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quarta-feira, 19 de abril de 2017

"O dia dos que têm os seus dias contados."


19 DE ABRIL - DIA DO ÍNDIO OU "O DIA DOS QUE TÊM OS SEUS DIAS CONTADOS"?
by RAFAEL MUSSOLINI


"O dia dos que têm 
os seus dias contados."




É com essa pequena, mas rica frase, ou seria poema? O importante é que o escritor José Paulo Paes conseguiu, através de poucas palavras, questionar toda a história do índio em nosso país, e inclusive a existência de uma data que comemora o dia desses que são nossos antepassados.



A escola é uma instituição que poderia colaborar muito mais com a causa indígena. Com certeza centenas e centenas de escolas estarão no dia de hoje, colocando crianças para colorir alguma figura copiada da internet, de um indiozinho feliz e gordinho entre palmeiras. Enquanto outra vai pintar as bochechas das crianças com guache de cores diversas. E uma terceira distribuirá penas e arco e flecha, e ainda falarão de seus hábitos alimentares, habitação... Ah! e que eles tomam muito banho também. Legal! Mas quantas irão dizer da real situação do índio? Isso é o que mais importa hoje. Quem irá dizer que a cultura indígena poderá desaparecer devido a desvalorização de uma história que é nossa por direito? Qual o educador que irá mostrar as influências do mundo moderno na vivência do índio e qual é a "cara" do indígena de hoje?


“A sociedade como um todo tende a ver o índio ou de uma forma negativista, como se ele fosse um problema, ou romântica, como a de que índio autêntico é o que vive isolado na floresta com os mesmos costumes do século 16. Precisamos romper com nossos preconceitos, aceitar que eles são diferentes e reconhecer seu valor”.
Márcio Meira, presidente da Fundação Nacional do Índio


Espero que em alguma sala de aula desse nosso Brasil, algum professor esteja nesse momento, mostrando todas as belezas e lutas dos nossos índios, sem deixar de lado todo o sofrimento que vem acontecendo nas "periferias" do país, onde aqueles que "fundaram" nossa terra, não possuem mais terra alguma e precisa lutar a cada dia por um pouco de respeito. Se as crianças são o futuro da nação, caberá a elas realizar a intervençao necessária para que os índios não caiam no esquecimento ,e o princípio da conscientização está nas mãos da educação.

Saeb: Sistema de Avaliação da Educação Básica


Em coletiva de imprensa no dia 09/03/2017, a presidente do Inep, Maria Inês Fini, anunciou o fim da divulgação dos resultados do ENEM por escola e declarou que o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) do Ensino Médio passará a ser universal para as redes pública e privada, permitindo o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) por escola.

Confira a seguir o que é o Saeb e como essa mudança afeta a sua escola.
O que é o Saeb?

O Saeb, Sistema de Avaliação da Educação Básica, de responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), é um sistema composto por três avaliações externas, que são aplicadas em larga escala e que têm como principal objetivo diagnosticar a educação básica do Brasil.

O resultado dessas avaliações é usado para calcular o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que também é calculado a partir dos dados de aprovação escolar obtidos no Censo Escolar e fornece, portanto, indícios sobre a qualidade de ensino oferecido nas escolas de todo o país.

A partir desse indicador, as escolas e/ou sistemas podem formular (ou reformular) suas políticas, visando à “melhoria da qualidade, equidade e eficiência do ensino”, segundo o portal do Inep.

Como o Saeb funciona?

Hoje em dia, três avaliações compõem o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). São elas: ANA (Avaliação Nacional da Alfabetização), Aneb (Avaliação Nacional da Educação Básica) e Anresc (Avaliação Nacional do Rendimento Escolar), mais conhecida como Prova Brasil.



Desde 1990, várias mudanças aconteceram no Saeb. Para se ter uma ideia, naquele ano, o público-alvo do sistema eram as 1ª, 3ª, 5ª e 7ª séries do Ensino Fundamental de escolas públicas selecionadas amostralmente. As áreas do conhecimento/disciplinas avaliadas eram Língua Portuguesa, Matemática, Redação e Ciências Naturais.

Considerando o último ano avaliado (2015), o Saeb abrangeu o 5º e o 9º ano do Ensino Fundamental e a 3ª série do Ensino Médio de escolas públicas (selecionadas amostralmente) e de escolas particulares (selecionadas censitariamente) nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, apenas. Veja a tabela comparativa abaixo:


Saeb e Prova Brasil são a mesma coisa?

Não. O Saeb é o sistema de avaliação que tem a Prova Brasil (ou Anresc) como uma de suas avaliações.

A partir das médias de desempenho na Aneb e na Prova Brasil, o cálculo do Ideb é feito, considerando também as taxas de aprovação dos alunos.

Esses dados são disponibilizados para toda a população, que pode acompanhar a evolução desse indicador ao longo dos anos. Como a correção dessas avaliações é feita pela TRI (Teoria de Resposta ao Item), os resultados das avaliações podem ser comparados de forma a analisar se a qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro está melhorando ou não.


