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sábado, 29 de novembro de 2014

7 árvores de Natal como você nunca viu

Floristas renomados apresentam suas criações

Traduzir o símbolo máximo do Natal foi a proposta da Casa Vogue a sete renomados floristas. Para além da celebração, as criações – que vão do clássico ao pop – exaltam a diversidade. Veja as dicas e inspire-se para um final de ano diferente!
  (Foto: Roberto Cecato)
  (Foto: divulgação)
Grandiloquente, de Stephanie Diniz, da Pink Lily árvores
“Bolei uma composição com cilindros de vidro transparente, que apenas remete à forma de uma árvore de Natal tradicional. Foram usados 17 recipientes, de 0,40 m a 1,10 m de altura. Em torno do maior, distribuí os demais de forma mais ou menos ordenada. Dentro deles, há pinhas e maçãs, misturadas ou não, além de buquê de rosas ou astromélias vermelhas – tudo bem natalino. Agora, pela proporção do projeto, considero-o ideal, mesmo, para decorar grandes recepções.”
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  (Foto: Roberto Cecato)
  (Foto: divulgação)
Aura tropical, de Daniela T. Laloum, da Fulô
“Apostei em uma releitura com tropicalismo puro. Cerca de 30 cachos de palmeira cariota, com aspectos diversos, recobrem uma armação piramidal de bambu, que tem 2 m de altura, firmemente amarrada com arame e revestida com tela de galinheiro. Fui prendendo-os nela, e os maiores ficam na parte inferior. É bom lembrar que a retirada desses elementos não prejudica a árvore. De resto, usei laços vermelhos. Bacana é que se pode desmontar a estrutura e, quando for o caso, reutilizá-la para qualquer outra decoração.”
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  (Foto: Roberto Cecato)
  (Foto: divulgação)
Pop desconstruído, de Vic Meirelles
“Minha árvore tem cores que fogem dos costumes natalinos. A ideia foi inspirada na decoração da The Conran Shop, em Londres, para onde viajei recentemente. Prendi galhos finos numa base de metal com um pequeno cano e pintei-os com tinta azul para chroma-key, que tem efeito único. Neles, prendi pedacinhos de madeira – referência à poltrona Favela, dos Irmãos Campana – colados de modo aleatório e pintados com tintas fluorescentes pink e laranja. As três cores se repetem em seis bolas de papel de seda, tipo colmeia.”
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  (Foto: Roberto Cecato)
  (Foto: divulgação)
De brilho e flor, de Roberto Pena, sócio de Lucio Vieira na Escarlate Flores
“Em vez de uma árvore grande, pensei numa menor, com 1,30 m de altura, que vai bem sobre aparadores. Com laço colorido e forrado de folhas de pinheiro, um vaso repleto de seixos sustenta galhos assimétricos pintados com tinta spray dourada. Cordões de ráfia amarram neles pequenos frascos de vidro transparente, de maneira a fazê-los balançar. Com água, que os faz brilhar, cada um deles exibe uma rosa vermelha. As flores são trocadas de tempos em tempos. É uma ideia simples, que sugere variações. No Réveillon, por exemplo, que tal usar rosas brancas?”
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  (Foto: Roberto Cecato)
  (Foto: divulgação)
Em nome da tradição, de Aparecida Helena Leme
“Quando o tema é Natal, costumo não inventar moda. A data comemora o nascimento do Menino Jesus e merece respeito. Como faço em casa, optei por uma clássica tuia, de 1,20 m de altura, com mais de cem enfeites colecionados por mim. A cada ano, compro dois ou três novos, que se juntam aos restantes, sempre usados. Natal é isso. Envolvi a tina em que a árvore está plantada com uma antiga toalha de linho bordada e fiz questão de colocar, abaixo, uma imagem do aniversariante que está em minha família há mais de um século. Detalhe: não jogo as árvores fora – replanto-as em meu sítio.”
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  (Foto: Roberto Cecato)
  (Foto: divulgação)
Bola da vez, de Maria Bê, da Sta Gemma
“Este arranjo de mesa, com 80 cm de altura, lembra uma topiaria e é mais rústico. Fixei uma esfera de espuma floral com 22 cm de diâmetro, revestida com tela de galinheiro e bem molhada, em um galho preso, com gesso, a um velho vaso cerâmico – quanto mais desgastado, melhor. Para decorar, espetei rosas vermelhas, fatias de pinhas e musgo, além de pequenas maçãs e cerejas. A borda do recipiente exibe os mesmos componentes, além de nozes, presentes ainda no prato com amêndoas e avelãs. Os convidados para a ceia podem se servir delas.”
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  (Foto: Roberto Cecato)
  (Foto: divulgação)
Memória agreste, de Helena Lunardelli
“A aridez típica do sertão nordestino, muitas vezes esquecido, inspirou a criação de uma árvore seca e com enfeites de palha, em um vaso cerâmico arrematado com pedras de rio. O contraponto natalino está em poucas bolas vermelhas trabalhadas, além de ornamentos em forma de coral pintados com glitter e de luzinhas daquela mesma cor. A proposta também mostra como é possível reutilizar o que se tem, como esta velha jabuticabeira, de 1,70 m. Acho uma pena ver, nas ruas, um monte de pinheiros jogados fora depois que as festas de fim de ano passam.”

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