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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

De Chirico, o mestre da arte metafísica,


Piazza d`Italia con statua di Cavour (Praça de Itália com estátua de Cavour), 1974

O imaginário urbano e a dimensão psicológica do homem moderno são representadas nas obras de De Chirico, que coloca a arquitetura como tema central. “O sentimento da arquitetura é, provavelmente, um dos primeiros que os homens experimentaram. As moradias primitivas encravadas nas montanhas, reunidas no meio de pântanos, indubitavelmente originaram nos nossos antigos avós um sentimento confuso feito de mil outros e que desencadeou, no decorrer dos séculos, aquilo que nós chamamos sentimento da arquitetura”, dizia o artista.
Orfeo trovatore stanco (Orfeu trovador cansado), 1970



De Chirico é considerado, ao lado de Alberto Savinio, Carlo Carrà e Giorgio Morandi, o criador da assim chamada arte metafísica, um dos estilos que antecedem a produção contemporânea. “A ‘vida silente’ que emana das obras nos dá a sensação não só do sonho, mas também da desolação, da incongruência, do aspecto enigmático do lugar representado”, afirma a italiana Maddalena d’Alfonso, crítica de arte e arquiteta.


Archeologi (Arqueólogos), 1968


Il Figliuol prodigo (O Filho pródigo), 1975


Interno metafisico con testa di Mercurio (Interior metafísico com cabeça de Mercúrio), 1969


Liens (Vínculos), 1930


Manichini coloniali (Manequins coloniais), 1969


Le Muse inquietanti (As Musas inquietantes), 1924


Piazza d`Italia - monumento al poeta (Praça de Itália - monumento ao poeta), 1969


Termopili (Termópilas), 1971


Triangolo metafisico - con guanto (Triângulo metafísico - com luva), 1958

Visione metafisica di New York (Visão metafísica de Nova York), 1975

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