Leia também o ebook gratuito: Guia definitivo da TRI para educadores

Abaixo falaremos mais sobre os resultados do Saeb em 2015.
Qual a diferença entre Aneb e Prova Brasil?

Basicamente, a principal diferença entre essas provas é o público-alvo ao qual é aplicada e o resultado que cada uma oferece.



*Até 2015. No ano de 2017, sofrerá alterações, como a própria presidente do Inep irformou durante a coletiva de imprensa sobre as mudanças no ENEM de 2017.

O objetivo dessas avaliações é avaliar as redes ou sistemas de ensino e NÃO os alunos individualmente. Por isso, elas são construídas e aplicadas com esse foco.


“Os resultados não refletem a porcentagem de acertos de um aluno respondendo a uma prova, mas a de um conjunto de alunos respondendo às habilidades do currículo proposto, distribuídas em várias provas diferentes. O resultado se dá pela representatividade de um grupo de alunos como uma unidade dentro do sistema de ensino.”    Fonte: Portal do Inep
Resultados do Saeb

Os resultados da última edição do Saeb, aplicada em 2015, foram divulgados em setembro de 2016, por escola, por município e por unidade da federação.

Em 2015, o Saeb contou com a participação de mais de 57 mil escolas e mais de 3 milhões de estudantes.

Na apresentação dos resultados do Saeb, foram evidenciadas as evoluções dos resultados por disciplina e por estado.

Os anos iniciais do Ensino Fundamental apresentaram a maior evolução ao longo dos anos tanto em Língua Portuguesa quanto Matemática.



Fonte: Portal do Inep
A importância do Saeb para as escolas

A partir de 2017, o Saeb do ensino médio será universal para todas as escolas do Brasil. Isso significa que a participação não será apenas amostral. Ou seja, TODAS as escolas terão o seu Ideb calculado.


“O diretor também deve ficar atento à média de sua escola. Ao conhecer seu desempenho – com possibilidade de compará-lo a outras escolas similares –, ele terá condições de iniciar um movimento de trocas de boas práticas para melhorar o desenvolvimento.” Fonte: Portal do Inep

Além de poder comparar as médias de proficiência da escola com escolas similares, os gestores também podem acompanhar a evolução do desempenho dos alunos em outras edições das avaliações. Veja um exemplo abaixo, retirado do portal do Inep.



Tabela retirada de um relatório por escola da Prova Brasil. Fonte: Portal do Inep

Além de trocar boas práticas, os gestores podem fazer um trabalho com toda equipe pedagógica da escola para analisar esses dados, identificar os pontos de melhoria e definir quais ações devem ser propostas nos próximos anos.


Veja também o infográfico: Como utilizar dados na escola em 3 passos

Portanto, os gestores devem ficar atentos às novidades sobre o Saeb.

Vale ressaltar que o Ideb, hoje, não é composto somente pelo resultado da Prova Brasil e da Aneb. Ele é combinado aos índices de aprovação, repetência e evasão de cada escola, obtidos por meio do Censo Escolar.
O desafio do engajamento dos alunos

O Saeb e suas avaliações NÃO entram no boletim escolar dos alunos, pois elas não têm o objetivo de avaliá-los. Além disso, eles estão focados em passar de ano, se preparar para o ENEM e vestibulares e em suas outras atividades do dia a dia.

Segundo o próprio portal do Inep, o ideal é trabalhar normalmente com os alunos, “cuidando para que cada um tenha um adequado processo de aprendizagem” e garantir que eles participem e respondam às questões com seriedade.

Portanto, é muito importante conscientizar os alunos e seus responsáveis sobre a importância do Saeb e como ele contribui para a melhoria da educação. Se os professores e gestores não souberem como está o aprendizado e sua evolução, dificilmente intervenções assertivas serão realizadas para melhorar o aprendizado dos alunos.

Fonte: App prova

Pensamento para o dia: o que é ser íntegro?


" Na terra de Uz vivia um homem chamado Jó. Era homem íntegro e justo; 
temia a Deus e evitava o mal."
Jó 1:1
Coral Kemuel

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Democracia é uma palavra de origem grega que pode ser definida como: povo (demos) e governo (kratos).


"É na Grécia Antiga que vamos encontrar aqueles que são considerados como os dois primeiros grandes mestres do pensamento político e social: Platão e seu discípulo, Aristóteles. A necessidade da educação política dos cidadãos atenienses tornou-se tema de pensadores políticos como os dois filósofos gregos.

Democracia é uma palavra de origem grega que pode ser definida como: povo (demos) e governo (kratos). Dessa forma, a democracia pode ser entendida como um regime de governo onde o povo (cidadão) é quem deve tomar as decisões políticas e de poder. A democracia pode ser direta, indireta: diante da impossibilidade de todos os cidadãos tomarem as decisões de poder (democracia direta), estas passam a ser tomadas por representantes eleitos (democracia indireta ou representativa) e, nesse caso, são os representantes que tomam as decisões em nome daqueles que os elegeram.

