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quinta-feira, 19 de maio de 2011

CURIOSIDADES SOBRE A VIDA DE JOAN MIRÓ

·                           VILLAGE  OF  PRADES
                            "Creio que, depois do grandioso movimento impressionista francês – um canto à vida e ao otimismo , depois do movimento pós-impressionista, da coragem dos simbolistas, do sintetismo fauvista e da dissecação do cubismo e do futurismo, depois de tudo isso, teremos uma arte livre e todo o interesse estará centralizado na vibração do espírito criador. Esse movimento moderno de análise vai elevar o espírito para uma liberdade luminosa”, escreveu Miró.
            Quase tragédia
Miró e Max Ernst eram vizinhos de estúdio. Temeroso de que o colega pudesse espiar suas obras, Miró mantinha as telas viradas para a parede. Certa vez, Ernst e alguns amigos, todos bêbados, invadiram o escritório do catalão, revistaram seus quadros, um a um, e terminaram por amarrar uma corda ao pescoço do artista. Sóbrio, Miró conseguiu desvencilhar-se dos agressores. Passou três dias desaparecido e, na volta, continuou amigo de Ernst, a despeito da tentativa de homicídio.
·                                 Ídolo de Hemingway
O escritor norte-americano Ernest Hemingway, autor de O Velho e o Mar, era fã de Joan Miró. Admirava não apenas seus quadros, como sua personalidade a um só tempo forte e afável. Hemingway propôs a Miró que aceitasse como pagamento por uma de suas obras algumas sessões de aulas de boxe.
·                                 Miró na Unesco
Dois murais de cerâmica de Joan Miró compõem a decoração do edifício da Unesco em Paris. Os quadros, feitos sob encomenda por ocasião da inauguração do escritório, em 1955, medem 15 x 3 m e 7,5 x 3 m e renderam ao artista o Grande Prêmio Guggenheim, de 1958.
·                                 Punhados de areia
Miró era homem de hábitos peculiares. Quando trabalhou no quadro "A Fazenda", em 1921 e 1922, tinha uma forma especial de não deixar fugir as lembranças da casa de sua família: levava punhados de areia e de grama da propriedade para Paris. Nessa época, ainda em suas primeiras telas, Miró era um artista com fortes traços de realismo.
·                                 A conquista da América
Em 1947, Joan Miró aceita um convite para trabalhar nos Estados Unidos. Sua missão era elaborar um mural para o Hotel Terrace Plaza, em Cincinnati. Essa experiência rende a Miró uma série de outros convites, como um trabalho para a Universidade de Harvard. Ele permanece em Nova York por um ano e, ao voltar para Paris, é recebido como celebridade.
F               Fonte: Folha

2 comentários:

Pedro Ferreira disse...

Homem paciente esse tal de Juan Miró hein... Teve o escritório revistado por um vizinho e seus amigos, amarraram-lhe uma corda no pescoço e após ser encontrado, continuou amigo do mesmo!
Que eu aprenda com Miró...

Aline Carla disse...

Eu também Pedro preciso aprender com Miró.
Grande abraço.

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