s ease; -moz-transition: all 1s ease; -o-transition: all 1s ease; } .post-body img:hover { -o-transition: all 0.6s; -moz-transition: all 0.6s; -webkit-transition: all 0.6s; -moz-transform: scale(1.4); -o-transform: scale(1.4); -webkit-transform: scale(1.4); }