A democracia não é um sistema perfeito- usando a frase de Winston Churchill – “A democracia é a pior forma de governo imaginável, em exceção de todas as outras que foram experimentadas”

Desde o início, o período democrático brasileiro foi marcado por problemas sociais que cresceram gradativamente, a corrupção encontra-se disseminada nos diversos setores sociais, são tantas as origens que direcionar estudos para estabelecer suas causas torna-se quase impossível.

A democracia é o sistema que possibilita que se faça julgamento dos corruptos e que permite os debates, as denúncias, e as contradições. Por isso, a democracia não é apenas o melhor sistema, mas é o meio que autoriza que alguma ética, alguma justiça, alguma igualdade social possa existir mesmo com suas falhas estruturais.

Investigações como têm sido feitas no Brasil, não aconteceriam em países como Coreia do Norte. Nunca prendemos antes pessoas corruptoras. Estamos no primeiro período em que o país faz uma limpeza ética. Começamos a discutir o jeitinho brasileiro de forma mais estrutural.

Segundo o professor e filósofo, Leandro Karnal, a democracia não é o sistema onde todo mundo é ético, mas os não éticos podem ser punidos. A democracia não é o sistema onde todo mundo é bom, mas onde alguns ruins podem ser punidos. A democracia não é o sistema que garante o paraíso na terra, mas é o sistema que impede que o inferno se instale. Para democratizar a sociedade é importante deixar de confundir conflito e confronto: conflito é desejável, é algo que mostra a diversidade humana. Confronto é quando eu acho que eu tenho que enfrentar quem discorda de mim, inclusive eliminar, seja pela humilhação do argumento, seja pelo poder físico, seja pelo poder policial. Na ditadura não há conflito algum, considerando que tudo termina no confronto violento.

Os debates éticos sobre democracia trazem à tona questões relevantes sobre constantes reflexões inerentes às mudanças históricas da humanidade.

O objetivo dessas reflexões é definir caminhos que conduzam ao bem comum, à melhoria das relações interpessoais nas diferentes classes sociais e ao respeito com os cidadãos. Essas reflexões evidenciam como a conduta ética e moral dos indivíduos é capaz de atingir a felicidade por meio da boa convivência em sociedade, o que representa a verdadeira essência da vida."

Alexandre Pierroni 

Limites educam. Agressão contra professores é omissão dos pais na instrução dos filhos, por Rebeca Bedone


Lembro-me do meu primeiro dia de aula na quinta série (hoje, o sexto ano do Ensino Fundamental). Tamanha era a expectativa de conhecer o colégio novo que eu mal dormi na noite anterior. Também sentia empolgação porque não carregaria mais uma mochila; adolescente que era, levaria livros e cadernos nas mãos! E a melhor mudança: eu teria vários mestres a quem chamar de professor ou professora (afinal, “tio” e “tia” eram para as crianças do Ensino Básico).

Estas lembranças vieram à minha memória porque, outro dia, um amigo que é doutor e professor em universidade particular me contou sobre um episódio ocorrido em seu trabalho. Ele foi chamado na diretoria da faculdade porque a mãe de um aluno tinha uma reclamação: “você deu nota baixa na prova do meu filho e exijo uma pontuação maior para ele” (no caso, um aluno desinteressado e que não sabia a matéria).

Meu amigo, um homem nos seus 40 e poucos anos, está desiludido com a profissão. Após anos de dedicação aos estudos, seguindo uma tradição familiar da qual ele sempre se orgulhou (ele sempre encheu o peito ao dizer que o pai era docente em universidade), meu amigo está sentindo vergonha de ser professor: não interessa se o aluno é capacitado ou não para passar de ano, o que importa é o dinheiro dele pagando as mensalidades.

Outro dia, li uma notícia sobre uma professora de 58 anos que foi “pega” na saída da escola por dois alunos. Os garotos, de 15 e 16 anos, deram chutes e empurrões na mulher porque ela havia pedido para eles desligarem os celulares durante a aula. Na reportagem, a professora concluiu que a ela restava baixar a cabeça para não perder o emprego nem ser agredida novamente.

Descobri que o Brasil está em primeiro lugar no ranking de violência contra os professores nas escolas: “12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação por parte de alunos pelo menos uma vez por semana”. Segundo a escritora Andrea Ramal, esta “violência contra os professores não pode ser vista como normal”. Ela diz ainda que os pais não devem tirar a autoridade dos professores na frente das crianças, ou seja, que a autoridade pedagógica merece ser respeitada.

Na sétima série, um professor ficou bravo comigo porque eu não parava de conversar enquanto ele fazia a leitura do texto em voz alta. Nunca me esqueci da vergonha que passei na frente dos meus colegas. Entretanto, aquela bronca não me tornou uma adolescente rebelde nem agressiva, muito menos oprimida, mas aprendi que devo ficar calada enquanto alguém está falando para uma plateia.

Quando penso na importância de os pais imporem limites aos filhos, entendo por que meus pais eram “chatos”: meus irmãos e eu tínhamos horário para assistir televisão, que era somente depois de concluída a lição de casa do colégio; e quando eu reclamava que todo mundo voltaria da festa à meia-noite, meu pai dizia “todo mundo menos você, te pego às onze”.

Pensando em meu amigo, acredito que a maioria dos professores goste de seu trabalho; eles só querem ser valorizados. No caso das escolas públicas, reconheço todos os problemas que elas enfrentam, que vão desde a falta de estrutura física e de material escolar até a qualidade técnica ruim de alguns professores (um fato que acaba sendo consequência de eles serem desvalorizados e mal remunerados). Entretanto, apesar de todo o caos que existe no sistema educacional, ainda é responsabilidade da família ensinar princípios éticos e morais a crianças e adolescentes que estão iniciando o seu convívio em sociedade. É dentro de casa que se aprende o respeito ao próximo e, principalmente, aos mais velhos.

Assim, quando relembro aquela menina que adorava ir pro colégio (e que nada sabia sobre o futuro, se ela seria médica, astronauta ou poeta), sinto-me grata pela educação que meus pais me deram; e reconheço que cheguei aonde estou por causa dos professores que me guiaram até aqui.

Primo Levi diz que fórmulas literárias não geram escritores e empobrecem a literatura



POR EULER DE FRANÇA BELÉM
EM LIVROS



O escritor italiano sugere que aqueles que “buscam” os segredos dos escritores tendem a produzir uma literatura entediante e diz que tradutores alteram o sentido dos livros

Primo Levi (1919-1987) é autor de obras-primas que são literatura de testemunho — “É Isto um Homem?” (Rocco, 175 páginas, tradução de Luigi Del Re) e “A Trégua” (Companhia das Letras, 359 páginas, tradução de Marco Lucchesi) — e literatura pura mesmo. O que o tornou famoso foram as obras que têm a ver com sua passagem e saída de Auschwitz, um dos mais brutais campos de extermínio nazista. O autor italiano escreveu também poesia — durante certo tempo, invertendo a máxima do filósofo alemão Theodor Ador­no, disse que, “depois de Auschwitz, não se pode mais fazer poesia, a não ser sobre Auschwitz” —, e ensaios. “O Ofício Alheio” (Editora Unesp, 289 páginas, tradução de Silvia Massimini Felix) contém alguns de seus textos críticos. O livro traz um artigo de Italo Calvino no qual assinala que “a capacidade de observação é o grande dote de Primo Levi”. Em “O punho de Renzo”, nota que, “no romance ‘Os Noivos’ [de Alessandro Manzoni], os gestos dos personagens estão todos errados ou são impossíveis, como gestos de um mau ator”.
O livro do escritor italiano Primo Levi, “O Ofício Alheio”, é elogiado pelo escritor Italo Calvino por “sua vocação de enciclopedista das curiosidades vivazes e minuciosas e de moralista de uma moral que parte sempre das observações”

Um dos textos mais deliciosos, no qual fala do ofício do escritor, é “A um jovem leitor”. “O senhor pen­sa que narrar é uma profissão, enquanto eu acho o contrário”, afirma, respondendo a uma carta, possivelmente imaginária. “Na Itália”, frisa Primo Levi, “quem vive de escrever não tem garantias. Em consequência, os narradores puros, aqueles que vivem apenas da sua criatividade, são pouquíssimos: no máximo dez. Os outros escrevem nas horas vagas, dedicando o resto do tempo à publicidade, ao jornalismo, à editoria, ao cinema, ao ensino. Por isso lhe recomendo que tenha seu emprego em alta conta”. Não é muito diferente do Brasil, no qual Paulo Coelho e mais uns dois ou três conseguem sobreviver apenas de escrever.

No Brasil, enquanto assistem séries em série e partilham churrascadas ou flanam pelas ruas das cidades, escritores e intelectuais dizem que não têm tempo para escrever. Primo Levi sugere ao leitor que quer ou julga que quer ser escritor: “Se o senhor tiver realmente sangue de escritor, encontrará de qualquer jeito tempo para escrever”. Jane Austen, não citada por Primo Levi, escrevia numa escrivaninha desconfortável, não tinha escritório nem ar condicionado e legou a nós alguns romances excepcionais.
Segredos da profissão

O leitor cobra de Primo Levi os “segredos da profissão” (ou da “não profissão”) de escritor. “Eles existem, não posso negar, mas felizmente não têm validade geral; digo ‘felizmente’ porque, se tivessem, todos os escritores escreveriam do mesmo modo, gerando assim tal volume de tédio que tornaria inútil qualquer tentativa de fazê-la passar por leopardiana e de acender os interruptores automáticos dos leitores mais indulgentes.” As oficinais literárias, patropis e de outros países, correm o risco de se tornarem indústrias de escritores — todos, ou quase, escrevendo de maneira muito parecida, como se existisse uma mágica única. As fórmulas podem até funcionar, com o “operário” do texto escrevendo até certinho, mas, com imaginação disfuncional, dado o primado mais da técnica, os textos quase sempre são burocráticos. Há algum gramático que escreva tão bem — de maneira imaginativa — quanto Ma­chado de Assis, Euclides da Cunha, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector? Possivelmente, não. Ainda não o “inventaram”.

Você entende a mensagem da Páscoa?



"Você entende a mensagem da Páscoa? Antes, para o pecado ser perdoado era necessário que houvesse sacrífico com o sangue de um animal, por isto, Jesus morreu em nosso lugar. 
Mas depois de três dias ressuscitou para que fossemos limpos do pecado, para termos acesso direto a Deus. Pagou um alto preço pelos nossos pecados para que hoje obtivéssemos liberdade.
A Páscoa do mundo é marcada por simbologias da cultura pagã, e a semana que antecede a esta é chamada ‘Semana santa’. Nela muitos praticam ritos, como não comer carne. Mas do que adianta não comer carne na nesta semana e entristecer Jesus o ano todo?
Através dos anos a imagem da Páscoa foi deturpada, hoje para muitos ela representa apenas ovos de chocolate e coelhos ‘da Páscoa’, mas seu real significado é o sacrifício de amor que Jesus fez por nós. Ele morreu em nosso lugar, maior amor que este não há! Na Páscoa, os judeus comemoram a libertação do povo hebreu do cativeiro do Egito. Nesse dia, eles também comem o pão sem fermento, este fermento simboliza o pecado. Por isso, devemos eliminá-lo para não fermentar a Igreja. Deus espera um posicionamento nosso, pois é na ressurreição que há vida. Seja preenchido por Jesus, viva sua ressurreição!" 

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O amor


O amor não se vê com os olhos mas com o coração.

William Shakespeare

Que tudo que mais lhe importa, floresça!


Que tudo que mais lhe importa, floresça!
Ana Jácomo

Pensamento do dia:os piedosos desapareceram do país!


"Os piedosos desapareceram do país; 
não há um justo sequer. 
Todos estão à espreita para derramar sangue;
 cada um caça seu irmão com um laço.
 Com as mãos prontas para fazer o mal, o governante exige presentes, o juiz aceita suborno, os poderosos impõem o que querem; 
todos tramam em conjunto."
Miquéias 7:2,3

Obs.: foto de Domingos Souza.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Cissa Guimarães: prática com estilo


Cissa Guimarães: prática com estilo
Produções confortáveis e atemporais refletem o estilo de vida ativo e alto-astral da carioca, uma das apresentadoras mais carismáticas da TV! Confira o que não falta em seu guarda-roupa

Texto: Marcela Rodrigues | Edição Fevereiro 2017


Cissa Guimarães é referência em estilo |
 Crédito: Divulgação/GloboDupla perfeita
Cissa não resiste à combinação de batas ou camisas com calças jeans. Estampas coloridas refletem seu comportamento extrovertido e rejuvenescem.



Fácil e fashion
A carioca valoriza a silhueta mignon com vestidinhos descomplicados e femininos. Atemporal, o modelo curto de alcinhas é fácil de compor no dia a dia.



Fonte: Manequim

Salve a geometria na moda!


Oswald de Andrade




Oswald de Andrade


Senhor
Que eu não fique nunca
Como esse velho inglês
Aí do lado
Que dorme numa cadeira
À espera de visitas que não vêm

(Primeiro caderno do aluno de poesia)



Em 11 de janeiro de 1890 nasce em São Paulo José Oswald de Sousa Andrade, filho único de José Oswald Nogueira de Andrade e Inês Henriqueta Inglês de Sousa Andrade.

Inicia seus estudos, em 1900, na Escola Modelo Caetano de Campos, ainda marcado pelo fato de haver presenciado a mudança do século.

Em 1901, vai para o Ginásio Nossa Senhora do Carmo. Tem como colega Pedro Rodrigues de Almeida, o “João de Barros” do”Perfeito Cozinheiro das Almas desse mundo...”.

Em 1903, transfere-se para o Colégio São Bento. Lá tem como colega o futuro poeta modernista Guilherme de Almeida.

Em 1905, com o São Paulo em ebulição — surge o bonde elétrico, o rádio, a propaganda, o cinema — participa da roda literária de Indalécio Aguiar da qual faz parte o poeta Ricardo Gonçalves.

Em 1908, conclui os estudos no Colégio São Bento com o diploma de Bacharel em Humanidades.

De família abastada, Oswald, em 1909 inicia sua vida no jornalismo como redator e crítico teatral do “Diário Popular”, assinando a coluna "Teatro e Salões". Ingressa na Faculdade de Direito.

Em 1910, monta um atelier com o pintor Oswaldo Pinheiro, no Vale do Anhangabaú. Conhece o Rio de Janeiro, e fica hospedado na residência de seu tio, o escritor Inglês de Souza. Passa o primeiro Natal longe da família em Santos, numa hospedaria de carroceiros das docas.

No ano seguinte, com a ajuda financeira de sua mãe, funda “O Pirralho”, cujo primeiro número é lançado em 12 de agosto, tendo como colaboradores Amadeu Amaral, Voltolino, Alexandre Marcondes, Cornélio Pires e outros. Conhece o poeta Emílio de Meneses, de quem se torna amigo. Lança a campanha civilista em torno de Ruy Barbosa. Passa uma temporada em Baependi, Minas, nas terras da família de seu avô.

Em 1912, viaja à Europa. Visita vários países: Itália, Alemanha, Bélgica, Inglaterra, França, Espanha. Conhece durante a viagem a jovem dançarina Carmen Lydia, (Helena Carmen Hosbale) que Oswald batiza em Milão. Morre em São Paulo sua mãe, no dia 6 de setembro. Retorna ao Brasil, trazendo a estudante francesa Kamiá (Henriette Denise Boufflers). Reassume sua atividade de redator de “O Pirralho”, onde publica crônicas em português macarrônico com o pseudônimo de Annibale Scipione.

No ano seguinte, participa das reuniões da Vila Kirial e conhece o artista plástico Lasar Segall. Escreve “A recusa”, drama em três atos.

Nasce o seu filho, José Oswald Antônio de Andrade (Nonê), com Kamiá, em 1914. Torna-se Bacharel em Ciências e Letras pelo Colégio São. Bento, onde foi aluno do abade Sentroul. Cursa Filosofia no Mosteiro de São Bento.

Em 1915, participa do almoço em homenagem a Olavo Bilac, promovido pelos estudantes da Faculdade de Direito. Torna-se membro da Sociedade Brasileira dos Homens de Letras, fundada em São Paulo por Bilac. Chega ao Brasil a dançarina Carmen Lydia, com quem mantém um barulhento namoro. Faz viagens constantes de trem ao Rio a negócio ou para acompanhar Carmen Lydia.

No ano seguinte, publica em “A Cigarra” o primeiro capítulo — e, depois, lança, com Guilherme de Almeida, as peças teatrais “Theatre Brésilien — Mon Coeur Balance” e “Leur Âme”, pela Typographie Asbahr. Faz a leitura das peças em vários salões literários de São Paulo, na Sociedade Brasileira de Homens de Letras, no Rio de Janeiro e na redação “A Cigarra”. Publica trechos de “Memórias Sentimentais de João Miramar” na “A Cigarra” e na “A Vida Moderna”. Sofre de artritismo. A atriz Suzanne Després recita no Municipal trechos de “Leur Âme”. Passa a colaborar regularmente em “A Vida Moderna”, que publica em 24 de maio, cenas de “Leur Âme”. Volta a estudar Direito, cujo curso havia interrompido em 1912. Recebe o convite de Valente de Andrade para fazer parte do “Jornal do Comércio”, edição de São Paulo e em 1º de novembro começa seu trabalho como redator. Redator social de “O Jornal”. Passa temporada com a família em Lambari (MG). Veraneia em São Vicente (SP). Vai regularmente a Santos, em companhia de Carmen Lydia. Continua a viajar intermitentemente ao Rio. Naquela cidade freqüenta a roda literária de Emílio de Meneses, João do Rio, Alberto de Oliveira, Eloi Pontes, Olegário Mariano, Luis Edmundo, Olavo Bilac, Oscar Lopes e outros. Passa temporada em Aparecida do Norte. Está escrevendo o drama “O Filho do Sonho”.

Em 1917, conhece Mário de Andrade. Defende a pintora Anita Malfatti das críticas violentas feitas por Monteiro Lobato ("A exposição de Anita Malfatti", no “Jornal do Comércio”, São Paulo, 11/01/1918). Participa do primeiro grupo modernista com Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, Ribeiro Couto e Di Cavalcanti. De 1917 a 1922 escreve regularmente no “Jornal do Comércio”.

Não tenha medo, tenha fé!





Sobre abril



Que "ele" venha com renovação,
cheiro de mato,
e abraço apertado.

Abra os nossos corações.
distribua sorrisos,
e traga-nos a alegria do Senhor!

Compartilhe coragem,
retribua bondade,
e espalhe amor!

Salve abril!

Seja bem-vindo!

Imenso abraço, 
Aline Carla Rodrigues

Fósforos de segurança



(Fósforos de segurança)


Fósforos de segurança
Indústrias tais
Fatais.
Isso veio hoje numa pequena caixa
Que achei demasiado cretina
Porque além de toda essa história
De São Paulo – Brasil
Dava indicações do nome da fábrica.
Que eu não vou dizer
Porque afinal o meu mister não é dizer
Nome de indústria
Que não gosto nem um pouquinho
De publicidade
A não ser que
Isso tudo venha com um nome de família
Instituição abalizada
Que atrapalha a vida de quem nada quer saber
Com ela.
Ela, ela, ela.

Hoje me falaram em virtude
Tudo muito rito, muito rígido
Com coisinhas assim mais ou menos
Sentimentais.

Tranças faziam balanças
Nas grandes trepadeiras
Estávamos todos por conta de.

Nascinaturos espalhavam moedinhas
Evidentemente estavam bricando
Pois evidentemente, nos tempos atuais
Quem espalha moedas
Ou é louco, ou é porque
está brincando mesmo.
O que irritou foi o porquê.

Patrícia Galvão-PAGU

Reflexão do dia:"Em Teus Braços - Laura Souguellis // Fornalha Dunamis"


Fizeste dele uma grande bênção para sempre e lhe deste a alegria da tua presença.
Salmos 21:6

quarta-feira, 29 de março de 2017

Então, que seja doce


Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce. 

Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. 

Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada.
Caio Fernando Abreu

Texto: Gêneros Textuais Imagéticos : Tira e Charge

Tira

A tira é um gênero textual em que uma sequência de quadrinhos apresenta personagens fictícios, em situações também fictícias. 


A tira ou tirinha surgiu como alternativa à falta de espaço nos jornais para a publicação de entretenimento e a denominação tirinha remete à forma do texto, que é produzido em praticamente todo o mundo, pois tem espaço garantido nos jornais, em revistas, agradando leitores de todas as faixas etárias. 


No Brasil, o autor Maurício de Sousa criou personagens de tirinhas muito conhecidos, como a Mônica, a Magali, o Cascão, o Cebolinha. Outra personalidade das tirinhas é a Mafalda, uma garotinha questionadora e preocupada com a humanidade. Criada pelo cartunista argentino Quino, está presente com frequência em questões de provas e vestibulares. 

Atualmente, a tirinha tem ganhado cada vez mais espaço nas escolas. Esse gênero textual recebeu, nos últimos anos, evidência nas redes sociais por chamar a atenção dos leitores por meio do humor e da sátira, fazendo-os refletir sobre os temas propostos.

Charge 

A charge é um tipo de texto de humor que utiliza notícias do cotidiano e trabalha, em geral, com figuras reais (pessoas públicas, conhecidas) representadas de forma caricata. A charge satiriza situações específicas, situadas no tempo e no espaço. De modo crítico, esse gênero textual recria o acontecimento de uma forma ficcional e cria com a notícia uma afinidade intertextual. Desse modo, a charge torna-se importante, pois critica, satiriza episódios reais e atuais, muitas vezes no campo da política, ciência, economia, futebol, relacionamentos, artes, consumo e evidencia aversão e descontentamento em relação a alguma situação. A caricatura aparece muitas vezes na construção de charges e é quase sempre utilizada para descrever personagens. Com a larga utilização da internet, vários sites passaram a apresentar as charges também animadas em modo flash. 
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Em resumo 

Charge e tira são textos vinculados pelo caráter humorístico, mas diferentes quanto a determinadas particularidades de produção. A tira apresenta personagens e situações fictícias enquanto a charge baseia-se em situações e personagens reais. 

http://www.universiaenem.com.br/sistema/faces/pagina/publica/conteudo/texto-html.xhtml?redirect=78684408217478979361081902569

Revolta da vacina, momento histórico


Primeira Geração Modernista


A primeira geração modernista ou primeira fase do modernismo no Brasil é chamada de "fase heroica" e se estende de 1922 até 1930, ou seja, até quando começa a segunda fase do modernismo.

O modernismo foi um movimento artístico, cultural, político e social bem amplo, o qual fora dividido em três fases, posto que cada uma apresentava suas singularidades, de acordo com o contexto histórico inserido.

Entenda mais sobre o movimento: Modernismo no Brasil.
Resumo

A Semana de Arte Moderna de 1922 foi, sem dúvida, o marco inicial da estética moderna no Brasil.

Esse evento, ocorrido em São Paulo no Teatro Municipal durante os dias 11 a 18 de fevereiro de 1922, representou uma ruptura com os padrões artísticos tradicionais, de forma que os artistas envolvidos tinham como principal intuito apresentar uma estética inovadora, pautada nas vanguardas artísticas europeias (cubismo, futurismo, expressionismo, dadaísmo, surrealismo, etc.), iniciadas a partir do final do século XX.

Os artistas modernistas que merecem destaque nessa primeira fase é denominado de “Grupo dos Cinco”, composto pelos escritores Mário de Andrade (1893-1945), Oswald de Andrade (1890-1954), Menotti Del Picchia (1892-1988) e as pintoras Tarsila do Amaral (1886-1973) e Anita Malfatti (1889-1964).

Importante lembrar que muitos artistas foram estudar na Europa, sobretudo em Paris (centro irradiador cultural e artístico da época) e trouxeram inovações no campo das artes.

Ainda que estivessem características das vanguardas europeias, o evento buscava apresentar uma arte mais brasileira (brasilidade) e por esse motivo, a primeira fase priorizava o nacionalismo, portanto a cultura e a identidade do Brasil.

O evento, composto de apresentações de dança, música, exposições e recitação de poesias, chocou grande parte da população brasileira, por estar avesso ao tradicionalismo vigente estabelecendo assim, novos paradigmas de arte.


Uma importante característica desse período de afirmação nacional foi a disseminação de diversos grupos e manifestos, além das revistas que auxiliaram na divulgação dos ideais modernos.

Dos grupos modernistas destaca-se:
Pau-Brasil (1924-1925).
Verde-amarelismo ou Escola da Anta (1916-1929).
Movimento Antropofágico (1928-1929).

Das Revistas divulgadoras dos ideais modernistas as principais foram: a Revista Klaxon (1922-1923) e a Revista de Antropofagia (1928-1929).
Contexto Histórico

O modernismo foi um movimento artístico e literário que surge em muitos países no final do século XX. Ele nasce no período denominado entre guerras, posto que a primeira guerra mundial ocorreu de 1914 a 1918 e a segunda de 1939 a 1945.

No Brasil, o período vigente é a primeira fase da República, chamado de República Velha (1889-1930), a qual esteve marcada pelas oligarquias cafeeiras (São Paulo) e as oligarquias do leite (Minas Gerais).

Nesse momento, as oligarquias dominavam a cena política se alternado no poder e impedindo a eleição de indivíduos de outros estados.

Ademais, a queda da bolsa de Nova York, em 1929 resultou numa grande crise mundial, refletida nas sociedades de diversos países, que faria despontar a segunda guerra mundial e os governos totalitários que surgiram: nazismo, fascismo, franquismo e salazarismo na Europa.
Características

As principias características da primeira geração modernista são:
Nacionalismo crítico e ufanista;
Valorização do cotidiano;
Resgate das raízes culturais brasileiras;
Críticas à realidade brasileira;
Renovação da linguagem;
Oposição ao parnasianismo e ao academicismo;
Experimentações estéticas;
Renovações artísticas;
Ironia, sarcasmo e irreverência;
Caráter anárquico e destruidor;
Uso de versos livres e brancos.
Autores e Obras

Além do “Grupo dos Cinco” (Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Tarsila do Amaral e Anita Malfatti) na primeira geração modernista outros artistas se destacaram:
Graça Aranha (1868-1931): escritor e diplomata brasileiro, sua obra de maior destaque é “Canaã” (1902).
Victor Brecheret (1894-1955): escultor ítalo-brasileiro. O “Monumento às Bandeiras” (1953), na cidade de São Paulo é, sem dúvida, sua obra mais importante.

30 FILMES PARA ENTENDER A HISTÓRIA DA ARTE


Já que a arte existe para que a realidade não nos destrua (como dizia Nietzsche), aqui vai uma lista para um melhor entendimento sobre a arte, pintores e momentos históricos. Que agucemos e eduquemos nossa sensibilidade:
1) Carnival in Flanders, 1935


A obra retrata a chegada dos soldados espanhóis a Flandres e aspectos da escola barroca holandesa e espanhola.




2) Rembrandt, 1936
A obra retrata a mudança de vida do pintor Rembrandt e a morte de sua companheira.
3) The moon and sixpence, 1943
Obra adaptada da vida Paul Gauguin.
4) Cinco mulheres ao redor de Utamaro, 1946: adaptação da vida do pintor japonês Utamaro.
5) Moulin Rouge, 1952
Baseada na novela de Pierre La Mure, o filme retrata momentos da vida do pintor Toulouse-Lautrec.
6) Lust for Life, 1956
Adaptação sobre a vida de Vincent Van Gogh.
7) O mistério de Picasso, 1956
Adaptação sobre a vida de Pablo Picasso.
8) Montparnasse 19, 1958: adaptação sobre a vida do escultor e pintor Amadeo Modiglani.
9) El Greco, 1966: adaptação da vida de Donénikos Theotokópoulos, El Greco.
10) Frida: natureza viva, 1984
Adaptação da vida de Frida Kahlo.
11) Caravaggio, 1985
Adaptação da vida e obra de Michelangelo Merisi, Caravaggio.

Pensamento do dia: consolação de Deus!


Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações. Pois assim como os sofrimentos de Cristo transbordam sobre nós, também por meio de Cristo transborda a nossa consolação. 
2 Coríntios 1:3-5

segunda-feira, 27 de março de 2017

"O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito"


Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugna-la-íamos se a tivéssemos. 
O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito.

Fernando Pessoa

Para viajar


Para viajar basta existir.

Fernando Pessoa

Continuo a sonhar depois de 3 anos e sete meses...


Tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Fernando Pessoa

Vale


Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.

Fernando Pessoa

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